quarta-feira, 30 de abril de 2014

A amizade para além das opções clubísticas!

No dia 27 de abril estive no estádio do Dragão com amigos meus do Futebol Clube do Porto. Com o Francisco Assis, Manuel Pizarro, António Borges, José Luís Carneiro, Fernando de Jesus, Vasco Ribeiro e com tantos outros, fervorosos adeptos do FCP.
Pois bem, guardo para mim o excelente tratamento que me dispensaram, quer os meus amigos de longa data, quer todos com quem tive a oportunidade de privar, no camarote presidencial, onde estive com o presidente do FCP, Jorge Nuno Pinto da Costa.
O resultado que desta feita foi favorável ao meu SLB é um detalhe, com certeza que importante, mas um detalhe ante e perante a amizade e o desportivismo que tem que estar acima das nossas opções clubísticas.
Agradeço de forma especial ao Francisco Assis e ao António Borges, a todos afinal, o convite e o excelente tratamento que me dispensaram.
Abraço amigo!

terça-feira, 29 de abril de 2014

Penalva do Castelo assinalou os 40 anos do 25 de abril de 1974

O município de Penalva do Castelo assinalou no dia 25 de abril, à tarde, os 40 anos do 25 de abril, numa iniciativa em que intervieram os presidentes da câmara, Francisco Carvalho, e da assembleia municipal, Vítor Fernandes, o deputado do PS, José Junqueiro, bem como os representantes dos partidos políticos representados na assembleia municipal, tendo, pelo PS, intervindo José Manuel Lopes.
Igualmente foram homenageados os ex-autarcas do concelho, câmara, assembleia e freguesias, com um diploma alusivo ao facto.
Antes do início da sessão, que decorreu no salão da banda filarmónica de Penalva do Castelo, foram libertados 25 pombas simbolizando a paz e a liberdade que abril nos trouxe.
Presentes, para além dos intervenientes e dos autarcas, o deputado Acácio Pinto, também muito penalvenses e, na mesa, ainda estiveram a diretora do agrupamento de escolas, os presidentes dos bombeiros e da banda filarmónica e o comandante da GNR.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Sátão realizou 1ª expo cultura | artesanato | floricultura | colecionismo

Teve lugar nos dias 26 e 27 de abril no largo de são Bernardo em Sátão a 1ª edição da "Expo-cultura" de Sátão, uma mostra de artesanato, floricultura e colecionismo, integrada nas comemorações do 25 de abril.
Foi uma meritória iniciativa idealizada pelo Mariano Costa, a que a câmara, e bem, ajudou a dar corpo, com o apoio da associação N'Gestus e do clube de colecionadores da cidade de Viseu.
Ali acorreram expositores não só do concelho mas, também, da região o que conferiu um aspeto de maior dimensão a esta edição que foi abrilhantada ao longo dos dois dias por diversos grupos folclóricos e musicais.
Se o caminho, como sói dizer-se, se faz caminhando não há qualquer dúvida que esta iniciativa, que nasceu na designada sociedade civil, tem espaço e tem potencialidades para ganhar um lugar próprio na panóplia de eventos do concelho, assim a câmara a saiba acarinhar e projetar.
Parabéns ao Mariano Costa pela ideia e a todos quantos se empenharam para lhe dar corpo, colaboradores e expositores.
Aqui deixo algumas fotos do evento.
Foto: Patrícia Mendes Almeida

domingo, 27 de abril de 2014

Os 40 anos do 25 de abril em Sátão | Intervenção de Paula Cristina Cardoso, pelo PS

No dia 25 de abril de 2014 foi realizada, em Sátão, uma iniciativa com o objetivo de assinalar os 40 anos do 25 de abril de 1974, em que se registaram intervenções dos grupos parlamentares e dos presidentes da câmara e da assembleia municipal.
Pelo PS interveio Paula Cristina Cardoso, deputada municipal nascida, precisamente, em 1974.
É com especial agrado que aqui partilho alguns excertos da intervenção que a Paula Cardoso efetuou.
Ei-los:

«Quarenta anos são passados sobre o 25 de abril de 1974. Quarenta anos sobre o dia em que um punhado de militares, os capitães de abril, pôs cobro a um tempo negro da nossa história contemporânea, devolvendo aos portugueses a construção, em liberdade, do seu futuro coletivo.»

«Foram muitos, aqueles que aceitaram o desafio de lutar pela liberdade, pela igualdade de oportunidades, pela justiça e projetaram para Portugal um futuro melhor.
Foram muitos, aqueles que lutaram em prol da República, de um estado de direito democrático, da tolerância, da educação, da saúde, da cultura e da justiça social.
Não somos demais, hoje, todos, para lutar pelo aprofundamento de todas as conquistas que abril nos deu, todos as portas que abril abriu.»

«Os mais elementares direitos humanos passaram a ter consagração plena nos nossos textos fundamentais. Os direitos e as liberdades passaram a ser indistintos da raça, da cor, do sexo, da língua, da religião ou da opinião política.»

«Os partos, esses, cerca de metade aconteciam em casa, muitos deles sem qualquer assistência médica, com nefastas consequências, tantas vezes, para filhos e mães. É que nem as maternidades nem os centros de saúde estavam distribuídos pelo território e as acessibilidades não existiam.»

«E se eu vivi o 25 de abril de 74 numa situação de proteção, no útero materno, posso afirmar que para a minha mãe e para as inúmeras mulheres de Portugal, que sentiram as opressões anteriores a abril de 74, aquela foi de facto uma grande vitória, uma data marcante.
Como mulher nascida em 1974, poucos meses após o dia 25 de abril, quero, pois, manifestar o meu público agradecimento a todos quantos deram corpo à revolução de abril, a todos aqueles que nos devolveram a liberdade, a todos quantos consagraram os mais elementares direitos de cidadania.»

«Não permitir que essa herança de abril, que esses direitos sejam postos em causa é o nosso desafio, hoje, aqui e agora.
Não podemos permitir que esta crise, de raízes essencialmente especulativas e financeiras, se transforme numa crise económica e social que atinja, sobretudo, os mais frágeis e coloque em causa a dignidade das pessoas.»

«É por isso que o legado do estado social tem que ser um pilar central de todo o nosso pensamento, da nossa ação política.
A acessibilidade ao serviço nacional de saúde, à escola pública, à segurança social, à justiça, à habitação e o combate à pobreza não podem nunca sair da nossa agenda.
Se há combates que valem a pena são estes combates, são aqueles que promovem a redução do fosso entre os mais ricos e os mais pobres; são aqueles combates que visam proporcionar o acesso à formação e à qualificação dos portugueses; são aqueles que vão no sentido de disseminar os avanços tecnológicos por todos os portugueses; são aqueles que proporcionam uma vida saudável de bem-estar a todos.
Mas, também, nunca poderemos compactuar com os ataques, e têm sido tantos, que têm sido feitos ao interior. Temos que dizer bem alto que não estamos disponíveis para que o centralismo nos continue a subtrair serviços, a retirar repartições, a sonegar o acesso a tantos e tantos bens para os quais também contribuímos com os nossos impostos.
E não seremos só nós, os do interior, a ganhar com esta alteração de paradigma, será todo o território, pois aumentará a coesão territorial.»

«Temos, urgentemente, que colocar as pessoas no centro das nossas iniciativas, das nossas ações, da nossa política, seja na Europa, seja em Portugal, seja a nível central, seja a nível local.
E cada um de nós, instituições públicas ou privadas, administração central ou autarquias locais, deve ser um agente, um voluntário, ao serviço deste objetivo. Ao serviço de uma agenda de crescimento e emprego, por forma a travar a saga da emigração que nos assola a níveis igualmente dramáticos aos dos aos 60 do século XX. A diferença é que neste momento não emigram “a salto”, mas emigram a soldo de políticas agressivas do emprego e dos direitos laborais das populações.»

«Temos de ter esperança e acreditar no futuro de Portugal, com a certeza de que a esperança mora nas mãos de cada um de nós.»

sábado, 26 de abril de 2014

Inauguração do centro de dia e apoio domiciliário da Assocrel | Lamas-Moledo-Castro Daire

Teve lugar no dia 26 de abril a inauguração do centro de dia e serviço de apoio domiciliário da Assocrel, localizado em Lamas, freguesia de Moledo, concelho de Castro Daire, uma obra que teve no José Carlos, presidente da direção, o grande impulsionador. Igualmente foram inauguradas pelo presidente da câmara de Castro Daire, Fernando Carneiro, as obras de requalificação das acessibilidades e dos espaços envolventes.
Estiveram presentes, para além do presidente da câmara e vereadores da autarquia, o presidente da junta de freguesia de Moledo, o deputado do PS, Acácio Pinto, o diretor distrital da segurança social, Telmo Antunes, Miguel Ginestal, ex-governador Civil, João Cruz, ex-diretor adjunto distrital da segurança social, entre muitas pessoas da freguesia.