domingo, 28 de agosto de 2016

Câmara vai promover a III edição da Feira do Vinho 'Dão de Penalva' | este domingo - 28 de agosto

Notícia DÃO E DEMO
Terá lugar, este domingo, dia 28 de agosto, no largo do Pelourinho, em frente ao edifício dos antigos paços do concelho de Penalva do Castelo, a III edição da Feira do Vinho “Dão de Penalva”.
O certame realiza-se a partir das 16:00 e contará com a presença dos produtores e engarrafadores do concelho, que aproveitarão o evento para dar a provar e comercializar os vinhos que produzem.
À semelhança do ano passado, acoplado à feira do vinho decorrerá a segunda edição do Mercado Rural, onde os produtores do concelho, nomeadamente os pequenos produtores poderão escoar os seus excedentes agrícolas.
Nesse mesmo dia à noite será a vez de animação prosseguir no palco das festas com a atuação da Tuna Realense, Grupo Musical Lua Cheia e as BOMBOCAS.
Fotos: Feira do vinho 2015

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

‘Mexer os cordelinhos’: Em exibição num cinema perto de si!

Opinião DÃO E DEMO
Quem não conhece a expressão popular “mexer os cordelinhos”? Quem nunca a escutou? Quem não conhece alguém que já tenha usufruído ou sido prejudicado pelos cordelinhos que alguém manobrou?
“Mexer os cordelinhos” tem, aliás, o mesmo efeito prático que a mais que celebrizada locução “meter uma cunha”.
E não se pense que este fenómeno está em regressão. Que tem os dias contados. Ele é tão antigo quanto o homem e tem vindo a consolidar-se e a sofisticar-se nestes tempos da hipermodernidade.
É assim como que uma atividade secundária para uns, mas a tempo inteiro para tantos outros.
Mas é sempre uma atividade que funciona no meio de duas vontades. De quem mexe os ditos ou mete a cunha, como se queira, e de quem deixa que lhe peguem na mão. De quem aceita subjugar-se. Servilizar-se, servindo-se.
São tráficos de influência. Corrupção. Peculato.
Nuns casos para receberem umas pequenas benesses. Para ganharem uns pechisbeques. Para fazerem um estágio em que têm que devolver a “massa” ao “magnífico” patrão. Outros não. Outros é mesmo para “traficarem” á séria. Para ganharem “diafanamente”, de preferência, aqueles negócios que verdadeiramente contam. Para ficarem com os diamantes da jangada de pedra.
Estamos perante um modo de vida. Diário. De tantos cidadãos. Uns mais nossos conhecidos do que outros. Uns mais “regulares” cumpridores dos ensinamentos bíblicos e sociais e outros verdadeiramente despudorados. Uns “trabalhando” lá longe. Bem além da cordilheira central. Outros aqui mesmo ao lado. Nas beiras da nossa vida.
Uns atuando mais em fundos estruturantes e estruturais, outros nos dinheiros da nação. Uns indo aos bolos regionais, outros abastecendo-se nas contas municipais.
E assim sendo, está-se mesmo a ver que uns atuam no paço. Outros alimentam-se nos paços. Uns nos politburos. Outros nos gabinetes da administração. Uns em sofás à volta de mesas de centro. Outros em cadeirões à volta das mesas em pé de galo.
E pronto, como tanto gostamos de dizer, são todas “boas pessoas”, porém as pessoas boas, essas, levam sempre com a porta na cara!
É este o fado tão português em exibição permanente num cinema próximo de si.

domingo, 21 de agosto de 2016

Sátão: Está inaugurado o monumento de homenagem aos combatentes

Notícia DÃO E DEMO
Foi inaugurado este sábado, dia 20 de agosto, pelas 11:00 h, em Sátão, dia do feriado municipal, o monumento de homenagem aos combatentes da guerra do ultramar, de que tínhamos dado conta.
A cerimónia teve lugar na rotunda das ruas 20 de setembro, dr. Hilário Almeida Pereira e estrada do Cardal, onde se encontra o monumento de homenagem aos combatentes e que consiste numa estrutura em placas de granito encimadas por um soldado em continência, voltado para o Sátão.
Esta cerimónia que contou com a presença de muitos satenses que se associaram ao evento e homenagearam os que combateram entre 1961 e 1974 nas colónias africanas portuguesas, teve intervenções, depois da bênção pelo padre José Cardoso, de Carlos Gil, ex-combatente, que já tinha sido um dos oradores do colóquio Dão e Demo sobre a guerra colonial, de José Tomás, presidente do núcleo de Viseu da Liga e também orador no colóquio, e de Alexandre Vaz, presidente da Câmara Municipal de Sátão.
No final foi efetuada uma cerimónia militar protagonizada por militares do Regimento de Infantaria 14 de Viseu e foi depositada uma coroa de flores junto ao monumento.
A encerrar todos os ex-combatentes presentes tiraram uma fotografia junto ao monumento e que aqui reproduzimos.
DÃO E DEMO

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Colóquio Dão e Demo sobre o futuro da região Viseu Dão Lafões: Intervenção do público (2)

Notícia DÃO E DEMO
Apresentamos hoje o vídeo com a segunda parte das intervenções do público em que constam as três últimas intervenções do público presente no Colóquio Dão e Demo sobre o futuro da região Viseu Dão Lafões e as respostas dos nossos convidados, José Junqueiro e Fernando Ruas.
Deste vídeo, que está disponível no canal Dão e Demo do Youtube, constam as perguntas e considerações efetuadas por Paulo Soares, Fernando Morais e Carlos Rodrigues.
Paulo Soares teceu considerações em torno da demografia e introduziu a acessibilidade aérea no debate e falou da solidariedade ou falta dela entre municípios. Já Fernando Morais centrou-se nas questões nas questões do planeamento, no PNPOT, nas políticas do território e como é que se pode inverter este processo da administração central que tem prejudicado o interior. Finalmente Carlos Rodrigues trouxe para o debate questões concretas da região como sejam alguns investimentos projetados, casos da barragem da Maeira e a central termoelétrica para a região de Viseu.
Vale a pena ouvir as perguntas e as respostas, pela relevância das perguntas e pela importância das respostas dadas pelos nos convidados, Fernando Ruas e José Junqueiro.
No outono voltaremos com os colóquios Dão e Demo.

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Diretor geral artístico da cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos é natural do concelho de Sátão

Notícia DÃO E DEMO
Tem raízes no concelho de Sátão, mais concretamente em Rãs, aquele que foi o diretor geral artístico da cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016 e que também vai ser o responsável da cerimónia de encerramento, bem como das cerimónias dos Paralímpicos.
Trata-se de Abel Gomes, “cenógrafo atuando há mais de 35 anos na direção de grandes espetáculos” segundo pode ler-se na página Cerimónias Cariocas 2016, uma parceria entre a Filmmaster e a SRCOM, empresas responsáveis pelo evento.
Abel Gomes na sua condição de diretor geral artístico da cerimônia de abertura foi o responsável por constituir uma equipa de criativos, o que fez, com  Andrucha Waddinton, Daniela Thomas e Fernando Meirelles, para participar no projeto.
Segundo Teresa Levin, da meio&mensagem, Abel Gomes “através de sua empresa, SRCOM, ele ganhou a concorrência para desenvolver as cerimônias das Olimpíadas e das Paralimpíadas ao se unir à italiana Filmmaster Group na Cerimônias Cariocas e vencer a concorrência mundial para ficar à frente do projeto nos dois eventos mundiais. Com uma carreira de 30 anos na área de criação e direção de grandes espetáculos, ele traz em seu currículo as oito últimas edições do Reveillon de Copacabana, a Jornada Mundial da Juventude no Rio, especiais de Roberto Carlos, além de projetos cenográficos e de direção da visita do Papa João Paulo II ao Brasil (1982/1997), a Árvore de Natal da Bradesco Seguros (1996 a 2010) e Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1, entre outros projetos marcantes.”
A cerimónia de abertura dos jogos teve lugar na noite de 5 de agosto, na passada sexta-feira, e o paradigma da cerimónia foi alterado, deixando de ser baseado no “high-tech” e na “dependência de grandes efeitos eletrónicos” para ter por base a “inventividade analógica” em que houve muita utilização da “riqueza da cultura popular brasileira e da garra e paixão de milhares de voluntários” segundo a equipa responsável pela cerimónia que contou com um décimo do orçamento dos jogos de Londres 2012.
Quem alertou Dão e Demo para este facto foi Ernesto Júlio Lopes, também ele com dupla nacionalidade e tal como Abel Gomes com ligação à aldeia de Rãs, concelho de Sátão. Ernesto Júlio escreveu, na sua página do Facebook, que Abel Gomes “é filho de portugueses, sendo que os seus pais nasceram numa aldeia chamada Rãs (…) e o próprio Abel também é português e nasceu nesse local, vindo para o Brasil acompanhando os seus pais e irmãos ainda criança e agora como todos nós portugueses que vieram para o Brasil quando criança também tem dupla cidadania.”
SOBRE A ATIVIDADE DE ABEL GOMES
“Cenógrafo atuando a mais de 35 anos na direção de grandes espetáculos. Fundador e diretor da P&G Cenografia e sócio CCO da SRCOM. Assinou a concepção e cenografia de diversos shows na TV Globo. Participou dos projetos cenográficos e direção artística da Jornada Mundial da Juventude em 2013; das Cerimônias dos Jogos Mundiais Militares Rio 2011; Show de 50 Anos da TV Globo; da Casa Brasil nos Jogos Olímpicos de Sidney 2000, Atenas 2004, Beijing 2008 e Londres 2012; além da concepção de projetos como o Réveillon de Copacabana (desde 2008); o Revezamento da Tocha Olímpica no Rio de Janeiro (2004), entre outros.” –  In: Cerimónias Cariocas 2016.
Foto: Cermónias Cariocas 2016

sábado, 6 de agosto de 2016

Sátão: Caminhada solidária ‘O QUE NOS LIGA’, a realizar a 21 de agosto

Notícia DÃO E DEMO
No dia 21 de agosto, domingo, a partir das 8h30 irá realizar-se a Caminhada Solidária “O que nos LIGA”, uma organização do Grupo de Voluntariado Comunitário de Sátão do Núcleo Regional do Centro da Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC), com o apoio do Município de Satão e da Junta de Freguesia de Sátão.
Com a realização desta iniciativa pretende-se sensibilizar a população para a adoção de estilos de vida saudáveis, como forma de promoção da saúde e prevenção do cancro, bem como divulgar a LPCC e os serviços de apoio ao doente oncológico e família, e angariar fundos.
A caminhada “O que nos Liga”, que percorrerá as ruas da vila, terá início junto à Câmara Municipal de Sátão, local de concentração dos participantes às 8h30.
A inscrição, no valor de cinco euros, e que reverte na totalidade a favor da Liga, inclui a oferta de um kit que inclui, t-shirt, água e folhetos informativos. Mais informações e inscrições junto dos voluntários do Grupo de Voluntariado Comunitário de Sátão, através dos seguintes contactos: António Silva – 960045684, Rosário Carvalho – 939395376; Isabel Santos – 936655628; Helena Correia – 964346445.
AFS | Foto: +Wedding

terça-feira, 2 de agosto de 2016

O inferno da EN 229, Sátão – Viseu, está de volta

Notícia DÃO E DEMO
Se uma viagem entre Sátão e Viseu, ou vice-versa, é sempre uma viagem com duração imprevisível, face aos condicionalismos de ultrapassagem da EN 229, resultantes da requalificação do seu pavimento e nova sinalização, obra efetuada há alguns anos pelas Estradas de Portugal, então agora, nestes meses de verão, esta viagem pode tornar-se num verdadeiro inferno.
E pode sê-lo não só nas horas de maior fluxo, de manhã e ao final da tarde, mas durante todo o dia, pois os veículos em circulação aumentam substancialmente, face à elevada presença de turistas e de emigrantes na nossa região em julho e agosto, como Dão e Demo já constatou esta semana, sobretudo nos locais onde há sinais luminosos, com o principal constrangimento a acontecer junto de Cavernães quer no acesso quer na saída de Viseu.
Para além disso há a referir que a própria via apresenta já sinais evidentes de degradação e começa a exigir uma atenção especial, de requalificação do pavimento, por parte das Infraestruturas de Portugal (IP).
Recorde-se que durante vários anos esteve prevista a construção de uma variante à EN 229, uma estrada nova, entre o Pereiro (Sátão) e o IP5, a passar a sul do atual traçado, atravessando São Pedro de France, Cavernães, Mundão e Rio de Loba, que, inclusivamente, foi alvo de estudo de impacto ambiental. Porém, o anterior governo, decidiu suspender essa via e avançar para uma requalificação da atual estrada com a criação de faixas de lentos em alguns locais e a variante à EN 229 a deixar de ser entre o Pereiro e o IP 5 e passar a ser entre o parque empresarial do Mundão e o IP5, uma variante de escassos 5 km a ser executada exclusivamente no concelho de Viseu.
Esta última decisão, “apadrinhada” por Passos Coelho, numa sessão efetuada na Câmara de Viseu, estaria para avançar durante o ano de 2016, segundo ali foi anunciado em julho de 2015, porém até ao momento nada se conhece acerca do cronograma desses trabalhos que, como se vê, são urgentes.
Dão e Demo continuará a acompanhar esta situação.

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Intervenções do público no colóquio Viseu Dão Lafões: Ricardo Santos, José Tomás e José Moniz

Notícia DÃO E DEMO
Apresentamos hoje as primeiras três intervenções do público presente no Colóquio Dão e Demo sobre o futuro da região Viseu Dão Lafões e as respostas dos nossos convidados, José Junqueiro e Fernando Ruas.
Deste vídeo, que está disponível no canal Dão e Demo do Youtube, constam as perguntas e considerações efetuadas por Ricardo Santos, José Tomás e José Moniz.
Foram questões objetivas, que se centraram nos autarcas do século XXI, nas questões da economia social e sobre quais os projetos objetivos que existem para a região.
Vale a pena ouvir as perguntas e as respostas. Por exemplo Fernando Ruas aos 27’ do vídeo enumera algumas obras que foram feitas no “seu” território durante o seu tempo de presidente, novo hospital, instituto da juventude, várias escolas, loja do cidadão, autoestradas, acessos à cidade… e não deixou de enviar mais uma farpa para Viseu ao dizer que não sabe “se em dois anos é possível fazer mais do que isto”.