sábado, 30 de julho de 2016

Sátão: II Meeting Dão Lafões, de orientação, vai passar pelo Nosso Senhor dos Caminhos

Notícia DÃO E DEMO
Será no próximo mês de outubro, nos dias 8 e 9, sábado e domingo, que a orientação, uma modalidade em franco crescimento, vai regressar ao concelho de Sátão, mais concretamente ao Santuário de Nosso Senhor dos Caminhos, em Rãs, num espaço onde já decorreu em 20 de fevereiro de 2012 uma prova internacional, Portugal O Meeting, que juntou 1800 participantes, dos quais 1100 eram estrangeiros.
Desta feita trata-se do II Meeting Dão Lafões em orientação pedestre e as provas decorrerão no dia 8 de outubro às 11:00 h uma prova de “Distância média” e às 21:00 h terá lugar a prova de “Mass Start Noturno”. Já no dia 9 de outubro, domingo, às 10:00 h, irá para o terreno a prova de “Distância longa”.
A organização estará por conta do Clube de Orientação de Viseu, da Federação Portuguesa de Orientação e da Câmara Municipal de Sátão.
Entre outros apoiam este II Meeting a União das Freguesias de Romãs, Decermilo e Vila Longa, a freguesia de Avelal, a Associação dos Bombeiros Voluntários de Sátão e o Regimento de Infantaria 14 de Viseu.

domingo, 24 de julho de 2016

Fernando Ruas em Sátão, no colóquio Dão e Demo, com farpas para Viseu

Notícia DÃO E DEMO
Apresentamos hoje o segundo vídeo do colóquio Dão e Demo sobre o futuro da região Viseu Dão Lafões, este com a intervenção de Fernando Ruas, que acabámos de disponibilizar no nosso canal do youtube. O colóquio, como se sabe, realizou-se no dia 8 de julho na Casa da Cultura de Sátão e nele também participou José Junqueiro.

“Tanta gente que gostava que eu não falasse, mas aqui no Sátão dão-me essa oportunidade”
Fernando Ruas, como se pode certificar no vídeo, abriu com um agradecimento pelo convite, mas acrescentou uma farpa dizendo que há “tanta gente que gostava que eu não aparecesse e não falasse e aqui no Sátão dão-me essa oportunidade e eu agradeço por isso”.
E entrando no tema do colóquio apontou, desde logo, o dedo dizendo que “quem tem falhado é a administração centra”, pois “as autarquias têm feito o seu trabalho” exemplificando com a infraestruturação geral dos territórios. E a falha da administração central tem gerado um país litoralizado e “isso não é bom para um país desenvolvido”.
E o eurodeputado aproveitou para dizer que devemos utilizar “cá dentro”, em Portugal, o mesmo discurso que utilizamos com a UE. Quando os governos dizem que não pode haver países “altamente desenvolvidos e países menos desenvolvidos” na UE, então comecemos por dar o exemplo em Portugal a nível dos concelhos. Exemplificou com o caso de Lisboa que disse ter “catorze vezes e meia o poder de compra do concelho de Penedono”, acrescentando que “isto não é possível, esta assimetria não pode continuar”. Mas, igualmente, disse que não pode continuar a assimetria dentro da região. Não pode Viseu Dão Lafões “contribuir com 12% para a produção de riqueza da região Centro mas, neste momento, dos fundos comunitários nós temos não chega a 1% da região. É preciso que alguém levante a voz para dizer calma lá, não estamos a ser tratados convenientemente.”


“se virem um político a falar muito e arranjar excelentes assessores e muita imagem é para tratar do futuro dele, se ele quiser tratar do futuro da população faz obras.”
E é nesta fase da sua apresentação que Fernando Ruas utiliza a ironia e lança mais uma farpa dirigida a Viseu, para criticar aqueles políticos que contratam muitos assessores de comunicação e de imagem, ao dizer que “quem tinha razão era o padre António Vieira quando dizia que para falar ao vento eram só precisas palavras, mas para falar ao coração são precisas obras”, concluindo que “se virem um político a falar muito e arranjar excelentes assessores e muita imagem é para tratar do futuro dele, se ele quiser tratar do futuro da população faz obras.”
Mas regressando às questões concretas da região, Fernando Ruas destacou as acessibilidades regionais, falando sobre a ligação Viseu-Coimbra, que agora se chama “Via dos Duques”, para dizer que até o próprio nome é incompreensível fazendo uma analogia com o jogo das cartas em que “o duque é aquela carta mais baixa do baralho”, quando já havia um corredor de “ligação a Coimbra que todos conhecíamos”. “Andamos sempre a mudar, alguém a reverte, para ficar bem na fotografia”, concluiu.
Mas Fernando Ruas não deixou, igualmente, de criticar a solução ferroviária que designou “em escada”. E concretizou dizendo que saímos do porto de Aveiro até à linha do Norte, descemos até à linha da Beira Alta e depois subimos, por esta, para a Europa, acentuando que “uma ligação em escada também se pode fazer mas normalmente as pessoas caem”.
E Fernando Ruas concluiu a sua intervenção com uma imagem, a do jogo de ténis, para dizer que estamos a ver passar as bolas entre Lisboa e Porto. As verbas e os equipamentos “vão de Lisboa para o Porto e do Porto para Lisboa e nós só apanhamos uma ou outra bola que caia na rede. “esta postura não pode ser consentida; devemos fazer a exigência necessária para que se altere esta distribuição dos meios” no futuro.

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Praia Fluvial do Trabulo: Do sucesso da praia aos problemas nos acessos

Notícia DÃO E DEMO
A Praia Fluvial do Trabulo, no rio Vouga, concelho de Sátão, desde que ficou concluída, na segunda quinzena de junho, tem vindo a acumular enchentes, quase diárias, de veraneantes, como se pode constatar pelas fotos que publicamos, tiradas esta quarta-feira, dia 20 de julho. E nos fins de semana o problema ainda é maior. Aos sábados e domingos chegar à praia e estacionar o carro é um verdadeiro quebra-cabeças e depois disputar um metro quadrado de relva para estender a toalha é, verdadeiramente, mais difícil do que caçar os pokémon’s mais raros.
Pode-se dizer que o problema está na origem, que deveria, em simultâneo com a praia, ser alargada e retificada a estrada de acesso a partir do Santuário de Nosso Senhor dos Caminhos, de Rãs, e da EM Decermilo-Vila Boa. Mas o que é facto é que tal não foi efetuado e a Câmara de Sátão para tentar obviar a este constrangimento, em resultado de tal número de frequentadores vindos de toda a região, resolveu condicionar os acessos, optando por criar um sentido único entre o Santuário do Senhor dos Caminhos e a Quinta do Trabulo.
Ora esta situação, do sentido único, mereceu desde logo muitos reparos e fortes críticas por parte de diversos utilizadores da praia por nós contactados, mas sobretudo por parte de moradores que ali residem e têm terrenos que se viram, de um momento para o outro, impedidos de aceder às suas propriedades agrícolas e florestais, tendo, em alguns casos que fazer mais de 5 km, para não incumprir com a nova sinalização, para um trajeto de escassas centenas de metros.
Mas a onda de protestos não se tem ficado só por palavras e os sinais colocados já foram alvo vandalismo, através de pinturas, o que tem obrigado a Câmara a intervenções quase diárias para repor a situação.
Face a toda esta problemática são muitas as vozes a alvitrar outras soluções sendo que aquela que mais convergência gera por parte de moradores na Quinta do Trabule e em Rãs, ao que Dão e Demo apurou, é a da proibição do estacionamento entre a Quinta do Trabulo e o Santuário de Nosso Senhor dos Caminhos, podendo os frequentadores da praia, depois de esgotar os escassos lugares de parque de estacionamento da praia, utilizar os parques do Santuário e deslocarem-se cerca de 300 metros a pé até à praia.
Dão e Demo apurou que esta opção poderá vir mesmo a ser a opção a tomar pela Câmara a curto prazo.




segunda-feira, 18 de julho de 2016

Sátão: Casa da Aprendizagem da Enterranha está quase concluída

Notícia DÃO E DEMO.
A Casa da Aprendizagem da Quinta da Enterranha a que nos havíamos referido em anterior edição do Dão e Demo está praticamente concluída como se pode verificar pela foto que publicamos e pela sequência evolutiva que pode ser consultada no site que a comunidade ali residente disponibiliza na internet.
A escola, ou Casa da Aprendizagem, como lhe chamam, resulta de uma necessidade que a comunidade sentiu uma vez que tem neste próximo ano letivo duas crianças em idade de iniciarem a escolaridade. E a opção, em vez de as colocarem no sistema de ensino público, foi a de lhes proporcionarem “ensino doméstico”, ou seja aprendizagem que lhes é ministrada pelos próprios pais ou elementos da comunidade.
A sala de atividades, no primeiro piso, tem uma área de cerca de 24 metros quadrados e no rés-do-chão existe igual área que irá funcionar como cantina.
Este Casa da Aprendizagem é o resultado de uma vontade coletiva de 17 pessoas que vivem na Quinta da Enterranha, no concelho de Sátão, e onde pretendem construir uma “eco aldeia”. Para construírem a escola lançaram uma campanha de angariação de fundos através da internet e fizeram um apelo para que, para além do dinheiro, lhes doassem materiais diversos bem como pessoas que voluntariamente quisessem ajudar na construção.
O resultado começa já a ganhar forma.
Dão e Demo continuará a acompanhar a evolução da Casa da Aprendizagem e dela irá dando notícias.

Vídeo com a intervenção de José Junqueiro no colóquio ‘Viseu Dão Lafões: que futuro?’

Apresentamos hoje o primeiro vídeo do colóquio Dão e Demo sobre o futuro da região Viseu Dão Lafões em que foram nossos convidados Fernando Ruas e José Junqueiro e que se realizou no dia 8 de julho na Casa da Cultura de Sátão.
Neste vídeo que está disponibilizado no canal Dão e Demo do youtube, para além da intervenção de José Junqueiro, estão igualmente registadas as palavras de saudação do vice-presidente da Câmara Municipal de Sátão, Paulo Santos, na impossibilidade de ter estado presente o presidente da autarquia, bem como podem ser visualizadas as palavras de introdução ao debate proferidas pelo moderador, Acácio Pinto.
Quanto à intervenção de José junqueiro ela centra-se, na sua parte inicial, nas questões demográficas (a partir dos 11’), problemática que foi dissecada pelo nosso convidado com recurso a diversas tabelas e gráficos para concluir que atravessamos “uma regressão demográfica em todos os concelhos com exceção de Viseu” dizendo que “parece que nem a indústria” acabou por travar essa regressão em muitos concelhos industriais da região.
Mas José Junqueiro foi também aos números do índice de envelhecimento na região Dão Lafões que já vai em 178 idosos por cada 100 jovens, quando em 2001 tínhamos 123 idosos para os mesmos 100 idosos, situação de elevada gravidade.
De seguida José Junqueiro falou sobre a EN 229 (a partir dos 18’ 50”) para dizer que “esta era uma estrutura importante” para o Sátão e para a região referindo que “nós já falamos nisto há muito tempo mas não andou… se há 9.000 pessoas por dia a fazer este trajeto porque é que o poder central não se entendeu?”. Mas sobre acessibilidades José Junqueiro também falou sobre a ligação Viseu-Coimbra referindo que “é minha convicção que muito dificilmente nestes próximos anos teremos alguma coisa de concreto no terreno”. “É que esta via era estruturante não só para a indústria da região e para a mobilidade das pessoas“, concluiu José Junqueiro.
Mas a ferrovia também passou pela intervenção de José Junqueiro (21’ 15”), que apelidou Fernando Ruas como “um combatente nesta matéria do caminho ferro”. Disse ainda que “durante todos estes anos esgotámo-nos em discussões permanentes e não fizemos um quilómetro, a única coisa que está feita é uma ligação do porto de Aveiro à linha do Norte, de resto nada foi concretizado”. José Junqueiro especificou que “não pode Viseu ser uma cidade que é uma mais-valia para toda a região não ter uma estação de comboio e não podem os concelhos junto á linha da Beira-Alta passar todos estes anos sem terem uma intervenção substantiva na linha”.
A partir dos 24’ e 20” José Junqueiro falou também da saúde, referindo-se concretamente ao “Centro Oncológico com radioterapia e nós nunca mais conseguimos ter este equipamento”, dizendo que estes equipamentos são fundamentais para criarmos atratividade.
As conclusões de José Junqueiro podem ser escutadas a partir dos 25’ e 24”: Vontade política para modificar alguma coisa; desconcentração de recursos e serviços (políticas fiscais ativas para as pessoas e empresas); esforço no apoio da economia social e solidária; criação de atividades económicas de forte componente tecnológica; escrutínio aos decisores.
Esteja atento, pois nos próximos dias publicaremos o vídeo com a intervenção de Fernando Ruas.
Pode visualizar este vídeo no canal Dão e Demo do youtube.

terça-feira, 12 de julho de 2016

Fernando Ruas e José Junqueiro debateram o futuro da região, com ironias à mistura

Notícia DÃO E DEMO
Fernando Ruas e José Junqueiro não deixaram os seus créditos por mais alheias no Colóquio Dão e Demo que teve lugar esta sexta-feira, dia 8 de julho, em Sátão, na Casa da Cultura.
Perante uma vasta assistência, os dois políticos, convidados do nosso jornal para dissertarem sobre o futuro da região Viseu Dão Lafões, foram incisivos e traçaram um quadro negro da região no que toca aos investimentos públicos em falta e às fragilidades que nos atravessam, com o “grosso” das culpas a irem direitinhas para a “administração central”, dizendo Fernando Ruas que “as autarquias têm feito o seu trabalho e democratizaram o investimento público”.
Mas indo às questões concretas, José Junqueiro mostrou a sua incompreensão perante a não execução de uma via de acesso condigna entre Viseu e Sátão, pois a EN 229 que tem “nove mil veículos por dia”, bem como mostrou a sua estupefação sobre a designada ligação Viseu Coimbra que já esteve no papel, já esteve em concurso e agora apresentam-nos a “Via dos Duques” para ligar Viseu a Coimbra.
Mas sobre esta via Fernando Ruas também não deixou de dizer que até o próprio nome é incompreensível fazendo uma analogia com o jogo das cartas para dizer que “o duque é aquela carta mais baixa do baralho”, quando já havia um corredor de “ligação a Coimbra que todos conhecíamos”. “Andamos sempre a mudar, alguém a reverte, para ficar bem na fotografia”, concluiu o eurodeputado que não deixou igualmente de criticar a solução ferroviária que designou “em escada”. E concretizou dizendo que saímos do porto de Aveiro até à linha do Norte, descemos até à linha da Beira Alta e depois subimos, por esta, para a Europa, acentuando que “uma ligação em escada também se pode fazer mas normalmente as pessoas caem”.
Sobre a ferrovia José Junqueiro referiu que só fizemos a ligação do porto de Aveiro à linha do Norte e “nem mais um quilómetro, esgotámo-nos em discussões permanentes”, para acrescentar que “não pode Viseu ser uma cidade que é uma mais-valia para a região e não ter estação de comboio e não podem os concelhos que estão junto à linha da Beira Alta passar todos estes anos sem terem uma intervenção substantiva na linha”.
Quanto ao contributo da região Viseu Dão Lafões para a riqueza da região Centro coube a José Junqueiro dizer que “contribuímos com 12% para a riqueza da região Centro” e que isso deverá ser devidamente salientado a todos os níveis mas sobretudo a nível dos equipamentos e infraestruturas, estranhando Fernando Ruas o facto de que apesar dessa geração de riqueza só tenhamos neste momento, a nível de verbas, apenas “cerca de 1% do PO regional”.
Mas Fernando Ruas foi mais longe e mostrou-se completamente descontente com a distribuição de verbas que vêm para a região. E deu a imagem do jogo de ténis para dizer que estamos a ver passar as bolas; as verbas e os equipamentos “vão de Lisboa para o Porto e do Porto para Lisboa e nós só apanhamos uma ou outra bola que caia na rede”. E acrescentou que “esta postura não pode ser consentida; devemos fazer a exigência necessária para que se altere esta distribuição dos meios” no futuro.
Também José Junqueiro deixou bem evidenciado que o futuro passa por vontade política e opções políticas claras, “não podemos passar sucessivos mandatos de sucessivos governos sem que aquilo que é considerado essencial e em que toda a gente está de acordo seja objeto de uma atitude em concreto para resolver esse problema; devemos ser criteriosos a quem entregamos o nosso voto”. Mas falou também da fiscalidade com peça fundamental para o futuro, bem como da economia social e das “atividades económicas de uma forte componente tecnológica” que possam fixar as gerações jovens que hoje são muito qualificadas.
A demografia foi um dos problemas que os dois conferencistas abordaram. Consideraram os seus resultados muito gravosos para a região. José Junqueiro, nesta matéria, avançou com gráficos sobre os valores populacionais nos últimos 150 anos bem como com o índice de envelhecimento, que passou de 123, em 2001, para 178 em 2014, ou seja por cada 100 jovens temos neste momento 178 idosos quando em 2001 tínhamos 123.
Fernando Ruas trouxe igualmente os valores da demografia para o colóquio e aproveitou para lançar uma ironia direitinha para Viseu ao dizer que trazia valores mas que “isto é capaz de estar muito desatualizado pois ouvi dizer que nos dois últimos anos isto evoluiu mais do que nos últimos 40; ou então isto avançou em progressão geométrica e estamos muito melhor”.
Mas as questões não se ficaram por aqui. Voltaremos nos próximos dias ao colóquio!
Nota: Ao longo da semana iremos publicar os vídeos integrais, com as intervenções, no canal Dão e Demo do Youtube.

domingo, 10 de julho de 2016

Este domingo vamos ‘tomar a Bastilha’!

Opinião DÃO E DEMO
Este domingo vamos “tomar a Bastilha”. Literalmente. Vamos tomá-la também para dizermos à Europa que não. Que Portugal não merece, não pode, não tem que sofrer sanções, não tem que sofrer penalties por faltas cometidas, nem sequer fora da área, mas fora das quatro linhas. E ainda por cima, faltas cometidas por terceiros e assinaladas contra nós, que nos limitámos a jogar futebol reprimido, mas futebol limpo.
E é também por isso que vamos “tomar a Bastilha”.
Seremos, não onze, mas onze milhões de pelejadores a tomar a Bastilha, glorificando Álvaro Coutinho, esse “magriço”, beirão, de Penedono ou de Trancoso, português portanto, mas que pôs em sentido uma Europa inteira a defender damas feridas na sua honra.
Não haverá reis sol, napoleões ou platinis que lhes valha! Todo o mundo confirmará como os requintes da tecnologia dos tgv ou dos aviões supersónicos tombarão por inconseguimento ante dribles “nojentos” e passes “injustos” e “milagrosos”.
Sim, mesmo que pareça ter sido um milagre, o que vai ser facto é que tomaremos a Bastilha este domingo à noite.
E vamos tomá-la sem utilizar planos secretos! Sem enviar contraespiões ou mensagens falsas como em guerras passadas!
Faremos tudo às claras! Tão às claras que eu hoje estou já a avisá-los que a Bastilha, este domingo, será nossa.
E mais. Ficam já a saber que a tomaremos pelo ar. Enviaremos umas bolas rasteiras para disfarçar, mas o assalto principal será pelo ar. Será por aquele que, bem sabemos, embora com saltos “sem nível” e “sem a técnica”, vai lá acima e fica parado o tempo que for necessário até que a bola chegue à sua cabeça para sair como um míssil de uma catapulta CR e derrubar as defesas da porta de armas da “gendarmerie nationale française”.
Mas tranquilizem-se, só exigiremos mais uma coisa depois de derrubar a porta, é que a Eiffel, sim a torre, fique verde rubra. Não é necessário, Hollande, invocar o direito internacional para reclamar a devolução da Bastilha e expulsar os invasores. O general português, o engenheiro, já disse que regressa com os soldados no dia 11 de julho a Portugal e, portanto, no dia 14 os franceses poderão decorar a Bastilha a preceito para assinalar o seu 1789.
E mais, nós não incomodaremos nos próximos quatro anos!
Seremos campeões europeus e cumpriremos o défice!
Quanto ao mais, daqui a quatro anos, em 2020, lá voltaremos, capitaneados pelo “Coluna”, para trazermos de Londres a taça que nos “roubaram” em 1966.

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Fernando Ruas e José Junqueiro vão debater, no Sátão, o futuro da região | Dia 8 de julho, 21h

Ler em DÃO E DEMO
É já no próximo dia 8 de julho que se vai realizar, em Sátão, o terceiro colóquio Dão e Demo. Contando com a presença de Fernando Ruas e de José Junqueiro, este colóquio realizar-se-á na Casa da Cultura a partir das 21:00 h e será subordinado ao tema “Viseu Dão Lafões: Que futuro?”.
A metodologia do colóquio, essa, será semelhante à dos anteriores colóquios Dão e Demo. Os conferencistas efetuarão uma exposição inicial com as suas ideias para o futuro da região e no final dar-se-á a palavra ao público presente para as considerações ou perguntas que entenderem por pertinentes, estando em debate todas as temáticas que tiverem a ver com o futuro do nosso território.
Contamos, pois, com a presença de todos aqueles que aqui residam, que aqui trabalham, ou que daqui sejam naturais para vir ouvir, mas sobretudo, para participar com a sua opinião neste colóquio que, com certeza, a todos diz respeito pois ele tem a ver com o nosso futuro: “Viseu Dão Lafões: Que futuro?”
Esta é uma iniciativa que se segue a outras também sob organização do jornal digital Dão e Demo e conta com a colaboração da Câmara Municipal de Sátão, da rádio Alive FM e da Caixa Agrícola do Vale do Dão e do Alto Vouga.
Sobre os nossos convidados
Fernando Ruas é atualmente eurodeputado do PSD e presidente da mesa do congresso social-democrata, tendo, igualmente, um vastíssimo currículo político. Foi presidente da Câmara Municipal de Viseu durante 24 anos e presidente da ANMP.
José Junqueiro é atualmente vereador na Câmara Municipal de Viseu, tendo sido presidente da Federação de Viseu do PS, deputado à Assembleia da República e secretário de estado em dois governos socialistas.