terça-feira, 27 de outubro de 2015

DÃO E DEMO: o seu diário digital | todos os dias nas bancas digitais

DÃO E DEMO é um projeto editorial que está nas bancas digitais a partir de 23 de outubro, primeiro dia em que saí da Assembleia da República e que pode ser consultado em http://www.daoedemo.pt/.
É um projeto plural, de liberdade, de valores humanistas, de afirmação e de defesa do interior, que decidi criar, vocacionado para a região, para as terras do Dão e para as terras do Demo.
Com um estatuto editorial assente nos valores do jornalismo, no respeito pela liberdade de opinião e pelo contraditório.
O seu cerne noticioso e opinativo será sobre a região, sem prescindir de trazer à tona questões nacionais e internacionais.
Conto com todos para a afirmação deste seu diário digital!
Faça-nos uma visita em DÃO E DEMO e coloque-nos nos seus favoritos a visitar todos os dias!

Aqui deixo o primeiro editoral:

«EDITORIAL – “Dão e demo”: ao serviço de um território!

“Dão e Demo”, de seu nome, aí está a partir de hoje. Aí está como um órgão de comunicação social, em suporte digital, para servir uma comunidade e um território, no cumprimento escrupuloso do seu ESTATUTO EDITORIAL.
Aí está para servir o Dão e para servir o Demo.
Para ser um agente de desenvolvimento nestes dois territórios, ou melhor ainda, nesta una e vasta região, de idiossincrasias várias, que queremos que nos continue a brindar e a bafejar com as suas dádivas de terra e água, de pão e vinho.
Dão e Demo aí está para ser uma voz em defesa destas gentes e destas terras, dos municípios e das freguesias, deste interior, que tantas vezes os poderes instituídos, centralistas e surdos, fazem gala em esquecer; para ser uma voz crítica e grossa quando tiver que ser.
Dão e Demo aí está para ser mais um elemento que possa ajudar a economia e as empresas, a educação e a cultura, o património e o ambiente, a fortalecerem-se na sua diversidade e a reforçarem as suas identidades.
Dão e Demo aí está para ser um amplificador das inúmeras coisas boas que aqui acontecem e que aqui queremos que continuem a acontecer, sejam exposições ou conferências, sejam festas ou sejam feiras.
É que a comunicação social, nas suas dimensões mais tradicionais, ou nas novas dimensões que o digital e a internet proporcionam, como é o caso, tem que continuar fiel aos seus objetivos de sempre: comunicar, informar, divulgar, promover, formar, debater, afinal ser um veículo de interação entre os homens e as mulheres de uma comunidade ou de um território.
Aqui estaremos, portanto, nestas terras fortes e fartas, nestas terras mais suculentas ou mais agrestes, nestas terras de águas cristalinas e de vinho abençoado, para cumprirmos o desiderato que nos impusemos e para servirmos, em conjunto, o objetivo que a todos nos move: desenvolver a nossa terra.
Para isso contamos com todos em cada dia que passa, para melhorarmos e crescermos em conjunto e tornarmos mais forte este Dão e Demo, este vosso diário digital.
Usufruam-no, em qualquer local e a qualquer hora, de preferência com um brinde de Dão ou de Demo, ou se quiserem com um brinde à nossa terra.
A nossa certeza, que sei ser também a vossa, é a mesma de Aquilino: “alcança quem não cansa”!»

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Na Festa da Castanha em Sernancelhe

No dia 25 de outubro à tarde estive em Sernancelhe na FESTA DA CASTANHA.
Castanhas assadas, vinho, presunto, queijo, pão, doçaria, artesanato...
Lá estive com o António Manuel Inácio (Nelo), Fernanda Sobral,
presidente da Junta das Arnas, entre tantos outros amigos...
Obrigado pelo convite.

domingo, 25 de outubro de 2015

Sátão: Quim Barreiros encheu o recinto da feira do míscaro 2015


O popular artista, Quim Barreiros, foi, durante a tarde do dia 25 de outubro, a estrela na IX Feira do Míscaro de Sátão.
Com o seu espetáculo dinâmico e interativo, num recinto completamente cheio, o artista foi desfiando o seu vasto rol musical, ante a animação e os aplausos do público presente.
Desde que subiu ao palco, com “o melhor dia para casar”, até ao final do espetáculo foi uma sequência intensa de músicas que fazem e fizeram sucesso, ao longo dos anos, nos palcos de todo o país, no decurso da sua já longa carreira musical.
Em conversa que manteve com Dão e Demo Quim Barreiros recordou que já não era a primeira vez que vinha ao concelho e lembrou mesmo as suas presenças anteriores na discoteca Brown´s, nas festas de verão do concelho e nas festas de Avelal, não recordando, porém, os anos em que tal ocorreu. Deixamos aqui a nota de agradecimento ao Quim Barreiros pela oferta de dois dos seus CD´s, “O melhor de Quim Barreiros vol.2” e “O pau caiu na panela”.
Durante a manhã foi a visita aos diversos expositores pelas entidades presentes.
 
 

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

António Costa: "É urgente o país dispor de um governo estável"

O Secretário-geral do PS, António Costa, defendeu ontem, no final da audiência com o Presidente da República, que “é urgente o país dispor de um Governo estável e que responda à vontade de mudança”, como foi inequivocamente expresso pelos portugueses nas urnas.
Uma mudança de reorientação política, sustentou o líder socialista, “que permita assegurar o crescimento e o emprego, a consolidação sustentável das nossas finanças públicas e que permita termos uma nova postura na União Europeia, tendo em vista retomar a trajetória de convergência que tem sido interrompida”.º«´´O Secretário-geral do PS fez questão de sublinhar que “seria irresponsável colocar o país numa situação de ingovernabilidade, em que não houvesse Governo e sem que fosse possível criar um Governo alternativo”.
Com este sentido de responsabilidade, António Costa afirmou que “o PS não se deve furtar ao seu dever de contribuir para proporcionar ao país uma solução de Governo estável e que tenha um suporte maioritário para o conjunto da legislatura”, tendo transmitido ao Presidente da República que o PS está em condições de assegurar essa solução, depois de ter ficado claro, “como reconheceu Passos Coelho”, que o PSD esgotou as possibilidades de apresentar uma solução com suporte na Assembleia da República.
António Costa defendeu ainda "ser do interesse nacional não prolongar no tempo esta situação de indefinição e agravar a incerteza e dúvida no futuro coletivo, através de soluções que antecipadamente se sabe não terem viabilidade". Pelo contrário, acrescentou, “devemos ganhar tempo, contribuir para que o país reencontre um rumo com a maior urgência possível”.
“Importa servir Portugal e os portugueses, garantindo estabilidade e o respeito pela vontade de mudança”, afirmou o Secretário-geral do PS.
(www.accaosocialista.pt)

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

[opinião] Tribunal Constitucional implodiu a prova: E agora Nuno Crato?

Só Nuno Crato é que não quer ver. Ele, de facto, não conseguiu cumprir a promessa de implosão do Ministério da Educação, mas o Tribunal Constitucional acabou de lhe implodir a prova de avaliação de conhecimentos e capacidades que teimosamente quis implementar ao arrepio de tudo e de todos.
E depois disto, em vez de fazer a autocrítica e aproveitar para acabar com esta entropia que ele introduziu no sistema, não, atira-se para a frente e diz que vai solucionar as inconstitucionalidades para que a prova possa prosseguir.
Nem o facto do atual Governo estar em fim de linha, nem o facto de a coligação não ter maioria, nada o demove, ou parece demover desta sua obsessiva saga.
Ter querido obrigar professores - que estão a trabalhar no sistema há anos e anos, que têm uma formação científica e pedagógica - a efetuarem esta prova é um completo desrespeito para com esses docentes, mas é, essencialmente, uma desconfiança sem paralelo da avaliação das escolas básicas e secundárias e da qualidade da formação inicial de professores por parte das instituições de ensino superior.
Bem sabemos que a prova vem de 2007, mas também todos bem sabemos que até 2011 os docentes com avaliação qualitativa não inferior a bom estavam dispensados, e bem, de a efetuarem. Se a escola avaliava positivamente os professores, qual o motivo pelo qual eles ainda deveriam ser sujeitos a uma prova para verificar se poderiam ser aquilo que já eram, alguns, há vários anos!?
Mas a questão mais grave com que agora estamos confrontados é a dos prejuízos que daqui resultam para milhares de professores, muitos deles que poderiam estar a dar aulas e não estão. Para milhares de professores que foram obrigados a pagar 20 euros para se submeterem a uma prova inconstitucional.
E não se diga que Crato não sabia, que não foi avisado. Foi. Foi na Assembleia da República por todos os partidos da oposição, foi por petições com milhares de assinaturas e foi, até, pelo Provedor de Justiça.
Aqui chegados o que se esperaria era que Crato aproveitasse para fazer precludir a prova, mas não, ao invés diz que está a estudar soluções para sanar as inconstitucionalidades. É por estas e por tantas outras decisões e opções de teimosia e não de razão e de bom senso que Crato ficará na história como o ministro que provocou as maiores iniquidades no nosso sistema educativo, quer na gestão pedagógica, quer na gestão docente, quer na gestão da rede escolar, enfim, na desqualificação da escola pública, isto para já não falar no ensino superior e na ciência.

Acácio Pinto

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Adjuntos e chefes de gabinetes de ministros colocados em lugares de poder permanente

«Enquanto não há decisão sobre o futuro Governo de Portugal, há um jogo de poder que está a mexer no interior dos Ministérios.
O Sexta às 9 (AQUI) investigou as nomeações que saem em Diário da República e esta noite (16 outubro) revela que, nas últimas semanas, tem havido uma verdadeira dança de cadeiras de adjuntos e chefes de gabinete de ministros que têm vindo a assegurar cargos de poder permanente.
Os casos mais flagrantes aconteceram no Ministério da Segurança Social.»
(www.rtp.pt)

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Pontos de convergência para trabalhar numa solução governativa estável

O Secretário-geral do PS, António Costa, classificou hoje de “muito interessante” a reunião de duas horas com o Bloco de Esquerda (BE), salientando que foram identificados “de modo positivo um conjunto de matérias passíveis de convergência”.
António Costa, que se encontrava acompanhado por Carlos César, Ana Catarina Mendes, Pedro Nuno Santos e Mário Centeno, disse ser preciso, no novo quadro parlamentar, que PS e BE trabalhem numa solução que permita que o país “possa ter um Governo estável e que corresponda à vontade popular de que exista uma alternativa de política e no respeito escrupuloso pelo quadro constitucional”.
Falando aos jornalistas na sede do BE, onde decorreu a reunião, o Secretário-geral do PS afirmou que há “um conjunto de matérias que podem dar suporte a um entendimento estável”, adiantando que ficou assente que irá ser desenvolvido um “trabalho técnico” que permita concretizar os pontos de convergência e reduzir o grau de divergências.
A ideia, sublinhou António Costa, “é alargar aquilo que possa ser a base de sustentação de uma solução governativa estável para o país”.
“Verificámos que há margem para aproximar posições” dos dois partidos, disse o líder socialista, adiantando que há um “objetivo comum” ao PS e ao BE que é “a recuperação do rendimento das famílias portuguesas, em especial as de mais baixo rendimento”.

(www.accaosocialista.pt)

sábado, 10 de outubro de 2015

Coligação não apresentou propostas de governabilidade para o país

Três horas de reunião que não deram em nada. À saída do encontro com os líderes do PAF,  no dia 9 de outubro de manhã, António Costa mostrou-se decepcionado,  tendo admitido que havia expetativas a que a coligação não correspondeu.

António Costa lamentou que a reunião de três horas com os líderes da coligação Portugal à Frente se tenha traduzido por um resultado “bastante inconclusivo”, referindo não ter sido possível um trabalho aprofundado sobre “quaisquer propostas de governabilidade para o país”, que a coligação entende que deveriam ser criadas.
Falando aos jornalistas no final do encontro, o Secretário-geral do PS começou por criticar a ausência de “propostas concretas” por parte dos dois partidos da coligação, afirmando que o encontro não tinha correspondido às “expetativas”. Não foi apresentada “qualquer proposta para analisarmos”, esclareceu.
António Costa voltou a colocar o ónus da governabilidade em Passos Coelho e Paulo Portas, lembrando, contudo, o histórico desta coligação de direita de “não ter o hábito de fazer conversações entre partidos”, sendo por isso “natural que houvesse agora maior dificuldade em acertar”.
Uma falha que António Costa disse esperar possa ser ultrapassada já na próxima semana, quando na terça-feira as duas delegações se voltarem a reunir, traduzindo-se “numa proposta concreta e não em ideias vagas”.
O Secretário-geral do PS aproveitou a oportunidade para lembrar que a coligação, através de diversos dirigentes seus, já antes tinha manifestado publicamente abertura para negociar, uma atitude que António Costa diz ter acolhido com satisfação. Tendo a direita perdido a maioria absoluta “é natural que dialogue”, justificou o líder socialista, aconselhando os responsáveis da coligação a “adaptarem-se às novas circunstâncias” de um novo quadro parlamentar.
Reafirmou a posição já assumida pelo Partido Socialista quanto aos seus objetivos principais, insistindo que o PS tem um programa “com contas feitas e conhecidas” e posições assumidas em relação às propostas políticas da coligação de direita, em especial, no que respeita à Segurança Social, ao empobrecimento do país e às políticas de austeridade.

António Costa não deixou de sublinhar que as conversações que ontem manteve com o PCP “foram mais fáceis”, uma vez que “havia matérias concretas em cima da mesa”.
(www.accaosocialista.pt)

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Criar condições para virar a página da austeridade

António Costa considerou ontem que há condições para se desenvolver com o PCP um “trabalho sério” e “aprofundar pontos de convergência”, tendo em vista “virar a página da austeridade”.
O Secretário-geral do PS falava no final da reunião com o PCP, na sede nacional deste partido, que se destinou a analisar o novo quadro partidário saído das eleições legislativas.
“Foi um diálogo muito franco. Nos próximos dias, há condições para aprofundar pontos de convergência identificados nesta reunião, dando-lhes expressão institucional”, afirmou António Costa, que se encontrava acompanhado pelo presidente do PS, Carlos César, pelos dirigentes socialistas Pedro Nuno Santos e Ana Catarina Mendes e pelo coordenador do cenário macroeconómico do partido, Mário Centeno.
O líder socialista salientou que, durante a reunião com o PCP, estiveram em discussão políticas que podem ser comuns, tendo em vista “virar a página da austeridade”, e não modelos institucionais de Governo.
Alteração de políticas em Portugal
“Não tratamos das formas de Governo, mas das políticas. Era preciso apurar o que, além da divergência, havia de convergência. Não estivemos a trabalhar sobre o que nos divide, mas a trabalhar em torno de perspetivas comuns e atuações prioritárias que correspondam à vontade dos cidadãos para que haja uma alteração de políticas em Portugal”, disse.
“O que estamos discutir não é o programa dos partidos, porque cada um tem o seu programa. O que estamos a discutir são as medidas de políticas consideradas prioritárias para o país, tendo em vista haver uma inversão da política seguida, dando satisfação e expressão institucional àquilo que foi a vontade dos portugueses” nas eleições de 4 de outubro.
António Costa salientou ainda que a viragem da política de austeridade “é um ponto cimeiro da agenda económica do PS e é também, como é sabido, da do PCP”, defendendo que “a concretização dessa viragem traduz-se num conjunto de medidas que é necessário trabalhar”.
(www.accaosocialista.pt)

terça-feira, 6 de outubro de 2015

[opinião] Obviamente, um congresso!

É assim a vida. Feita de resultados. E quando estes não correspondem aos objetivos traçados têm que ter consequências. Temos que refletir sobre os mesmos e afinar as estratégias.
Enquadram-se, neste caso, os resultados do PS nas eleições legislativas de 4 de outubro.
Temos que ser muito claros na análise, para sermos igualmente muito objetivos na definição de uma linha para o futuro.
O PS nem ganhou à coligação, nem foi o partido com mais mandatos, quando isolamos os resultados partidários.
Mas, acresce, porém, a este mau resultado socialista um cenário em que a coligação, ganhando, não obteve maioria absoluta de mandatos o que, obrigando-a a formar governo, lhe exige um elevado sentido de compromisso. Ora isto coloca o PS e António Costa, sempre, no cerne das decisões futuras que serão muitas e exigentes, sob o ponto de vista político e institucional.
Ou seja, os portugueses deixaram bem claro, nestas eleições, o que querem e o que não querem para Portugal. Querem que seja a coligação a governar, mas não querem o mesmo programa de governo.
E esta é uma conjuntura completamente nova, em que a direita ganhando, está em minoria num parlamento maioritário de esquerda. E esta realidade exige dos partidos posicionamentos políticos bem definidos.
É, pois, precisamente aqui que se coloca ao PS a óbvia necessidade de escutar os socialistas, o que só através de um congresso é possível.
Em primeiro lugar, não podem restar nenhumas dúvidas nem pairar quaisquer fantasmas sobre a liderança do PS. Quem a quiser disputar deve fazê-lo. Em segundo lugar não pode haver nenhuma tergiversação sobre o posicionamento do PS na Assembleia da República no quotidiano parlamentar que vai ser prenhe de ocasiões crispadas.
O programa de governo, os orçamentos de estado, os programas de estabilidade e crescimento, as moções de censura ou de confiança, as votações de projetos fraturantes à esquerda ou à direita, de tudo um pouco, seja adrede ou não, colocará com inusitada frequência uma enorme barra, nomeadamente, sobre o Partido Socialista.
Há uma necessidade absoluta de ter linhas de rumo bem marcadas e “cartas de marear” com o norte bem definido. E o PS só pode fazer isso num congresso que deverá ocorrer o mais rapidamente possível, sendo que as eleições presidenciais, em nada ajudarão este desiderato.
Acácio Pinto

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

5.10.1910 - 5.10.2015

5.10.1910 - 5.10.2015
A constituição diz no nº1 do artº 11: "A Bandeira Nacional é a adoptada pela República instaurada pela Revolução de 5 de Outubro de 1910."
...jurou cumpri-la mas ignora uma das únicas datas a que a CRP alude!
Enfim...

Vade-retro!

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Obrigado e até sempre!

Partilho o teor de um mail que enviei hoje, dia 2 de outubro, a um conjunto de viseenses a quem semanalmente enviava uma "newsletter", a partir de links deste blog, com a minha atividade política . Hoje enviei a INTERAÇÃO nº347, a última deste ciclo.

Cara(o) amiga(o),
Iniciei a minha atividade parlamentar em 15 de outubro de 2009, eleito pelo círculo eleitoral de Viseu, nas listas do PS, o meu partido de sempre.
Desde então decidi interagir convosco através destas comunicações regulares a que dei o nome de interação, podendo igualmente ter-se acesso à minha atividade na Assembleia da República através do link: http://www.parlamento.pt/DeputadoGP/Paginas/Biografia.aspx?BID=4208.
Esta foi a forma que encontrei para comunicar com os eleitores do meu círculo eleitoral, dando-lhes nota, semanalmente, das atividades políticas, parlamentares e partidárias em que participava, de forma a poderem efetuar o, sempre saudável, escrutínio dos políticos, neste caso o meu escrutínio.
Quero pois, neste momento, uma vez que não sou candidato nestas eleições legislativas, agradecer a todos a amizade, o apoio, a confiança e a crítica construtiva que me fizeram. Desde logo quero agradecer ao PS e aos socialistas, mas também aos inúmeros eleitores de todo o distrito que não sendo militantes do PS não deixaram de dar o seu contributo ativo para a melhoria do distrito de Viseu.
Uma palavra também de agradecimento aos meus colegas deputados de Viseu, o José Junqueiro e a Elza Pais, pessoas sempre na linha da frente de todos os combates distritais e nacionais. Pessoas empenhadas e sempre muito dedicadas às causas que abraçam.
Finalmente uma palavra para o futuro que desejo que a partir do próximo dia 4 de outubro, e perdoem-me aqueles que não são socialistas, venha a romper com as políticas de austeridade a que os portugueses foram sujeitos nestes últimos quatro anos pela coligação.
António Costa merece ser primeiro-ministro para fazer diferente, para fazer melhor, para cumprir um programa que construiu com base numa agenda estratégica para a década e em estudos macroeconómicos credíveis desenvolvido por economistas independentes.
As sondagens (ainda) não ganham eleições. O voto de cada um é que decide e a decisão está nas mãos de cada viseense e de cada português, pelo que ir votar deverá constituir-se como uma obrigação básica de todos.
Eu votarei no PS e em António Costa!
Cumprimentos e até sempre.
Acácio Pinto


Nota: A partir de hoje deixarei de enviar esta "newsletter" semanal pois o meu mandato terminará numa das próximas semanas, com a posse dos novos deputados, a quem desejo felicidades.