sábado, 28 de novembro de 2015

Vinhos do Dão premiados no 2º Concurso Nacional do Crédito Agrícola

NOTÍCIA: DÃO E DEMO
«Em nota divulgada à comunicação social a Caixa de Crédito Agrícola do Vale do Dão e do Alto Vouga, deu nota dos prémios que os vinhos do Dão e do Douro, premiados no "2º Concurso de Vinhos do Crédito Agrícola" e que são seus clientes.
Este 2º Concurso de Vinhos, de que demos AQUI nota, foi promovido pelo Grupo Crédito Agrícola, em parceria com a Associação dos Escanções de Portugal e premiou no dia 24 de novembro, em Lisboa, 51 vinhos brancos e tintos, dos 170 que estavam em concurso.
A cerimónia foi conduzida por Sílvia Alberto e contou com a participação do Presidente do Conselho de Administração Executivo do CA, Licínio Pina, do Presidente do Conselho Geral e de Supervisão, Carlos Courelas, e do Vice-Presidente da Associação dos Escanções de Portugal, José Peixoto.
Enólogos, escanções, jornalistas, bloggers especializados e colaboradores do Crédito Agrícola avaliaram a qualidade dos vinhos apresentados por 126 produtores das várias regiões vitivinícolas do país.
"A CCAM do Vale do Dão e Alto Vouga esteve representada pelos seus administradores executivos Victor Gomes e João Coelho, que se fizeram acompanhar de representantes das empresas/produtores concorrentes, o que muito honrou a região e os seus excelentes vinhos" segundo a referida nota.
Refere ainda que "da região do Dão foram premiados oito vinhos, sendo que cinco, pertencem a clientes/produtores da Caixa do Vale do Dão e Alto Vouga. Da região do Douro o tinto Alta Pontuação DOC Douro 2011 – empresa Alta Pontuação, um cliente da nossa instituição, também viu os seu vinho premiado com medalha de prata."
REGIÃO DO DÃO
MEDALHA DE OURO
TINTO
Tesouro da Sé Privat Selection DOC Dão 2011 – UDACA
Casa da Ínsua Reserva DOC Dão 2010 – Empreendimentos Turisticos Montebelo – Casa da Ínsua
Castelo de Azurara DOC Dão 2012 – Adega Cooperativa de Mangualde, CRL
MEDALHA DE PRATA
BRANCO
QC Sandinus Encruzado DOC Dão 2013 – António Manuel da Silva Mendes
TINTO
Adega da Corga Grande Reserva DOC Dão 2012 – Virgínia Marques Barbosa Formoso
Quinta dos Monteirinhos DOC Dão 2012 – Quinta dos Monteirinhos
MEDALHA DE BRONZE
BRANCO
Morgado de Silgueiros DOC Dão 2014 – Adega Cooperativa de Silgueiros, CRL
TINTO
Adega Cooperativa de Silgueiros Reserva DOC Dão 2009 – Adega Cooperativa de Silgueiros CRL.»



quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Habituemo-nos: O tempo é de um Governo do PS liderado por António Costa!

Ler também em: DÃO E DEMO
Chega desta ladainha da direita, de falar em falta de legitimidade, em assalto ao poder, em usurpação ou em fraude. Habituem-se e habituemo-nos todos a lidar com a nova realidade. António Costa é o novo Primeiro-Ministro, ponto, e que se saiba a Constituição da República e todo o ordenamento jurídico português não foram violados. Ou acham que o insuspeito inquilino de Belém o permitiria?
É que se a direita quiser continuar a trilhar esta deriva seria bom que, antes de prosseguir, dissesse qualquer coisa aos portugueses sobre a devolução da sobretaxa (lembram-se dos 35% na campanha eleitoral?), que, afinal, agora vai ser devolução zero. Ou então que explicasse como é que o Novo Banco que não iria ter consequências para os contribuintes, já sorveu 4,9 mil milhões de euros e agora mais 1,4 mil milhões dos testes de stress e fora o que para aí virá… e tudo isto depois de falharem a sua venda. Ou então que “fizessem um desenho” muito bem feito para nos explicarem o que é isso de vender a TAP mas o risco de incumprimentos ou dos prejuízos ficarem no Estado!
Parem, portanto, com essa “calimerice” do coitadinhos de nós, que até ganhámos, mas esses esquerdistas revolucionários não nos deixam governar!
Respirem fundo e sejam oposição. E aí chegados se quiserem podem então votar contra tudo o que vos aparecer à frente. Cumpram a promessa da indisponibilidade para ajudarem não o Governo do PS, mas o Governo de Portugal. O XX Governo de Portugal.
Votem, portanto, sempre contra. Sejam coerentes! Cumpram essa promessa, como fazem os meninos rabugentos quando as coisas não correm de feição! Mesmo naqueles diplomas que corresponderem ao vosso pensamento e ao vosso programa votem contra. O povo português cá estará depois para o vosso julgamento enquanto oposição e para o julgamento do desempenho do Governo.
A direita deveria colocar-se, não estas, mas outras questões: Será que alguém a impediu ilegitimaente de governar? Será que Passos Coelho não foi nomeado Primeiro-Ministro?
E se assim fizesse, a direita perceberia que é assim a democracia tal qual a conhecemos em Portugal há quarenta anos. Para se governar tem que se ter uma maioria no Parlamento que não rejeite os programas de Governo e os orçamentos.
Aquilo a que estamos a assistir mais do que uma perplexidade é antes uma “cegueira” política de uma direita que se julgava protegida (vá-se lá saber por quem!) face a todas as tropelias que nos últimos anos infligiu aos portugueses.
Habituemo-nos, o tempo é outro, é o tempo de um Governo PS, liderado por António Costa e apoiado pelos partidos à esquerda.

Acácio Pinto
Ler em: DÃO E DEMO

domingo, 22 de novembro de 2015

Ana Catarina Mendes em entrevista ao SOL | ‘PS tem conceção da Europa muito diferente da que tem a direita’

Entrevista ao SOL
Por: Manuel Agostinho Magalhães | 21.11.2015
A primeira vice-presidente da bancada do PS esteve em todas as negociações dos acordos à esquerda e vai ser a responsável pelo PS, se António Costa for primeiro-ministro. Tem uma confiança inabalável na solidez da “coligação” com BE, PCP e ‘Verdes’.
O Presidente da República deu sinais de que pode prolongar o governo de gestão. O PS está preparado?
O Presidente precisa de ter a noção de quais são as suas competências. E a sua principal competência é manter a cooperação institucional com os outros órgãos de soberania. Tivemos a rejeição do programa de governo, que ditou a sua demissão. Compete agora ao Sr. Presidente da República, tão rápido quanto possível, cumprir a Constituição e indigitar um novo governo, liderado pelo PS, com o apoio de uma ampla maioria parlamentar.
Mas o PS conforma-se, se o PR não der posse a António Costa?
Não acho que esteja em causa esse cenário. E será muito prejudicial ao país se mantivermos mais tempo um governo de gestão, sem um Orçamento do Estado aprovado. Este cenário, em termos constitucionais e políticos não faz sentido nenhum. Não há nenhuma crise política neste momento em Portugal. Há uma maioria parlamentar que suporta um governo do PS e o PR deve olhar para essa nova realidade e perceber que a Constituição é para cumprir. Por isso mesmo não coloco esse cenário.
O prolongamento do governo de gestão não é constitucional?
Constitucionalmente temos aqui duas situações muito concretas: a primeira é que o PR neste momento já não tem o poder de dissolver a AR; a segunda é que a legitimidade desta AR decorre das recentes eleições e não pode ser dissolvida nos primeiros seis meses. Dito isto, estão criadas todas as condições para que haja um novo governo em Portugal, o que significa que não há nenhuma razão para manter em funções um governo de gestão. Acrescento uma questão política: a Comissão Europeia tem pedido à exaustão para que o governo demitido apresente um rascunho que seja do Orçamento do Estado, o Governo insiste em não o fazer. Adiar a existência de um Orçamento aprovado e colocar o país em duodécimos, isso sim é criar uma crise política em Portugal.
Acha legítimo que o PR, tendo dúvidas, peça para o PS aprofundar os acordos com o PCP e o BE?
Acharia legítimo se não houvesse acordos assinados, se não tivesse havido uma rejeição do governo do PSD e do CDS, se não houvesse uma maioria parlamentar que disse claramente que é preciso uma nova política em Portugal. Acharia legítimo se não estivessem cumpridas rigorosamente as condições objetivas para a formação de um novo governo.
Quais são?
Os quatro partidos à esquerda foram capazes, por impulso do PS, de dialogar e chegar a um consenso em três matérias essenciais que têm como chapéu a inversão da política de austeridade. Neste núcleo essencial do acordo cabe o aumento do rendimento das famílias, a diminuição da carga fiscal e a criação de condições e de apoio às pequenas e médias empresas para que se possa criar emprego em Portugal. O que compete ao PR não é interpretar se gosta ou não do acordo, não é interpretar se gosta mais deste ou daquele partido, mas sim avaliar se estão criadas as condições para o desígnio que o próprio impôs durante a campanha eleitoral de haver um governo maioritário. Ora os 122 deputados que estão a suportar o governo do PS conferem ao PR as condições objetivas para que o PR dê posse.
Os acordos deixam muita coisa em aberto. Há uma agenda que se esgota e a partir daí fica apenas o diálogo?
Há uma agenda na perspetiva de uma legislatura. Há um conjunto de medidas que não se vão conseguir fazer no próximo ano. Há outras que sim. Eu digo que nos põe em permanente teste porque nos desafia todos os dias a limar as arestas das divergências, sem nunca perdermos a identidade de cada um dos partidos. Aliás, acho que é mesmo importante que haja serenidade, tranquilidade, na forma como se olha para esta novidade política no quadro do sistema político português. E devemos saber estar à altura daquilo que são soluções que se encontraram em vários países da União Europeia.
Há outros países europeus com soluções de governo construídas com dois partidos anticapitalistas?
Claro que há. Os partidos comunistas por toda a Europa que se coligaram de alguma maneira tornaram-se eurocomunistas e isso produziu também uma transformação nos partidos comunistas desses países.
A reversão das concessões dos transportes é um ponto essencial para o PCP, mas está condicionada financeiramente. O acordo com o PCP pode manter-se se ela não for possível?
Os acordos foram celebrados com base em seriedade, transparência e rigor. Isso implicou um papel muito importante do Professor Mário Centeno que fez as contas e explicou essas contas. Estou absolutamente convencida que com o decorrer da legislatura vamos conseguir encontrar soluções. Não se esqueça que o PS também criticou a forma como foram privatizados os STCP e a Carris, em fim de mandato. Não acho que isso seja um ponto para nos dividir, é um ponto para conversarmos e encontrarmos uma solução.
E houve uma conversa suficientemente franca para não haver surpresas?
Sim, tem de haver. Quando se fazem negociações não pode haver nenhuma surpresa.
Isso pode ser aplicado ao restante conteúdo dos acordos?
Os acordos refletem o núcleo essencial, não quer dizer que não se possa ir mais além que aquilo que está escrito durante a legislatura. Por isso eu digo que a cultura do diálogo e do compromisso é um permanente teste que temos de ter na gestão de uma coligação. Como nas relações pessoais. E o sucesso dos acordos passará muito por haver uma boa governação.
Depende também muito da situação financeira. O cenário de Mário Centeno não é um wishfull thinking?
Acredito na credibilidade dos números de Mário Centeno. A sua experiência deixa-me a garantia que as contas estão bem feitas e que saberá lidar com as contingências.
A senhora esteve nas reuniões de negociação. Quando começou a achar que era possível o acordo?
Desde a primeira reunião com os nossos parceiros.
Durante a campanha, revelou o seu ceticismo com a proposta de Catarina Martins. O que mudou?
O que mudou foi os três partidos à esquerda do PS terem sabido fazer a leitura da vontade dos cinco milhões de eleitores que votaram neles e que pediram aos seus representantes na AR. Acho também que nós PS nunca enganámos os portugueses: desde as primárias o António Costa anunciou o fim do arco da governação.
Mas as pessoas não acreditaram…
As pessoas nunca acreditaram que era possível esse cenário. E por isso se gerou ceticismo e desconfiança. Eu própria, durante a campanha, achei por vezes que isso era impossível.
O António Costa resistirá como líder do PS se não for empossado primeiro-ministro?
Costa não agiu por querer ficar à frente do PS ou ser primeiro-ministro a todo o custo, mas para garantir a sobrevivência do país e de as pessoas terem melhores condições de vida. E estou convencida que se tivermos uma outra atitude à mesa dos conselhos europeus conseguiremos também provocar algumas transformações na Europa.
O programa de governo aprovado na Comissão Nacional do PS é um documento que vincula o BE, o PCP e o PEV?
O programa de governo é o programa eleitoral do PS com as alterações incorporadas decorrentes dos acordos com esses partidos. É um documento que vincula todos os partidos.
Uma questão sobre a forma: acordos assinados em separado, em segredo, de pé, junto a uma porta de emergência. Quem não quis ficar na fotografia?
Não foi junto a uma porta de emergência, foi numa sala do PS no Parlamento. Foi a opção de simplificar as coisas, mas não significa que não haja solidez nestes acordos. E não tenho essa indicação [de que alguém não quis ficar na fotografia].
A direita sinalizou que não é possível contar com o seu voto, mesmo em questões do Tratado Orçamental e nas regras europeias. Acredita?
Espero que seja apenas uma reação momentânea à novidade. Mas o PS tem uma conceção da Europa muito diferente da conceção da direita. PSD e CDS pactuaram ao longo destes quatro anos sempre com a austeridade e foram subservientes. O PS defende uma participação mais ativa e transformadora e uma leitura inteligente do Tratado Orçamental.
O PS precisa dos votos do PSD para governar nos assuntos europeus e na defesa?
Não me parece que precise. Vamos ver.
Como funciona um governo de esquerda nestas condições? Com muita negociação no Parlamento?
Com uma negociação permanente no Parlamento.
Apareceu no passado sábado a apoiar Sampaio da Nóvoa. Porquê só agora?
Já tinha decidido apoiar Sampaio da Nóvoa. Mas entendi que durante as legislativas não devia misturar as duas realidades. E depois a prioridade foi chegar a acordo.
É uma posição institucional?
É um apoio individual. O partido deu liberdade de voto.
Maria de Belém tem o seu voto se passar à segunda volta?
Tem.
Marcelo Rebelo de Sousa veio dizer que o país não precisa de mais eleições. Acha que como Presidente, ele honraria essa declaração?
Sim.

sábado, 21 de novembro de 2015

D. NUNO ALMEIDA: É de Sátão o novo Bispo Auxiliar de Braga

É natural de Sátão, das Pedrosinhas, da diocese de Viseu, o novo Bispo Auxiliar da diocese de Braga. Foi nomeado hoje, 21 de novembro, pelo Papa Francisco, segunda a Nunciatura Apostólica em Portugal, citada pela Agência Ecclesia.
Trata-se de Nuno Almeida, de 53 anos, vai ser ordenado Bispo no dia 31 de janeiro, pelas 16 h na Sé de Viseu, e vai assumir esta relevante missão, de Bispo Auxiliar, na arquidiocese de Braga, ao lado arcebispo D. Jorge Ortiga.
Segunda a agência Ecclesia, D. Nuno Almeida foi ordenado padre a 19 de outubro de 1986, tendo depois assumido o ministério de pároco em várias localidades da Diocese de Viseu, onde foi ainda secretário do bispo D. António Monteiro, entre 1989 e 1994, para além de ter sido chefe de gabinete de D. António Marto, entre 2004 e 2006, quanto este era bispo de Viseu.
A mesma agência acrescenta ainda que “foi professor no Instituto Superior de Teologia de Viseu e em 2012/2013 frequentou a Universidade Salesiana de Roma, onde está a concluir o doutoramento em teologia sistemática, com a tese ‘Busca de sentido da vida e reconciliação cristã. Leitura teológica de Viktor Frankl’” e que  “ainda na Diocese de Viseu, foi responsável pelo Secretariado de Coordenação Pastoral (1991-1993), do Secretariado das Missões (1993-1999) e do Secretariado da Educação Cristã (2000-2006).”

D. Nuno Almeida, é desde outubro de 2013 era pároco no Arciprestado (conjunto de paróquias) de Fornos de Algodres.

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

SÁTÃO: Nove empresas assaltadas na zona industrial


Ler em DÃO E DEMO:
Foram nove, as empresas assaltadas na zona industrial
[Atualizada às 18.00 h]
Afinal, foram nove as empresas visitadas pelos assaltantes que durante a passada noite atuaram na zona industrial de Sátão, nas imediações da variante da EN 229 e que causaram prejuízos de milhares de euros que ainda não estão completamente calculados.
As empresas assaltadas comercializavam os mais diversos produtos. Desde empresas de bebidas, granitos, gráfica, oficinas, empresa de aquecimento, carpintaria, maquinaria industrial, tintas e o pavilhão municipal, em todas o rasto dos assaltantes ficou marcado nos roubos efetuados, em arrombamentos e na destruição operada dentro dos parques e pavilhões das empresas.
O material roubado foi essencialmente máquinas ligeiras, de corte, alguns computadores portáteis, ferramentas e materiais diversos.
Segundo um dos empresários assaltados o alvo seria sobretudo dinheiro, pois tiveram tempo para levar muito mais materiais e numa das empresas até arrombaram um cofre que estava vazio.
Resta agora aguardar a investigação que a GNR e os demais órgãos de polícia criminal irão efetuar com base nos elementos recolhidos no local.

Dão e Demo | Allive FM

Última hora: Zona industrial de Sátão foi assaltada esta noite [Notícia das 10.30 h]
Durante a noite várias empresas sediadas na zona industrial de Sátão, junto à variante da EN 229, foram assaltadas, encontrando-se no local as forças policiais, nomeadamente elementos do núcleo de investigação criminal, a efetuar as respetivas peritagens o que fez com que as empresas não pudessem iniciar a laboração logo ao início do dia.
Os assaltos que foram consumados nesta noite de 20 de novembro, operação consumada por um grupo organizado, segundo a nossa fonte, face à dimensão das empresas assaltadas e materiais roubados, que foram desde maquinaria ligeira a outros elementos de utilização diária. O próprio pavilhão do município foi alvo de assalto.
Daremos informações mais detalhadas ao longo do dia.

terça-feira, 17 de novembro de 2015

No DÃO E DEMO: Jogador do Benfica B homenageado em Ferreira de Aves

Pedro Rodrigues jogador da equipa B do Benfica e natural da Freguesia de Ferreira de Aves no concelho de Sátão foi homenageado na sua terra natal.
Com ele estiveram presentes os colegas da seleção nacional sub 19, familiares, amigos a comunidade escolar e a equipa de juniores do Recreativo de Ferreira de Aves.
Na mesma homenagem esteve Alexandre Vaz, presidente da Câmara Municipal do Sátão, que sublinhou a importância de se homenagearem os filhos da terra que seguem as suas carreiras, esteve também um representante da Junta de Freguesia de Ferreira de Aves, a diretora do agrupamento de escolas do concelho, Helena Castro e o presidente do Recreativo de Ferreira de Aves, Rogério Arrais, que destacou o talento de Pedro Rodrigues no clube.

A homenagem ocorreu na Escola do 2º e 3º ciclos do Ensino Básico de Ferreira de Aves.
De referir que Pedro Rodrigues, nasceu a 20 de maio de 1997, tem 1,83 m de altura e joga a médio, com a camisola 6, na equipa B do Sport Lisboa e Benfica...
Ler mais em DÃO E DEMO.

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Lúcio Campos, comandante distrital da ANPC, diz que o dispositivo do distrito de Viseu é o maior a nível nacional.

Assumiu funções as funções de Comandante Distrital da ANPC no dia 5 de agosto de 2013. Num dos verões mais problemáticos no que concerne aos incêndios florestais e consequentemente ao trabalho que tinha pela frente. Falamos de Lúcio Manuel Soeiro Marinho de Campos, de 50 anos de idade, tenente-coronel, que anteriormente era Comandante do 2º Batalhão de Infantaria da Brigada de Intervenção sediado no RI 14 de Viseu. 
Com ligações familiares ao Sátão, Lúcio Campos, foi substituir César Fonseca com quem mantém uma relação “muito boa e de grande amizade”. 
Lúcio Campos, a quem o presidente da ANPC, major general fez publicar em Diário da República de 11 de novembro o louvor 921/2015 pelos relevantes serviços prestados enquanto Comandante Distrital, é o convidado de hoje de DÃO E DEMO.
Dão e Demo: Está a exercer as funções de Comandante Operacional Distrital (CODIS) da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) desde agosto de 2013. Foi difícil a adaptação a esta estrutura multifacetada e com uma cultura e génese diferentes da instituição militar, donde veio?
Lúcio Campos: Apesar de diferente na sua cultura e na génese, penso que existem muitas convergências e similitudes entre esta estrutura (ANPC) e a Instituição Militar. Ambas têm como princípios orientadores valores como a cooperação, voluntarismo, camaradagem, lealdade, profissionalismo, competência, disponibilidade e espirito de sacrifício. Como tal, foi fácil a minha adaptação a esta nova realidade. Trabalha-se diariamente com pessoas, homens e mulheres, incansáveis e persistentes na procura do bem comum e no auxílio ao próximo. 
Como tem sido a sua relação e articulação com os diversos agentes de proteção civil, nomeadamente com os bombeiros, a GNR, as autarquias e os sapadores florestais?
Penso que boa e isso tem-se revelado muito útil e proveitoso. São realizadas periodicamente reuniões com a participação de todos estes agentes de proteção civil e tem-se procurado trabalhar em rede, implementando medidas e realizando no terreno ações de sensibilização conjuntas, no sentido de alertar as pessoas para a necessidade de evitarem comportamentos de risco e cumprirem com a legislação em vigor, no sentido de reduzir o número de ignições e consequentemente o número incêndios e área ardida.
A aposta que está a ser feita junto das escolas e dos jovens para, através destes, melhor chegar aos mais velhos, garantir uma cultura de segurança no futuro e fazer com que as boas práticas estejam cada vez mais enraizadas na sociedade portuguesa, tem-se revelado muito positiva e profícua...
LER MAIS EM: DÃO E DEMO

sábado, 14 de novembro de 2015

... porque o terror e o medo não podem triunfar!

Trago-vos hoje, dia trágico para a França, para a Europa, e para o nossa civilização, um pequeno excerto de um texto que escrevi aquando da apresentação do livro "O CRIME DE CEREJEIRO" de Joaquim Sarmento, editado pela Papiro.
E trago aqui este excerto pelo facto de nele me ter referido a Paris, cidade que também perpassa pela obra que apresentei.
E trago aqui este excerto porque quero continuar a viver com o espírito de Paris, dessa Paris de sempre, dessa Paris que nos apaixona e por quem nos apaixonamos, dessa Paris de liberdade e multiculturalidade.
E trago aqui este excerto porque o terrorismo não pode vingar, porque o terror e o medo não podem triunfar...
E trago-o aqui porque me quero associar à Torre Eiffel, ao Montmartre, ao Quai d'Orsay, à Bastilha, ao Louvre, porque me quero solidarizar com o povo francês.
Eis esse excerto:
«(...) Eu venho falar-vos de um homem criado pelo autor. Com certeza, criado pelo autor. Detalhado pelo narrador. Sem dúvida. De um homem culto. De pensamento livre. De um homem duriense. De gema. De um amante da liberdade e da felicidade. (Que nem sempre encontra). De um homem que vagueia que busca. Que perscruta. Que questiona. Que se relaciona. Que ama. Que arde de paixão.
Em Paris. Muito em Paris. No Louvre. No Museu d’Orsay. Nessa cidade eterna. (Tua cidade eterna?) De um homem que sorveu e amou nessa Paris de ontem e de hoje. De sempre.
“Fizeram o trajecto que vai da praça de Vendôme a Orsay a pé e aos beijos. Não se coibiram mesmo de exibir, como se de uma sessão de autógrafos se tratasse, um prolongado beijo na boca, numa das passadeiras (...) provocando a ira de alguns automobilistas e as palmas de um numeroso grupo de jovens (...)” (pág. 28 do livro).

De um homem que pisou as ruelas de Montmartre (não citadas) mas que se percebem. Nas ruelas dos pintores vagabundos, navegantes, de que ele tanto gosta. Nos espaços dos criadores da cor do som. Do gemido. Nos territórios da cor dos suores famintos exalados nas alcovas apertadas. Dos inventores do timbre das paixões cegas. E de ciúmes: “gostava (...) de provocar o parceiro, para poder sentir ciúmes. Não por masoquismo, mas por saber que à tempestade verbal desse entorse do amor, se seguiriam as delícias do leito da volúpia que evaporava todos os ciúmes” (pág. 26 do livro) (...).»
Liberté, égalité, Fraternité.
Vive la France!
Acácio Pinto
In: DÃO E DEMO

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Sátão: Feira de São Martinho, na Escola Secundária, foi um êxito!

A Feira de São Martinho do Agrupamento de Escolas de Sátão que se realizou ontem, dia 11 de novembro, no recinto da Escola Secundária de Sátão constituiu um assinalável êxito.
A comunidade educativa compareceu em grande número e a participação dos, quase, 1500 alunos do agrupamento, muitos deles com as suas bancas de vendas dos mais diversos produtos, conferiram ao evento um colorido e uma azáfama de uma verdadeira feira. Couves, abóboras, castanhas, nozes, doces, bolos e artesanato, entre tantos outros produtos, foram comercializados durante toda a manhã no recinto da escola e dentro do polivalente...
Para continuar a ler: DÃO E DEMO.

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

[opinião] Aqui chegados, o que deverá fazer o PR?

Publicado em DÃO E DEMO.
«Certos comentadores, em uníssono, têm repetido à exaustão que o acordo do PS com os partidos à sua esquerda comporta riscos. La Palice não diria melhor. Bem o sabemos, assim como bem sabemos, também, que não são só os acordos que comportam riscos, mas são todas as decisões que tomamos.
Não adianta, portanto, libertarem esses fantasmas numa tentativa desesperada de condicionar seja o que for.
É que até parece, a contrário senso, que o Governo da coligação de direita, minoritário, agora derrubado na AR, era imune ao risco.
Não, não era. O facto de a PaF ter passado a minoritária nas eleições de 4 de outubro e de não ter conseguido formar uma maioria na AR, aí sim, fica evidenciado o risco da instabilidade permanente que essa solução comportaria para o nosso país.
Já a solução acordada pelo PS com o BE, O PCP e o PEV, tem potencial de progressão e de desenvolvimento, face à maioria de que dispõe no Parlamento.
Aliás, esta solução assenta nos pressupostos elementares de funcionamento de todos os regimes democráticos, onde para se governar é preciso ter condições para fazer aprovar os programas e as propostas políticas, coisa que a coligação de direita deixou de ter na atual conjuntura.
Podem-se colocar todas as questões, todas as dúvidas, todas as reservas, mas as da legitimidade democrática e constitucional desta solução, essas, ninguém as pode colocar.
Enquanto na nossa vida nos cabe a nós, a cada um de nós, decidir sobre os caminhos a trilhar, que serão sempre aqueles que considerarmos terem menos riscos de instabilidade quotidiana para nós próprios, já na política é aos partidos que cabe essa tarefa. A tarefa de decidirem, dentro dos quadros legais e constitucionais, estabelecer os caminhos a seguir. A avaliação dos méritos das soluções governativas essa vem, sempre, depois.
Foi isso o que fizeram os partidos. Uns dialogaram entre si sem querer saber de uma solução estável e maioritária (casos do PSD e CDS, que se apressaram a estabelecer entre si um acordo de governo), outros dialogaram, negociaram e chegaram a uma plataforma que permitiu um acordo para um governo com apoio parlamentar (casos do PS, BE, PCP e PEV).
Os partidos envolvidos neste acordo, pese embora as suas divergências ideológicas e programáticas, algumas profundas, entenderam-se naquelas matérias que consideraram ser cruciais para uma alteração de políticas em Portugal.
Caberá, agora, ao Presidente da República a condução do processo que se abriu, com a rejeição do XX governo.
Não sei o que irá fazer o Presidente. Mas sei que ele, assim como indigitou Passos Coelho, tem agora, se quiser traduzir a atual realidade parlamentar, que indigitar António Costa como futuro primeiro-ministro de Portugal.»
Acácio Pinto
in: Dão e Demo