terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Paula Cristina Cardoso: É de Sátão a nova diretora do Museu Nacional Grão Vasco

Notícia DÃO E DEMO
Paula Cristina Cardoso, natural das Pedrosas, concelho de Sátão, onde reside, é a nova diretora do Museu Nacional Grão Vasco, iniciando funções esta quarta-feira, dia 1 de fevereiro, na sequência da não renovação da comissão de serviço de Agostinho Ribeiro, que cessa funções esta terça-feira dia 31 de janeiro.
Paula Cardoso, de 42 anos, é técnica superior do Museu Nacional Grão Vasco, sendo responsável pelas áreas de recursos humanos e administração geral do museu, e vai exercer as funções de diretora em regime de substituição, ao que Dão e Demo apurou, por nomeação da diretora geral do património cultural.
Com o curso de programação e gestão cultural, a nova diretora do museu é licenciada pela Universidade Católica, pólo de Viseu, que lhe conferiu a qualificação de professora do ensino básico e secundário, em inglês e alemão, tendo desenvolvido trabalhos de coorganização e assessoria em vários congressos relacionados com o património e nos múltiplos eventos que o museu tem organizado, nomeadamente na programação das comemorações do centenário do Museu Nacional Grão Vasco que está a decorrer desde março de 2016.
Tem ainda participação, em co-autoria, em obras na área da cultura.

domingo, 29 de janeiro de 2017

Fé, arte, cultura e património no concelho de Sátão*

[* Texto de abertura do colóquio “Património religioso, arte, fé e cultura” que se realizou no dia 27 de janeiro na Casa da Cultura de Sátão]
Desde sempre que na génese da criatividade humana, do movimento da humanidade, esteve a fé.
Tanto esteve ontem como hoje está, tem que estar, dentro de cada um de nós essa inquebrantável atitude de acreditar. Traduza-se ela numa adesão absoluta a ideias ou princípios religiosos, ou numa crença profunda nas nossas capacidades de projetar, de fazer.
Mas, porventura, a vertente da simbiose, fecundante, diga-se, entre a adesão aos princípios religiosos e a crença nas capacidades humanas, tenha sido aquela, foi aquela, que mais arte e património gerou em todas as civilizações; tendo na sua génese a batuta e o escopo de milenares artistas e arquitectos, ou tendo a pá e a picareta de tanto povo anónimo como o nosso.
E é precisamente esta vertente que aqui hoje nos traz. Falar da arte, do património religioso, da cultura, que temos na nossa terra, no nosso concelho, fruto da fé, dessa fonte de energia primícia. Que temos no nosso território disseminada por igrejas, capelas e conventos, fruto dessa fé forte, dessa fé dura, dessa fé tantas vezes crua, mas tão genuína, de tantos dos nossos que ontem quiseram assinalá-la através deste vasto legado que nos chegou até hoje, até aqui, até agora. Desta herança tão diversificada e tão rica, tão multifacetada e tão valiosa. Seja nos retábulos, nos cálices da consagração, nas talhas, nas procissões, nos santos padroeiros, nos sinos altaneiros ou nas pedras esculpidas do chão da igreja assinalando que ali jazem homens e mulheres que ontem os seus pares quiseram perpetuar.
Aqui estamos, pois, para debater, sobretudo para falar do património, da arte, da cultura, da fé. De elementos que sempre acompanharam esta deriva do homem, esta nossa deriva, neste cosmos que nos envolve e de que somos parte integrante. Para reflectir em torno destes temas tão perenes, mas sempre tão atuais. Para convosco interagirmos sobre estes valores que venceram e vencem, todos os dias, as barreiras do esquecimento.
Para interagir connosco convidámos Fátima Eusébio, dispensa apresentações, é doutorada em História da Arte, professora universitária com vasta obra publicada e neste momento a desempenhar funções no departamento dos bens culturais da diocese de Viseu. Convidámos, igualmente, José Cardoso, pároco de Sátão, Mioma, Rio de Moinhos e São Miguel de Vila Boa e arcipreste do arciprestado do Dão. E connosco temos também, Carlos Paixão, mais do que professor do Agrupamento, também ele um apaixonado pelas questões culturais, pelo património e com vasta obra publicada.
É pois através deles e com eles e convosco que hoje aqui queremos estar e daqui queremos sair um pouco mais, um tudo-nada, enriquecidos, mas sobretudo daqui sair com um maior sentimento de pertença.
Da minha parte tentarei moderar, moderadamente. Obrigado a todos.
Foto: Miguel Azevedo | Alive FM

sábado, 28 de janeiro de 2017

Sátão: Colóquio sobre património religioso foi um êxito

Notícia DÃO E DEMO
O colóquio “Património religioso, fé, arte e cultura”, que teve lugar nesta sexta-feira, dia 27 de janeiro, concitou uma elevada participação dos satenses o que proporcionou uma completa enchente do auditório da Casa da Cultura de Sátão.
Na mesa estiveram Maria de Fátima Eusébio, do departamento dos bens culturais da diocese de Viseu, padre José Cardoso, pároco de Sátão e arcipreste do Dão e Carlos Paixão, professor do Agrupamento de Escolas de Sátão.
A conversa, moderada por Acácio Pinto, fluiu por diversas áreas, em torno do tema proposto, e pela voz dos convidados foram-se ouvindo várias ideias em torno da fé nos nossos dias e na influência que hoje têm na religiosidade, na arte sacra e participação dos fiéis nas festividades litúrgicas, sobretudo pela voz do padre José Cardoso.
Já Fátima Eusébio, de forma detalhada traçou um quadro, ainda que breve, face às circunstância, da vasta riqueza artística e patrimonial existente no concelho de Sátão, deixando, igualmente, algumas “dicas” a serem seguidas aquando de intervenções a efectuar nas capelas ou igrejas.
Carlos Paixão, deixando a sua visão de leigo, foi falando da importância do património e não se furtou em traçar um roteiro de locais do concelho que devem ser visitados por alguém que queira vir efectuar uma deslocação ao concelho com esse objectivo.
No final, várias pessoas, dentre o público presente, quiseram que os convidados aprofundassem alguns aspectos específicos do património religioso concelhio, colocando-lhes algumas questões.
Antes do início do colóquio intervieram a directora do Agrupamento, Helena Castro, e o presidente da Câmara de Sátão, Alexandre Vaz.
A organização deste colóquio foi do jornal digital Dão e Demo e do Agrupamento de Escolas de Sátão, tendo-se contado com o apoio da Câmara Municipal de Sátão, da Caixa Agrícola do Vale do Dão e do Alto Vouga, da rádio Alive FM e dos jornais Caminho e Gazeta de Sátão.
Fotos: Dão e Demo | Miguel Azevedo – Alive FM

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Feira 2017 do Pastor e do Queijo de Penalva do Castelo já tem data marcada

Já tem data marcada a Feira do Queijo de Penalva do Castelo, um dos eventos mais marcantes do concelho e da região.
A Feira do Pastor e do Queijo vai realizar-se nos dias 11 e 12 de fevereiro, sábado e domingo, e como é habitual, para além da presença dos produtores de queijo, Penalva do Castelo vai ser uma montra para todo uma vasta gama de produtos endógenos e artesanato, desde o vinho, o pão, os enchidos e diversas exposições que colorirão ainda mais este evento que se realiza há 26 anos no concelho.
Quem vai marcar presença para levar esta iniciativa a todo o país e aos penalvenses espalhados pelo mundo será a RTP1 com o programa “Aqui Portugal”, na tarde de sábado dia 11 de fevereiro, entre as 14 e as 20 horas. Já no domingo a festa será animada pelo popular cantor Augusto Canário & Amigos.
A organização deste evento é do município de Penalva do Castelo.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

HBA Evantur, empresa de animação turística, deslocou-se à Escola de Sátão a convite dos alunos de turismo


Notícia DÃO E DEMO
No âmbito do módulo “Tipos de animação turística”, da disciplina de “Técnicas de acolhimento e de animação”, os alunos do curso profissional de Técnico de Turismo Ambiental e Rural convidaram e receberam, na aula do dia 10 de janeiro, dois responsáveis da empresa HBA Evantur, Hélder Aguiar e Cátia Almeida, com o objectivo de conhecerem a sua actividade.
A HBA Evantur é uma empresa de animação turística, com cinco anos de existência, sedeada na Silvã de Baixo, concelho de Sátão, e que tem vindo a desenvolver o seu trabalho de animação turística de rua junto das autarquias e de animação de eventos de natureza privada junto das empresas da região, apresentando sempre um vasto leque de propostas.
A empresa igualmente trabalha para grupos de turistas, organizando, nestes casos, programas de deslocações ao país e toda a logística associada a essas iniciativas, desde espaços culturais e paisagens a visitar, atividades a desenvolver, locais onde degustar a nossa gastronomia e onde dormir.
Foi de toda esta diversidade de atividades que Hélder Aguiar falou aos alunos, ilustrando a sua intervenção com dois vídeos, um motivacional e outro de promoção turística do nosso país.
No final os alunos puderam colocar questões sobre a animação turística e sobre a empresa às quais Hélder Aguiar respondeu detalhadamente.
Foi uma aula diferente que permitiu aos alunos sentir a realidade e perceber a realidade através de alguém que no seu dia a dia a vive no seu trabalho.
Fonte: Agrupamento de Escolas de Sátão

Aguiar da Beira vai receber mais uma prova de orientação em 2017

O Ori-Estarreja é mais uma vez o organizador do “O” Meeting 2017 (ABOM) que vai ter lugar no concelho de Aguiar da Beira no próximo mês de março.
O ABOM 2017 é um evento de Orientação Pedestre que será constituído por três etapas, uma distância Média, um Sprint e uma distância Longa.
Este evento conta para a Taça de Portugal Vitalis e para o Ranking Mundial.
Para este evento previsto para os dias 3, 4 e 5 de março de 2017, depois de outros eventos desta modalidade já realizados no concelho, o Ori-Estarreja, desafios todos a participarem dizendo que sejam “atleta, amante da natureza ou alguém que nunca participou numa prova de Orientação”, todos estão convidados a inscreverem-se e a participarem.
Para mais informações podem ser consultadas as páginas digitais referentes a esta iniciativa: Facebook, ou no site ABOM2017.
Foto: Flickriver

domingo, 8 de janeiro de 2017

19º Encontro de canatres de janeiras de Sátão

Notícia Dão e Demo
Teve lugar neste sábado, dia 7 de janeiro, o 19º Encontro de cantares de janeiras de Sátão, que mais uma vez decorreu na igreja de Santa Maria.
A organização, como sempre, esteve por conta do ZAATAM, grupo de recolha e divulgação da música popular de Sátão, e o encontro deste ano contou, para além do grupo anfitrião, com os grupos de concertinas de São Miguel de Vila Boa, do Grupo de Cantares “Pena Alba”, de Penalva do Castelo, e do Grupo de Danças e Cantares de Perre, de Viana do Castelo.
Um a um foram desfilando pelo “palco” da igreja os grupos participantes e uma a uma foram sendo entoadas as cantigas de janeiras e de reis que foram trazidas a Sátão, todas elas muito aplaudidas e algumas, mesmo, cantadas em uníssono pelo vasto público presente que encheu, por completo, a igreja neste final de tarde de sábado.
Mas se a temática das cantigas era a mesma, já a musicalidade que provinha do instrumental e das vozes, essa variava, e isso permitiu que este 19º encontro de cantares de janeiras de Sátão fosse um agradável momento de música popular, nas palavras de muitos presentes com quem contactámos.
O apoio a este evento foi da Câmara Municipal de Sátão, da Junta de Freguesia de Sátão, da Casa do Povo de Sátão, da Gazeta de Sátão, da rádio Alive FM, do Crédito Agrícola e das empresas Aledi , Alphacor e Alfervis.


Mário Soares: Liberdade e democracia!

Editorial DÃO E DEMO
Se tivéssemos que sintetizar a vida de Mário Soares, que hoje nos deixou, duas palavras bastariam: Liberdade e democracia!
Todo o seu trajeto, toda a sua luta, todo o seu vigor, ao longo destas mais de nove décadas de vida, tiveram como substrato estes valores maiores da vida em sociedade, tal qual ele e tantos outros a idealizaram, pagando muitos, nesse combate que travaram, com a própria vida e tantos outros sofrendo perseguições pela polícia política, não poucas vezes, seguidas de prisão em Caxias, em Peniche ou no Tarrafal.
Liberdade e democracia foram, pois, aqueles valores com os quais ele nunca transigiu, pelos quais sempre lutou, até a sua terra, o seu país, os readquirir depois de quase cinco décadas de “Portugal amordaçado”, expressão que havia de ser o mote para um dos seus livros mais marcantes.
Olof Palme, político sueco, seu contemporâneo, defensor dos mesmos ideais, da social-democracia, traiçoeiramente assassinado nos anos 80, dizia que “política é querer” e de facto quando os homens querem, acreditam no que querem e querem (como quiseram) combater denodamente uma ditadura, que empobrecia Portugal e atirava o povo para a pobreza ou para a emigração, eles organizam-se, unem-se, mobilizam e fazem. Foi assim com Mário Soares. Para ele, fazer política, foi sempre querer. Assim foi quando lutou na clandestinidade contra a ditadura, quando protagonizou combates duros, depois do 25 de abril, pela consolidação da democracia indo para a fonte luminosa, quando conduziu o processo de adesão de Portugal à Comunidade Económica Europeia, quando foi o primeiro presidente da República civil e também quando juntou a esquerda em defesa da Constituição, há escassos quatro anos.
Mas Mário Soares, neste seu longo trajeto político, não travou só lutas contra a ditadura e contra seus opositores de outros partidos, também as travou com seus camaradas socialistas, sempre com a mesma determinação e o mesmo vigor. Quem não se lembra das divergências com Salgado Zenha a propósito da reeleição de Eanes, que deu origem ao “ex-secretariado”, também apelidado de grupo do sótão, de que Guterres, Constâncio e Sampaio eram rostos? E aquela, com Manuel Alegre, nas presidenciais de 2005? E aqueloutras, no período revolucionário, com Manuel Serra, com Aires Rodrigues e Carmelinda Pereira?
Tantas e tantas lutas, ou não tivesse sido, afinal, Mário Soares, um inveterado lutador, um permanente activista de uma cidadania plena, um devoto da democracia e da liberdade, um amante do debate político e da diversidade de ideias.
De facto “só é derrotado quem desiste de lutar”. Nunca foi o teu caso, Mário Soares!
Obrigado.
Foto: Fundação Mário Soares

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Crédito Agrícola foi distinguido com o prémio Cinco Estrelas na categoria de atendimento ao cliente

Notícia DÃO E DEMO

Vai para três o número de anos, consecutivamente, que o Crédito Agrícola foi distinguido com o prémio 5 estrelas.
Este prémio atribuído na categoria "Banca - Serviço de Atendimento ao Cliente ", colocou o Crédito Agrícola como o melhor entre os vários Bancos concorrentes.
Esta distinção assenta em diversos fatores de que se destacam a confiança, a relação qualidade-preço, a inovação, a satisfação e a intenção de compra.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

10 milhões para projetos de turismo no interior | Estão abertas as candidaturas, até 31 de dezembro

Notícia DÃO E DEMO
Abriram as candidaturas à linha de apoio à valorização turística do interior, destinada a apoiar a operacionalização de projetos turísticos previstos no Programa Nacional para a Coesão Territorial lançado pelo Governo, programa este aprovado no Conselho de Ministros de 20 de outubro. Este programa, como se sabe, foi desenvolvido pela Unidade de Missão para a Valorização do Interior com a finalidade de tornar o território do interior mais coeso, competitivo, sustentável, conectado e colaborativo.
O despacho que operacionaliza este processo foi publicado no Diário da República de 30 de dezembro de 2016, assinado pela secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho. O montante previsto é de 10 milhões de euros para iniciativas públicas e privadas que promovam a valorização do património e dos recursos endógenos das regiões do interior, que diversifiquem a oferta turística, nomeadamente de cycling & walking, turismo de natureza, turismo equestre, revitalização das termas e dinamização turística das aldeias.
Os montantes máximos de apoio para as empresas é de 150 mil euros, enquanto que para as entidades públicas e privadas sem fins lucrativos esse montante ascende até aos 400 mil euros. Isto mesmo se pode ler no despacho que refere “os apoios financeiros ascendem a 90% do valor das despesas elegíveis dos projetos, com o limite máximo de 150.000,00 euros no caso das empresas, e de 400.000,00 euros no caso das demais entidades, incluindo as de natureza privada sem fins lucrativos".
As candidaturas estão abertas até 31 de dezembro de 2017.
Foto: Quinta Chave Grande

domingo, 1 de janeiro de 2017

Votos de um desafogado 2017

[Editorial DÃO E DEMO]
Antes do slogan “há mar e mar há ir e voltar”, Alexandre O’Neill propôs, sem êxito, “passe o verão desafogado”.
E se aqui trago este anúncio desse magnífico poeta e publicista criativo tem a ver com o ano que agora se inicia, com 2017, e que muito gostaria que fosse mais, ainda mais, desafogado para Portugal e para os portugueses.
E que fosse desafogado, literalmente, no verão, mas desafogado todo o ano, na sua vertente de mais conforto, de mais autonomia, de melhor poder de compra, afinal de mais uns trocos na carteira de todos quantos pagaram e estão a pagar (e que são sempre os mesmos!) esta crise dura e cínica. Sim, cínica… pois não “afogou” um que fosse dos the world’s richest, listados pela Forbes, nem um dos nossos mais ricos, listados pela Exame. Ao invés, estão todos mais nédios, brunidos e com as contas bem mais obesas.
E não me venham com a prédica de sempre: que eles são bons gestores, que eles têm elevadíssimas responsabilidades, que eles correm muitos riscos, que, que, que…
Com certeza que sim. Mas a quem tiro o chapéu é àqueles, sim a todos estes e aqueles, que no seu quotidiano, no dia-a-dia, tantas vezes a meio do mês têm que decidir a forma de se alimentar, de pagar a conta da eletricidade, de vestir os filhos, de comprar os medicamentos e de saldar as contas (pornográficas!) das cartelizadas operadoras de telecomunicações, que depois distribuem os lucros, chorudos, pelos futebóis e pelos investidores “responsavelmente” sediados num qualquer paraíso fiscal.
É perante estes que me vergo, perante os que têm que deixar, quantas vezes, de ir “a festas” para poderem comer uma sopa e um minguado naco de carne. É para estes que desejo um ano desafogado, com mais poder de compra, com uma melhor sina, que não seja sempre negro fado.
Votos, igualmente, de que, desafogado, signifique direcionar a política para onde ela, de facto, deve estar direcionada, para reduzir – nunca para aumentar, como tem sido o caso – esse colossal fosso entre os mais ricos e os praticantes forçados, cada vez em maior número, do salário mínimo nacional, quando não, de muito menos.
É que o cerne, o busílis da questão, em Portugal, na Europa e no mundo, desta deriva populista e radical que atravessamos pode ter muitas explicações mas há uma que é o seu lastro: a injusta e iníqua distribuição da riqueza que condena e “afoga” sempre os mesmos às dificuldades e à pobreza!

Os meus votos de um desafogado 2017!