domingo, 28 de fevereiro de 2016

O Dia da Proteção Civil 2016, a nível distrital, vai centrar as comemorações em Mangualde

Notícia DÃO E DEMO
Numa iniciativa conjunta do COMANDO DISTRITAL DE OPERAÇÕES DE SOCORRO (CDOS) de VISEU e CÂMARA MUNICIPAL DE MANGUALDE as comemorações deste dia - assinalado mundialmente a 01 de Março – englobam um conjunto de iniciativas, centradas no tema escolhido para este ano pela Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) “Comunidades Resilientes – A Importância do Patamar Local”, das quais se destacam as seguintes:
Dia 01 de Março
Exposição, Demonstração de Capacidades e Ações Formativas realizadas pelos principais Agentes de Proteção Civil do distrito de Viseu, destinadas à comunidade escolar da Escola Básica Ana Castro Osório em Mangualde das 09H30 às 13H00, onde participam a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), os Bombeiros Voluntários de Mangualde, GNR (SEPNA e GIPS), PSP, Exército, Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), Centro Humanitário Vale do Dão da Cruz Vermelha Portuguesa, EDP e Corpo Nacional de Escutas – Junta Regional de Viseu.
Dia 04 de Março
Ao início da tarde, prevista inauguração pelo SE o Secretário de Estado da Administração Interna, Jorge Gomes e pelo Presidente da Câmara Municipal de Mangualde, João Azevedo, da EXPOSIÇÃO de viaturas, materiais e equipamentos utilizados pelos vários Agentes de Proteção Civil, a ter lugar no Largo dr. Couto, junto à CM de Mangualde, com a participação dos Bombeiros Voluntários de Mangualde, GNR, PSP, Exército, ICNF/Equipas de Sapadores Florestais, INEM, Centro Humanitário Vale do Dão da Cruz Vermelha Portuguesa, Caritas Diocesana de Viseu, Corpo Nacional de Escutas – Junta Regional de Viseu, Infraestruturas de Portugal, PSA-Peugeot Citroen, EDP e ASCENDI.
21H00 – Tertúlia no Auditório da CM Mangualde sobre o tema “Incêndios Florestais e Riscos Tecnológicos” com a participação do Professor Catedrático Xavier Viegas e Professor Auxiliar José Carlos Gois do Departamento de Engenharia Mecânica da Universidade de Coimbra.
Dia 05 de Março
14H00 - Exercício de Acidente Rodoviário – Bombeiros Voluntários de Mangualde;
16H00 – Exercício/demonstração com a equipa cinotécnica da GNR no Largo dr. Couto frente à CM Mangualde;
Dia 06 de Março
10H30 - Ação de Suporte Básico de Vida – Bombeiros Voluntários de Mangualde, INEM e Centro Humanitário Vale do Dão da Cruz Vermelha Portuguesa;
18H00 - Encerramento da Exposição.
Fonte: Comunicado da ANPC - Viseu | Foto: socorroemportugal.pt

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

'A utilidade do inútil', conferência de Isabel Pires de Lima no Museu Nacional Grão Vasco

Notícia DÃO E DEMO.
“A utilidade do inútil: Para repensar as ciências humanas” será o tema da conferência a proferir por Isabel Pires de Lima este sábado, dia 27 de fevereiro, pelas 17.30 h no Museu Nacional Grão Vasco, em Viseu.
Recorde-se que Isabel Pires de Lima foi Ministra da Cultura do XVII Governo Constitucional, é docente universitária e investigadora na área da Literatura Portuguesa, tendo escrito várias obras e artigos científicos em revistas da especialidade.
Esta conferência insere-se no ciclo de conferências que o Museu Nacional Grão Vasco está a levar a cabo neste ano do seu centenário.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Colóquio Dão e Demo: Acabámos de publicar o vídeo com as perguntas do público

Acabámos de publicar o último vídeo, a parte V, do colóquio "Os 40 anos de democracia na Câmara Municipal de Sátão" no nosso canal do Youtube - DÃO E DEMO diário digital.
Deste vídeo que tem cerca de 15 minutos constam as perguntas que o público efetuou aos presidentes e respostas que eles deram nessa sequência.
Não perca pois este último vídeo com a Parte V do debate que no dia 5 de fevereiro às 21 horas encheu a Casa da Cultura de Sátão, tendo mesmo muitas pessoas que ficar da parte de fora da sala e assistir ao colóquio a partir da porta de entrada.

Ao publicarmos este último vídeo deixamos um agradecimento a todos quantos connosco colaboraram e resta-nos deixar, desde já o desafio para o próximo Colóquio que está previsto para ter lugar no início de abril e cujo tema e oradores anunciaremos brevemente.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Autarcas de Sátão e de Vila Nova de Paiva estiveram em Les Ulis/Orsay no festival das geminações

Notícia DÃO E DEMO
O Festival das Geminações promovido pela ACPUO - Association Culturelle Portugaise Les Ulis/Orsay cumpriu mais uma edição, este passado fim-de-semana, dias 20 e 21 de fevereiro.
Neste festival, comemorativo das geminações de Vila Nova de Paiva com Orsay e Sátão com Les Ulis, na região de Paris, em França, os artesãos e produtores foram uma vez mais, recebidos pelos emigrantes, no Gymnase Blondin em Orsay, onde puderam expor e vender artesanato e produtos regionais de fabrico caseiro, como o fumeiro, o pão caseiro, o queijo, entre outros produtos como as compotas e licores, bolos variados e mel.
A autarquia de Vila Nova de Paiva fez-se representar pela vice-presidente, Delfina Gomes, acompanhada pelo chefe da unidade social e cultural, Pedro Nuno Pires, e a de Sátão esteve representada pelo seu presidente, Alexandre Vaz, tendo tido os dois municípios várias monografias em exposição, bem como oferta turística e prova gastronómica de produtos.
O festival contou ainda com a presença do maire d’Orsay, David Ros, acompanhado pelo vereador Alberto da Silva, do presidente do comité francês das geminações e do presidente da câmara de Kempen (Alemanha), com a qual Orsay também se encontra geminada.
Na Mairie d’Orsay foi realizada a inauguração de uma exposição de artes plásticas de artistas alemães de Kempen, na qual compareceram as várias entidades oficiais.
Os momentos culturais do Festival contemplaram desde a atuação de jovens alunas de uma escola de dança de Orsay, dança country, dança do ventre e as atuações do Grupo Folclórico Esperança ACP Les Ulis-Orsay e do Grupo Folclórico Alegria do Minho (Plaisir), encerrando com os ritmos de baile de Marcos Frias & Júlia.

Fonte: Município de Vila Nova de Paiva



terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Colóquio Dão e Demo: Parte IV - As histórias "secretas" dos presidentes

Acabámos de publicar o vídeo com a parte IV do colóquio "Os 40 anos de democracia na Câmara Municipal de Sátão" no nosso canal do Youtube - DÃO E DEMO diário digital.
Não perca este vídeo com as histórias secretas dos presidentes...
Como se sabe o colóquio teve lugar no dia 5 de fevereiro às 21 horas na Casa da Cultura de Sátão, que encheu, tendo mesmo muitas pessoas que ficar da parte de fora da sala e assistir ao colóquio a partir da porta de entrada.
Fica a faltar mais um vídeo com a intervenção do público.

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Agrupamento de Escolas de Sátão tem novo logotipo, escolhido entre seis propostas concorrentes

Notícia DÃO E DEMO
O Agrupamento de Escolas de Sátão tem um novo logótipo na sequência de uma votação levada a cabo no âmbito da comunidade educativa, entre as seis propostas que estiveram em votação.
Helena Castro, a diretora do Agrupamento especifica para o Dão e Demo que “ estiveram a concurso 6 propostas no seguimento de um desafio colocado pela direção do agrupamento. Já tinham sido feitas diversas tentativas de criação de um logotipo, mas não tiveram continuidade. Desta vez a comunidade escolar abraçou a ideia e participou. Participaram professores e alunos.”
“A escolha do logotipo efetuou-se através de uma votação realizada a partir do email institucional num formulário criado para o efeito. Houve 300 votos”, conforme esclareceu Helena Castro.
Quanto ao autor, Helena Castro esclarece que “o logotipo vencedor não tem um só autor”, pois houve “diversas pessoas que deram ideias para este logotipo”, dizendo que “em primeiro lugar, o grupo de professores desejava colocar as cores do concelho no logotipo e em segundo lugar, queriam encontrar um símbolo que pudesse representar todos os estabelecimentos escolares do Agrupamento.”
De seguida, a diretora diz que tiveram a ajuda de um designer gráfico tendo aproveitado o livro “que já era símbolo da escola sede e deram-lhe um visual mais atualizado, fazendo aproximar o seu formato ao de um tablet, uma tecnologia hoje muito utilizada na escola como complemento aos livros.”
Finalmente, Helena Castro diz ainda que “havia também o desejo de criar um logotipo que fosse fácil de utilizar em diferentes suportes (t-shirts, canetas, pins, batas, chapéus...) como forma de publicitar e identificar o Agrupamento em diferentes atividades e eventos. Assim surgiu a proposta do logotipo vencedor.”
Quanto à sua opinião sobre o logotipo, Helena Castro diz que é “bem conseguido, simples e que permite ao Agrupamento de Escolas ter um símbolo que identifique  todas as escolas e jardins de infância em qualquer evento. Para mim, o livro continua a ser o símbolo mais forte para representar a escola, na medida em que até historicamente as escolas nascem "dos livros" e em certo sentido os livros nascem das escolas. A escola é, pela sua natureza, o lugar por excelência dos livros, ainda hoje, cumprindo assim a sua missão de transmitir o conhecimento já adquirido. Por outro lado, as novas tecnologias permitem-nos, de forma muito rápida, transformar e reutilizar continuamente o conhecimento existente e contribuir para a construção de novos conhecimentos e novas perspetivas de utilização do conhecimento. Daí que me parece uma boa fusão simbólica o "livro-tablet" do nosso logotipo.”
Coincidência ou não o que é facto é que o logótipo que veio a ganhar apresenta grandes semelhantes com o da Câmara Municipal de Sátão quer nas cores quer nos símbolos gráficos que integra, como se pode verificar abrindo a página da autarquia.
A memória descritiva do novo logotipo e que consta no site do Agrupamento é a seguinte:
«A construção do logotipo foi inspirada na simbologia da bandeira do Concelho de Sátão. Os símbolos utilizados têm o seguinte significado:
A cor verde simboliza os campos, tendo ainda hoje o Concelho de Sátão uma mancha verde considerável e que o embeleza.
A cor púrpura faz lembrar os cachos de uva das vinhas do Concelho, estando este enquadrado na região vinhateira Dão-Lafões.
As duas figuras ovais com o livro no centro remetem para a correspondência das fronteiras do Agrupamento com as fronteiras do Concelho, apontando ainda o imprescindível papel da comunidade envolvente no acolhimento que faz à dinâmica escolar.
O livro tem uma dupla simbologia: globalmente, simboliza a transmissão do conhecimento, função principal da escola; remete ainda para o Elucidário, obra de Frei Rosa Viterbo, patrono da escola sede e que muito orgulha o Concelho.
O formato do livro faz também lembrar as tecnologias digitais das quais hoje não podemos prescindir para o ensino e a aprendizagem e para a organização da vida escolar.

Os raios de luz simbolizam o conhecimento produzido pelo contacto com os livros, com a escola e com o meio, que vem iluminar a vida das crianças e jovens que estudam no Agrupamento.»
Notícia DÃO E DEMO

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Marco Almeida, adjunto da Ministra da Presidência

Notícia DÃO E DEMO
Marco Almeida, presidente da concelhia de Mangualde do PS, vai iniciar funções, no início de março, como adjunto da Ministra da Presidência e da Modernização Administrativa, Maria Manuel Leitão Marques, segundo Dão e Demo apurou junto de fonte ligada ao processo.
Recorde-se que Marco Almeida, de 39 anos, licenciado em Publicidade e Relações Públicas, pelo Instituto Politécnico de Viseu, e atualmente mestrando em Comunicação e Marketing, para além de uma vasta experiência política e organizacional, já exerceu idênticas funções, àquelas para que agora é chamado pela Ministra da Presidência, quando integrou, no XVIII Governo Constitucional, o gabinete do secretário de Estado das Autarquias Locais, José Junqueiro.
Maria Manuel Leitão Marques tem na área do seu ministério vários importantes dossiers, no âmbito da modernização administrativa, de que se destaca o agora lançado Simplex +, para além de todo o trabalho inerente à presidência do Conselho de Ministros que é, como se sabe, o centro nevrálgico das decisões governamentais.

Marco Almeida vai, assim, colocar toda a sua experiência profissional, no âmbito das relações políticas com as autarquia e com a administração central e académicas, no âmbito da comunicação e relações públicas, ao serviço de um ministério que tem nestas áreas relacionais um dos seus principais objetos de trabalho diário.
Notícia DÃO E DEMO

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Secretário de Estado da Indústria visita tecido empresarial de Mangualde, quarta-feira, dia 17 de fevereiro

Notícia DÃO E DEMO.
O Secretário de Estado da Indústria, João Vasconcelos, efetua esta quarta-feira, dia 17 de fevereiro, uma visita a Mangualde e ao seu tecido empresarial. A receção pelo Presidente da Câmara Municipal de Mangualde, João Azevedo, acontecerá pelas 14h30 no Salão Nobre da Autarquia.
Seguir-se-á, pelas 14h45, a assinatura de contrato de promessa de compra e venda de um terreno para a construção de novas instalações, entre o Município de Mangualde e a Empresa Ernesto L. Matias, Lda. - Ferramentas Verdugo.
Pelas 15h00 tem início a visita à PSA Peugeot/Citroen Mangualde e pelas 16h00 tem lugar a visita à CBI – Indústria de Vestuário SA.

A última visita decorrerá pelas 17h00 à Costa Ibérica.
Para ler a notícia toda: DÃO E DEMO

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Penalva do Castelo: Ministra da Presidência garante que UE vai continuar a autorizar o uso do cardo

Notícia DÃO E DEMO
No ano em que se assinalam as bodas de prata da feira do pastor e do queijo, mais uma vez o queijo concitou sobre si todas as atenções em Penalva do Castelo e, a avaliar pelas opiniões positivas colhidas durante a prova do mesmo, a qualidade perdura.
A ajudar a esta qualidade para além do leite cru das ovelhas bordaleiras e das pastagens, está a utilização do cardo, coagulante vegetal natural, no seu fabrico, cuja utilização na feira do ano anterior estava em causa devida a uma diretiva comunitária, mas que este ano a ministra da Presidência, Maria Manuel Leitão Marques, que esteve presente no certame, não deixou dúvidas e disse que a "Comissão Europeia iria continuar a autorizar o cardo" no fabrico do queijo.
Francisco Carvalho, presidente da Câmara Municipal de Penalva do Castelo, a promotora deste evento, da “Feira do Pastor e do Queijo”, congratulou-se com mais uma iniciativa da autarquia e salientou o facto de este “ser o principal evento de Penalva do Castelo”, realçando que “todos os executivos que passaram pela Câmara deram a maior importância a este evento”, enfatizando ainda o trabalho empenhado dos pastores e dos produtores de queijo do concelho.
Para além do queijo outros produtos genuínos do concelho puderam ser comercializados, com destaque para o vinho, maçãs, pão, bolos, fumeiro e artesanato.

A animação do certame esteve por conta de diversos grupos locais e do artista Augusto Canário & amigos, encarregando-se a TVI, através do programa “Somos Portugal”, de levar em direto este evento aos quatro cantos do mundo, onde as comunidades penalvenses não perderam pitada desta feira da sua terra.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Colóquio Dão e Demo: Acabámos de publicar o vídeo com a parte III sobre as obras e o urbanismo

Acabámos de publicar o vídeo com a parte III do colóquio "Os 40 anos de democracia na Câmara Municipal de Sátão" no nosso canal do Youtube - DÃO E DEMO diário digital.
Este vídeo tem cerca de 44 minutos e aborda as obras e o urbanismo ao longo destes mais de 40 anos. Fale do Plano Geral de Urbanização iniciado pela comissão administrativa, fala-se na Escola Secundária, fala-se... Porém, logo no início há uma incursão nas questões da formação da Comissão Administrativa, em que Narsélio Gouveia e Sousa diz a que partido pertencia cada um dos elementos da comissão administrativa.
Não perca este vídeo com a Parte III do debate que, como se sabe, teve lugar no dia 5 de fevereiro às 21 horas na Casa da Cultura de Sátão, que encheu, tendo mesmo muitas pessoas que ficar da parte de fora da sala e assistir ao colóquio a partir da porta de entrada.
Ficam a faltar dois vídeos, um com as "histórias secretas" e o último com a intervenção do público.

Estão para breve.

As negociações do orçamento com Bruxelas e o desnorte do PSD

Opinião DÃO E DEMO
Assistimos na semana passada a declarações de dirigentes do PSD bem demonstrativas do elevado desnorte que atravessa o partido, emparedado entre a direita que tem sido e é e a social-democracia que de repente pretende vir a ser, mas que não cola na veste de Passos Coelho. Referimo-nos às declarações relativas às negociações que estavam em curso entre o Governo português e a Comissão Europeia.
De tudo foi dito: que era um Orçamento elaborado de forma incompetente, que não respeitava as regras e os tratados orçamentais europeus, que, em suma, iria ser devolvido para ser corrigido e, máxime, o ministro das Finanças teria que ser dispensado, pela inépcia demonstrada.
O mínimo que se exigia do PSD era algum recato quando Portugal estava a negociar com Bruxelas.
É que o que se passava, afinal, era tão só uma negociação internacional de Portugal, em que este Governo, ao invés do anterior, tinha ideias diferentes para o país, opções próprias para a economia, estratégias diferentes para a política e, sobretudo, outras escolhas que não exclusivamente a taxação do trabalho, sem incumprir os tratados.
E foi isto que António Costa e Mário Centeno defenderam em Bruxelas, com determinação, com verticalidade, e sem colocar Portugal de cerviz dobrada ante os eurocratas.
É bem verdade que houve acertos, que houve retoques, mas sobretudo, depois da acareação desenvolvida, quem acabou por ganhar foi uma outra visão da Europa e um outro olhar sobre a realidade. E o Orçamento, não sendo o éden, aí está, com o aval da Comissão Europeia.
E, não se concordando com a crítica do PSD quando o Governo de Portugal estava a negociar com Bruxelas, o que é facto é que o PSD com este seu comportamento, o que fez foi permitir que ressaltasse ainda mais a vitória de António Costa na Europa.
Afinal, o “adivinhado” suicídio à semelhança da Grécia e os fantasmas de novos resgates a caminho de Portugal caíram por terra. Precludiram à nascença.
Sim, todos sabemos que haverá impostos que vão aumentar, mas, sobretudo, todos muito bem sabemos que as opções diferentes tomadas vão permitir repor, desde logo, salários e apoios sociais.
E se o Orçamento de Estado que está na Assembleia para debate, tem alterações relativamente ao documento inicial, pois teve o crivo da Comissão Europeia, ele ainda assim tem uma marca indelével que é aquela que permite concluir que a política ainda vale a pena, nem que seja para tirar de um lado e colocar do outro, ou não seja isso, afinal, a política: uma repartição mais justa de sacrifícios e sobretudo que não sejam, precipuamente, os salários dos trabalhadores a acolitarem todos os desmandos dos governos, como aconteceu nestes últimos quatro anos em Portugal.

Acácio Pinto

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Vídeo com o Colóquio "Os 40 anos de democracia na Câmara de Sátão" - Parte II (Mudança CDS para PSD)


Acabámos de publicar o vídeo com a parte II do colóquio "Os 40 anos de democracia na Câmara Municipal de Sátão" no nosso canal do Youtube - DÃO E DEMO diário digital.
Este vídeo tem cerca de 14 minutos a aborda a mudança de partido, do CDS para o PSD, de Luís Cabral, em 1993, depois de ter feito 3 candidaturas (1982, 1985 e 1989) pelo CDS à Câmara de Sátão.
Luís Manuel fala do envolvimento do próprio Fernando Nogueira e Alexandre Vaz assume que uma das causas da mudança teve a ver com a extensão de saúde de Lamas, por compromisso de Luís Martins, à época deputado do PSD.
José Moniz também deu a sua versão dos acontecimentos pois ele foi durante muitos anos presidente da distrital do CDS.
Não perca este vídeo com a Parte II.
O debate como se sabe teve lugar no dia 5 de fevereiro às 21 horas na Casa da Cultur, que encheu, tendo mesmo muitas pessoas que ficar da parte de fora da sala e assistir ao colóquio a partir da porta de entradam.
O próximo vídeo abordará as obras executadas no concelho ao longo dos últimos 40 anos. Será publicado brevemente.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Nem a chuva nem o frio impediram o corso das Pedrosas de desfilar no Sátão

Notícia DÃO E DEMO
Apesar do frio e da chuva que se faziam sentir, o público acorreu, nesta terça-feira de Carnaval, dia 9 de fevereiro, ao jardim municipal de Sátão para ver o corso carnavalesco das Pedrosas que a ACREDIPE - Associação Cultural Recreativa e Defesa dos Interesses das Pedrosas anualmente organiza e que desfila nas ruas em frente dos Paços do Concelho.
Este é um evento que resulta da abnegação de um povo e da sua instituição mais representativa, a ACREDIPE, que anualmente quer dar mostras da sua criatividade. O trabalho é imenso e a organização de um evento como este é sempre um momento de grande desgaste para todos os dirigentes, colaborades e para o povo e, verdadeiramente, o desfile é o corolário do grande investimento material e humano desenvolvido e que Dão e Demo não podia deixar de assinalar.
Ver + em DÃO E DEMO

domingo, 7 de fevereiro de 2016

Vídeo com o Colóquio "Os 40 anos de democracia na Câmara de Sátão" - Parte I (Dos princípios)


Vídeo com a "Parte I - Dos princípios", onde estão os primeiros 33 minutos do Colóquio "Os 40 anos de democracia na Câmara Municipal de Sátão", uma organização do jornal digital DÃO E DEMO com a colaboração da Câmara Municipal de Sátão, Rádio Alive e Caixa Agrícola do Vale do Dão e do Alto Vouga.
Esteja atento, pois os próximos vídeos irão sendo publicados oportunamente... uma vez que o colóquio teve uma duração de cerca de 2 horas.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Agostinho Ribeiro, diretor Museu Nacional Grão Vasco: Gostaríamos de atingir as 100.000 visitas neste ano do centenário

Entrevista DÃO E DEMO a Agostinho Ribeiro no dia em que se perfazem dois anos sobre o início de funções no Museu.
Agostinho Ribeiro, 58 anos, diretor do Museu Nacional Grão Vasco, desde 1 de fevereiro de 2014, é o nosso convidado para mais uma entrevista Dão e Demo.
Com uma vida intensa de dedicação ao património, à museologia, à museografia, Agostinho Ribeiro é hoje um profundo conhecedor e um dos grandes expoentes nacionais nestas importantes áreas da cultura.
Foi diretor do Museu de Lamego durante 20 anos, de 1992 e 2012, e foi autor e coautor, entre 2000 e 2010, de programas museológicos de inúmeros museus da região – Museu da Casa de Mateus, de Vila Real, Museu Municipal de Resende, Museu de Lamego e Museu Diocesano de Lamego.
Agostinho Ribeiro presidiu também à Comissão Instaladora do Museu da Região do Douro, tendo coordenado os trabalhos de organização e regulamentação daquele projeto museológico (1999-2000).
Foi coautor do currículo do Curso de Estudos Superiores Especializados (CESE) de Museologia e Gestão do Instituto Politécnico de Viseu / Escola Superior de Educação (1993) e coordenou a criação, organização e desenvolvimento do Serviço Educativo do Museu de Lamego (1979/1986).
Também programou e coordenou a área pedagógica do Curso de “Animadores Locais de Turismo”, Região de Turismo do Douro Sul/IEFP (1988), bem como programou os Cursos de Cantaria Artística e Jardinagem Urbana, Câmara Municipal de Lamego/IEFP (CPC - Conservação do Património Cultural) 1989, programou e coordenou o Curso de Técnicos Auxiliares de Conservação e Restauro de Talha Dourada, Núcleo de Ação Cultural de Lamego/Museu de Lamego, FSE/CCRN (1993) e programou e coordenou os Cursos de Técnicos Auxiliares de Conservação e Restauro de Têxteis e Mobiliário, Museu de Lamego/IPM, IEFP (CPC - Conservação do Património Cultural)/Instituto José de Figueiredo (1994/1995).
Participou em múltiplos cursos, encontros e congressos (museologia, museografia e património), tendo proferido diversas comunicações e tem igualmente vários trabalhos publicados relacionados com o Museu de Lamego, o Museu Nacional Grão Vasco e Região do Douro.
Tem desempenhado, também, funções docentes no ensino básico, médio e superior, bem como em cursos de formação profissional.
É, pois, com Agostinho Ribeiro, neste dia em passam dois anos sobre a sua posse como diretor do Museu Nacional Grão Vasco e neste ano em que se assinala o centenário da sua fundação, que iremos conversar a partir de agora.

“Museu Nacional Grão Vasco… foi um desejo acarinhado unanimemente por todos os quadrantes sociológicos e políticos”


Dão e Demo: A classificação do Museu Grão Vasco em Museu Nacional Grão Vasco foi uma das principais tarefas que o diretor Agostinho Ribeiro abraçou mal chegou à instituição. Missão cumprida?
Agostinho RibeiroOrgulho-me de forma muito especial por termos alcançado tão justo quanto fundamental objetivo estratégico para o Museu e para Viseu. Missão cumprida, com a ajuda de todos os que desde a primeira hora entenderam a importância que esta qualificação teria para a maior afirmação do nosso Museu, no plano nacional e internacional. O requerimento que tive o privilégio de assinar como diretor desta instituição citava, a dada altura, o mestre Aquilino Ribeiro, quando referia, nos idos de 1937: “O que é o Museu Grão Vasco? O Museu Grão Vasco não é Viseu; não é Beira. É Portugal. Mais que Portugal é o mundo, pois que a arte tem feição ecuménica. Regional é o apenas no rótulo que oficialmente lhe deram. De facto, museu regional implica arte regional, arte particular, sui generis. Em país uno, indiviso, nada de nada compósito como o nosso, poderá florir esta planta? Ainda que se confinasse no papel de repositório etnográfico, à parte a explicação que lhe poderia trazer a geografia, seria coisa impossível.” (RIBEIRO, Aquilino – O Museu Grão Vasco, in Almanaque Bertrand, 1937, pg. 78.)
Mais palavras são dispensáveis, porquanto aqui se encontra a síntese nuclear do que Viseu pretendeu alcançar com tamanha distinção, em boa hora aceite e aprovada pelos decisores tutelares, a 18 de maio de 2015, exatamente no Dia Internacional dos Museus. Não poderia ter havido melhor data, e mais simbólica, do que esta! Foi uma honra para todos nós, sabendo-se ainda que foi um desejo acarinhado unanimemente por todos os quadrantes sociológicos e políticos, em inequívoca demonstração do sentido de plena posse e pertença que este Museu provoca na cidade e região de Viseu.

DD: Este ano de 2016 assinalam-se os 100 anos da fundação do Museu Nacional Grão Vasco. Qual a sensação de se ser o diretor nesta data marcante para o Museu e para a região?
ARUma sensação de enorme responsabilidade, que não enjeito. Antes pelo contrário, assumo este tremendo dever com muita satisfação e empenho, dando o máximo de mim para que este meu exercício de direção, no período em que o Museu comemora os seus cem anos de existência, esteja à altura do valor artístico e patrimonial do nosso Museu. Por isso mesmo estamos desde o início a preparar uma programação, que consideramos de excelência, para as comemorações do centenário. Estas comemorações decorrerão ao longo do ano, e estamos certos que constituirão múltiplos e diversificados polos de atração para os mais diversos públicos que ao Museu acorrem.

DD: Qual o programa que está preparado para assinalar o centenário? Quais as entidades envolvidos nestas comemorações?
ARPreparámos mais de cinquenta eventos comemorativos, entre exposições, congressos científicos, performances artísticas, concertos multiculturais, cruzando a história, a arte, o património e as artes de palco, entre o passado e a contemporaneidade, de maneira a que todos se pudessem rever, tanto quanto nos é possível conceber, em alguma ou algumas das nossas iniciativas programáticas.

“…o nosso museu não trabalha apenas para a comunidade, mas sim com a comunidade…”

DD: O Museu Nacional Grão Vasco tem estado com uma vasta dinâmica de organização e coorganização, com diversas instituições do concelho e da região, de eventos e de iniciativas. Isso corresponde à visão que tem sobre a função dos museus? Fale-nos um pouco dessa interação.
ARFoi uma decisão estratégica assumida muito conscientemente desde o início da nossa direção. A ideia da integração e da interação, fazendo com que o sentido da partilha e das iniciativas conjuntas tivessem lugar no museu, e fora dele. Por isso mesmo, protocolámos já formas de colaboração com mais de cinquenta entidades, públicas e privadas, associativas e empresariais, artísticas, sociais e culturais, na maioria dos casos sediadas na cidade e região de Viseu, fortalecendo os laços de cumplicidade operativa com tais entidades e associações. O resultado tem sido excelente e se há uma marca nas nossas comemorações é exatamente essa – a partilha e colaboração entre as múltiplas entidades que connosco programaram e agora executam os projetos mais emblemáticos das comemorações do centenário.
Entramos já no momento em que o nosso museu não trabalha apenas para a comunidade, mas sim com a comunidade. Faz todo o sentido que assim seja e é muito desejável que assim continue a ser por todo o tempo que fará o futuro desta instituição museológica.
                                  
DD: O Museu é uma das principais âncoras do centro histórico de Viseu pela atração que exerce sobre as pessoas. O número de visitantes nacionais e estrangeiros tem vindo a aumentar? Quais os números? Quais as faixas etárias dos visitantes?
ARTemos verificado, com enorme satisfação que o afluxo de visitantes não para de aumentar, tanto no que respeita a nacionais como a estrangeiros. De um modo geral, registamos um aumento de visitantes na ordem dos 16 %, de 2013 para 2014 (68.929 – 80.241) e agora na ordem dos 8 % de 2014 para 2015 (80.241 – 86.371). É um crescimento constante e sustentado, numa relação que podemos estabelecer, genericamente, de 80 % para visitantes nacionais e 20 % para estrangeiros, resultados que nos agrada muito registar. Pensamos que a tendência será para continuar esta linha ascendente, e muito gostaríamos de atingir a fasquia dos cem mil visitantes no ano centenário da existência do nosso Museu. Estamos muito esperançados que assim venha a ser!

DD: As escolas da região têm por hábito efetuar visitas de estudo ao Museu?
ARSe há núcleo fundamental nos públicos-alvo do nosso Serviço Educativo ele é, precisamente, o das escolas da região. Queremos registar aqui o grande esforço despendido pelo nosso Serviço Educativo que, para o ano centenário, preparou um plano específico de temas a abordar em contexto de visita guiada. São temas devidamente estruturados, com reais possibilidades de adaptabilidade, em função dos níveis etários a que se destinam. Esta realidade espelha também a enorme dedicação dos nossos serviços na produção de conteúdos pedagógicos destinados a este tipo muito especial de público, o que muito nos agrada registar.
Este projeto do Serviço Educativo do Museu, que contempla 16 ofertas temáticas para visitas e explorações pedagógicas adaptadas aos diversos níveis etários e grupos socio profissionais, está organizado como segue, genericamente:
1 – Grão Vasco, um pintor inovador; 2 – Cerâmica: forma, função, decoração; 3 – Tesouros do Museu: 22 obras excecionais; 4 – À volta do Retábulo: Padrão e Perspetiva; 5 – Na cadeira de São Pedro; 6 - Viagem ao Oriente no séc. XVI; 7 - Columbano e “Os Lusíadas”; 8 – Xadrez no Museu; 9 – Vejo, oiço e sinto: A Natureza na pintura; 10 – Obras para ver e ouvir; 11 – Bichos na Seda; 12 – Natureza-morta? Ou viva?; 13 – Obras vistas à lupa; 14 – Santos da Casa: Quem são e como são feitos?; 15 – Como se chama e para que serve? Oito obras de arte do Museu Nacional Grão Vasco; 16 – Da origem das cores ao colorido na pintura.
O objetivo fundamental com estas propostas educativas é o de “aumentar o interesse e o gosto artístico, desenvolver diferentes competências e despertar emoções” em cada participante.

DD: Fale-nos do espólio e das “joias da coroa”.
ARO espólio do Museu Nacional Grão Vasco é muito eclético e tipologicamente diversificado. Desde a imaginária (escultura) do período medieval ao moderno (séculos XIII/XIV ao século XX), mobiliário de função, artes decorativas, utensílios de culto, pintura, sobretudo ilustrativos do barroco nacional (séculos XVII/XVIII), até aos modernos, onde se destaca a nossa belíssima e importante coleção de pintura do naturalismo português, fruto do trabalho dedicado do primeiro diretor do Museu, Almeida Moreira, um viseense de exceção. Em tudo podemos reconhecer um acervo de inexcedível valia, a merecer demorada(s) visita(s) para fruição de tanta e tão diversa qualidade artística e patrimonial.
Mas não restam dúvidas que o núcleo central da coleção do Museu Nacional Grão Vasco é a que resulta das obras-mestras do pintor que lhe dá o nome, o incontornável pintor do pré-renascimento e do renascimento português, Vasco Fernandes. É aqui, em Viseu e no nosso Museu, que podemos apreciar as obras maiores deste vulto da arte nacional, balizadas precisamente entre o início da sua carreira artística, na parceria que teve no Retábulo da Sé de Viseu (1501-1506) até às pale que foram encomenda desse grande vulto do Renascimento português, o Bispo de Viseu D. Miguel da Silva (1526-1547), e que corresponde ao final, também, das obras maiores do génio da pintura portuguesa do renascimento nacional – Grão Vasco, com relevo mais que justo à imponente e magnífica pala que nos retrata o primeiro Papa da Igreja Católica, o famoso e emblemático “São Pedro” (1529).

“…a requalificação [de Souto Moura] colocou o Museu Nacional Grão Vasco nos lugares cimeiros dos museus portugueses…”

DD: O Museu teve uma profunda requalificação há mais de uma década atrás. Há necessidade de uma nova intervenção ou o Museu ainda está funcional à luz dos novos conceitos museológicos?
ARA intervenção referida ocorreu entre 2001 e 2004, e foi da responsabilidade do premiado Arquiteto Souto Moura (Pritzker 2011). Em termos muito genéricos, contemplou as mais importantes áreas que museologicamente devem ser consideradas, e que caracterizam um museu contemporâneo, na multiplicidade funcional que estas estruturas culturais representam. Em todo o caso, e em face das limitações espaciais próprias da edificação preexistente, detetam-se alguns constrangimentos que não têm solução, à luz dos referidos condicionalismos mas, no cômputo geral, esta requalificação colocou o Museu Nacional Grão Vasco nos lugares cimeiros dos museus portugueses, no que respeita à sua configuração arquitetónica, ao nível do que de melhor se tem feito no mundo.

DD: Finalmente, vamos ter Agostinho Ribeiro como diretor do Museu Nacional Grão Vasco até quando?
ARComo é sabido, os cargos de diretores de museus do Estado são providos após concurso público, em regra renovados por períodos sucessivos de comissões de serviço, se razões poderosas a não contrariar (à regra), e sempre no cumprimento escrupuloso dos termos da lei. Não estou muito preocupado agora com esse aspeto, uma vez que estou completamente focalizado na boa concretização do Programa das Comemorações do Centenário do nosso Museu Nacional Grão Vasco, como me compete fazer. Depois, logo veremos o que vai acontecer.

DD: Muito obrigado por ter acedido a este nosso pedido de entrevista e felicidades no desempenho das suas funções tão importantes para Viseu, para a região e para o país neste ano em que o Museu Nacional Grão Vasco comemora os 100 anos da sua fundação, precisamente no dia 16 de março.
AR: Muito obrigado pela gentileza da oportunidade que nos dão, de podermos divulgar um pouco mais este magnífico Museu Nacional, e tudo quanto ele representa na cultura da região e de Portugal.

D. Nuno Almeida, de Sátão, foi ordenado bispo na Sé de Viseu

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O novo Bispo Auxiliar de Braga, D. Nuno Almeida, foi ordenado hoje, dia 31 de Janeiro, às 16h00, na Catedral de Viseu, numa celebração presidida pelo bispo de Viseu, D. Ilídio Leandro.
A cerimónia foi concelebrada pelo núncio apostólico em Portugal, D. Rino Passigato, que realizou a leitura do Mandato Apostólico de nomeação de D. Nuno Almeida para Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Braga.
A ordenação episcopal teve como co-ordenantes o arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga, e o bispo de Leiria-Fátima, D. António Marto.
D. Ilídio Leandro começou por dizer que o dia de hoje constitui um “momento muito especial de fé em Jesus Cristo e de comunhão na Sua Igreja”, saudando e agradecendo de seguida o serviço do novo Bispo Auxiliar de Braga.
“Saúdo-te, D. Nuno Manuel, com viva e grande alegria e fraterno afecto. És tu, hoje, quem responde, na fé e no amor, ao chamamento do Senhor Jesus, para o serviço generoso da Sua Igreja. Obrigado pelo teu «sim», provado e manifestado desde a tua ordenação sacerdotal”, prosseguiu.
O Bispo de Viseu fez questão de afirmar que a ordenação de D. Nuno Almeida engrandece ainda mais “um ano pastoral muito particular”, já que constitui “um sinal muito carinhoso e terno do Deus Amor, Fonte de vida.” O prelado aconselhou ainda o sacerdote a viver a caridade pastoral para desempenhar em pleno a sua nova missão.
“D. Nuno Manuel, tens percorrido caminhos de unidade na tua vida sacerdotal. Todos os caminhos que levam ao encontro com o Pai e nos aproximam dos irmãos são caminhos possíveis para viver a fraternidade na Igreja de Jesus. Procura viver a caridade pastoral, seguindo o único, o belo e o bom Pastor, na escuta atenta da Sua Palavra e Seus ensinamentos, em Igreja. Como disse S. João Paulo II, «a figura ideal do Bispo, com que a Igreja continua a contar, é a do Pastor que, configurado com Cristo na santidade de vida, se dedica generosamente em favor da Igreja que lhe foi confiada, tendo no coração ao mesmo tempo a solicitude por todas as Igrejas espalhadas pela terra»”, apelou.
O Bispo de Viseu concluiu a homilia dirigindo a D. Nuno o mesmo conselho que lhe havia sido dado por D. António Marto no dia da sua própria ordenação: “Sê bispo com o coração de pai, muito humano e compreensivo, de coração universal, aberto a todos de dentro e de fora da Igreja, santos e pecadores, grandes e pequenos, elevados e humildes! Cultiva o colóquio de coração a coração, de pessoa a pessoa! Serve a todos a beleza do amor que salva!”

“Estou entre vós como aquele que serve” (Lc 22,27)
A alocução da ordenação episcopal do novo Bispo Auxiliar de Braga foi revestida de afabilidade, gratidão e júbilo pela nova missão a que foi confiado.
"Eis-me aqui para servir, com desejo humilde e determinado de seguir os passos de Cristo, o bom Pastor: princípio, centro e fim do pensar, do sentir e do agir em Igreja", começou por dizer D. Nuno Almeida.
O prelado agradeceu aos presentes e a todos aqueles quantos com ele se cruzaram na sua vida e caminhada pastoral. A Arquidiocese de Braga, que neste momento se prepara para o receber, não foi esquecida.
"Saúdo e agradeço a presença de D. Jorge Ortiga, Arcebispo de Braga, com quem vou trabalhar mais de perto e iniciar a aprofundar o múnus episcopal. Quero manifestar-lhe a minha alegria, amizade, lealdade e disponibilidade. Saudando o Senhor Arcebispo e expressando amizade fraterna a D. Francisco Senra Coelho, saúdo a Arquidiocese de Braga: os sacerdotes, diáconos, religiosos e religiosas, os leigos empenhados em movimentos apostólicos, nas comunidades cristãs e na transformação do mundo, os seminaristas, os jovens e crianças, homens e mulheres que procuram a verdade e o bem: anseio por vos conhecer, reafirmo a disponibilidade para vos servir o mais possível ao jeito de Cristo, participando ativamente no belo trabalho de evangelização que está em marcha. A partir do próximo dia 10 de Fevereiro (Quarta-feira de Cinzas) estarei inteiramente ao vosso serviço", sublinhou...
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