segunda-feira, 31 de março de 2014

Pavilhão de Aregos recebeu mais uma festa das cavacas de Resende

Nos dias 29 e 30 de março decorreu mais uma festa das cavacas de Resende. De novo o pavilhão multiusos de Aregos se abriu para receber em festa todos quantos quiseram apreciar um dos produtos mais marcantes do concelho.
Juntamente com os fabricantes de cavacas podiam-se apreciar nos stands outros produtos locais, de que destaco os licores de cereja, o vinho e o mel.
A animação musical - grupos folclóricos, academia de música - não faltou para dar colorido à festa e esteve em permanência no palco do pavilhão multiusos.
Os autarcas de Resende, presidente da câmara, Manuel Trindade, e vereadores, bem como da assembleia municipal, António Borges, e presidentes de junta, marcaram o ritmo de toda esta iniciativa, com a sua presença no pavilhão, que se encheu de resendenses e forasteiros, nomeadamente no domingo, dia 30 de março.
Parabéns pela iniciativa, mais um êxito de promoção de um produto importante para a economia local.

domingo, 30 de março de 2014

Dia mundial do teatro, no dona Maria II com José Rui Martins

Foto: Ricardo Chaves
No dia 27 de março, dia mundial do teatro, assisti ao espetáculo "20 dizer", no salão nobre do teatro nacional dona Maria II, em Lisboa.
Sob a direção artística, textos e declamação de José Rui Martins, este espetáculo soltou a palavra pelas salas e corredores desta magnífica casa do teatro.
Como facas, como flores, como armas, como mar, as palavras ganharam corpo e cor e disseram azul e mar, e disseram dor e amor. E abriram portas e gavetas e abriram fundos de túneis secretos.
É assim o José Rui Martins, quando empresta a sua sensibilidade, a sua voz, quando se veste de Gil, ou de Lorca, de Sofia ou de Brecht, de Saramago ou de Almada, de Drumond ou de Herberto, de Mia ou de Vinicius... de tantos outros, de todos quantos são palavra e querem ter voz.
A seu lado teve a flauta e a voz de Luísa Vieira.
Mais uma excelente produção do Trigo Limpo, teatro ACERT.
Parabéns José Rui Martins. Continua a cantar-nos, a dar-nos a tua voz, a dar-nos a palavra.

sábado, 29 de março de 2014

[opinião] José Leite de Vasconcelos: peregrinador do saber!

No âmbito das comemorações do 120.º aniversário da Fundação do Museu Nacional de Arqueologia, a Assembleia da República inaugurou em dezembro a exposição "José Leite de Vasconcelos: Vida e Obra". Simultaneamente decorreram um conjunto de conferências alusivas às suas diversas facetas: homem de cultura; museólogo, arqueólogo, etnólogo e peregrinador do saber.
Homem multifacetado, José Leite de Vasconcelos nasceu em 1858 em Ucanha, no concelho de Tarouca, e morreu em 1941.
Considerado por muitos como o pai da filologia portuguesa, Leite de Vasconcelos, ele que era formado em medicina, atividade que exerceu durante um escasso tempo da sua vida, era um incansável descobridor da alma do povo português e tinha até, nas palavras de Luís Fagundes Duarte, “o sonho romântico de escrever a história do povo português”.
Na última conferência realizada no dia 25 de março na Assembleia da República, encerrando-se assim este ciclo em torno de José Leite de Vasconcelos, a faceta que foi trazida aos presentes foi a do “peregrinador do saber” em que intervieram, com duas magníficas conferências, o filólogo e atual secretário regional da educação, ciência e cultura dos Açores, Luís Fagundes Duarte e António Valdemar, jornalista, investigador e sobretudo um homem de cultura.
Fagundes Duarte falou mais na vertente filológica e apresentou duas cartas escritas por Leite de Vasconcelos, para contextualizar a sua dedicação e trabalho de pormenor e rigoroso que imprimia à sua atividade, mas sobretudo para nos falar de uma viagem que um conjunto de intelectuais do continente efetuou em 1924 ao arquipélago dos Açores com a finalidade de o conhecerem e a partir daí poderem escrever, nos jornais do continente, sobre a realidade insular. Foi uma viagem que permitiu a Leite Vasconcelos fazer uma conferência na Academia de ciências de Lisboa de que resultou o livro “Mês de sonho” alusivo à viagem, livro que ainda hoje constitui uma excelente “pintura” do arquipélago e que vai ser alvo de uma nova reedição.
Já António Valdemar fixou-se nos detalhes de Leite de Vasconcelos em Lisboa e no Porto e na interação, profunda, que ele teve com os seus contemporâneos. Falou de Aquilino e de várias das suas obras, de Araújo Correia, de Miguel Torga e de Teixeira de Pascoaes, entre tantos outros escritores e homens de cultura da época.
Se aqui trouxe, hoje, Leite de Vasconcelos, um homem do nosso distrito, foi para o evocar mas também para dizer que a busca pelo saber nos deve interpelar e mover sempre. Só assim o mundo pula e avança.
Acácio Pinto
Correio Beirão nº10, de 28.03.2014

sexta-feira, 28 de março de 2014

Alunos de Moimenta da Beira na Assembleia da República

Quarente e oito alunos do agrupamento de escolas de Moimenta da Beira, acompanhados de quatro professores deslocaram-se no dia 28 de março à Assembleia da República.
Na oportunidade foram recebidos pelo deputado Acácio Pinto que lhes proporcionou uma visita ao palácio de são Bento (sala do senado, passos perdidos, escadaria principal, salão nobre, varanda principal e biblioteca).
No final desta visita ao palácio tiveram ainda a oportunidade de assistir a partir das galerias ao debate que estava a ocorrer no plenário.
Uma saudação para todos os alunos e para os professores e votos das maiores felicidades.

Restrições no acesso à internet são um rude golpe na autonomia e liberdade da escola pública

NOTA DE IMPRENSA
As restrições no acesso à internet nas escolas públicas impostas pelo ministério da educação e ciência representam uma medida centralista e mais um rude golpe na autonomia das escolas.
Para além disso, esta decisão impede o cabal cumprimento de conteúdos programáticos em vigor, configura uma censura digital inadmissível e um forte retrocesso na liberdade pedagógica em contexto escolar.
Aliás, esta medida visa apenas ocultar os graves problemas existentes na rede informática das escolas, pois a rede existente não responde às necessidades atuais. A situação é tanto mais grave quando se constata um completo desinvestimento da tutela no Plano Tecnológico de Educação.
O Grupo Parlamentar do partido Socialista discorda profundamente, pois, desta decisão do ministério da educação e ciência que em vez de resolver os problemas de saturação da capacidade da rede informática, optou por coartar a liberdade e autonomia das escolas. Uma situação completamente incompatível com uma sociedade moderna e desenvolvida.
Grupo parlamentar do PS
2014.03.27

quinta-feira, 27 de março de 2014

Viseenses de visita à Assembleia da República


Os deputados Acácio Pinto e José Junqueiro receberam, no dia 27 de março, na Assembleia da República, os seus conterrâneos Joaquim Rebelo Marinho, de Sátão, e João Soares, de Mangualde.
Na oportunidade efetuaram uma visita ao palácio de são Bento, nomeadamente à sala do senado, ao salão nobre, à varanda principal, aos passos perdidos, à biblioteca e ao plenário.
Como sempre, é um prazer poder receber os nossos conterrâneos viseenses na Assembleia da República, pelo o desafio de uma visita continua de pé.

Pergunta ao ministro da saúde sobre termalismo e saúde


Pergunta efetuada ao ministro da saúde no dia 26 de março na AR sobre a correlação positiva entre termalismo e saúde e sobre a disponibilidade do governo para repor o apoio do SNS aos tratamentos termais. Esta pergunta vem na sequência de uma visita que os deputados do PS efetuaram às Termas de São Pedro do Sul.
O ministro da saúde nada respondeu. Presumo que este não é um assunto que o preocupe. A medicina preventiva, o termalismo e a dinamização da economia não fazem parte da agenda do governo.


quarta-feira, 26 de março de 2014

Lista do PS ao parlamento europeu foi aprovada por unanimidade

A lista de candidatos do Partido Socialista ao Parlamento Europeu, apresentada no dia 25 de março à Comissão Política Nacional, teve como critério cumprir três grandes objetivos:
Renovação, Qualidade e Competências específicas em dossiers fundamentais para Portugal, tendo em vista a articulação entre o futuro Governo e o Parlamento Europeu.
São áreas prioritárias para o PS: Emprego; União Económica e Monetária; Mar; Energia; Ciência e Tecnologia.
A lista do PS é totalmente paritária, integra três independentes em lugares elegíveis e apresenta quadros qualificados nas áreas consideradas prioritárias.
EFETIVOS
1 - Francisco Assis
2 - Maria João Rodrigues
3 - Carlos Zorrinho
4 - Elisa Ferreira
5 - Ricardo Serrão Santos
6 - Ana Gomes
7- Pedro Silva Pereira
8 - Liliana Rodrigues
9 - Manuel dos Santos
10 - Maria Amélia Antunes
11- Fernando Moniz
12 - Isabel Coutinho
13 - José Junqueiro
14 - Célia Afra
15 - Diogo Leão
16 - Maria da Luz Lopes
17 - Henrique Ferreira
18 - Maria de Fátima Carvalho
19 - Júlio Barroso
20 - Maria José Batista
21 - Eduardo Lourenço
SUPLENTES
22 - Ana Venâncio
23 - Fernando Cabodeira
24 - Rita Mendes
25 - Adérito Pires
26 - Renata Veríssimo
27 - Miguel Rasquinho
28 - Catarina Castanheira
29 - Carlos Granadas

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[opinião] Responda aos viseenses, senhor primeiro-ministro!


O PSD “brindou” Viseu com as suas jornadas parlamentares fazendo deslocar para a nossa região, durante dois dias, todo o seu “estado maior”, deputados e governantes.
Mas estas jornadas acontecem numa altura em que estão anunciados novos cortes para os trabalhadores, para a administração pública, para os reformados e para os pensionistas. São cortes que ocorrerão em 2014 e mais quase dois mil milhões de euros de cortes para 2015.
Assim sendo, importante seria que o PSD explicasse em Viseu para onde nos quer empurrar. Que, mais, maldades quer o PSD fazer a um povo que está exausto e a um distrito que está completamente votado ao abandono.
Um distrito que o PSD sempre marginalizou e que este governo continua a marginalizar. Um distrito que só é de “primeira” no que ao encerramento de serviços concerne, com especial destaque para os tribunais e para as repartições de finanças.
Mas também um distrito que, como já se percebeu, está, por este governo, condenado a não ter a ligação Viseu-Coimbra, nem qualquer outra acessibilidade, a não ter centro oncológico, apesar de todos os estudos o evidenciarem, a não ter qualquer investimento. Um distrito em que o comboio só é prioridade nos discursos de salão e nas palavras de circunstância dos agentes políticos afetos à maioria.
Quanto às políticas sociais recuaram, porque as diferentes instituições foram, segundo a terminologia de Carlos Moedas, "esmifradas" dos seus meios financeiros. Podem “aumentar” os lugares para utentes nas instituições sociais, mas não há comparticipações, nem novos acordos seja pela saúde, seja pela segurança social. Uma vergonha que está a deixar muitas instituições à beira do colapso.
O desemprego, como se sabe, aumentou em todo o distrito e daqui, para tentarem uma oportunidade além fronteira, têm partido milhares e milhares de pessoas que se juntam aos cerca de cem mil portugueses que emigraram em 2013. Um distrito que bate o triste recorde de ser aquele onde mais idosos vivem em isolamento.
Mas também um distrito com fortes restrições na saúde, educação, cultura e ciência. Em que a política de empobrecimento atinge também fortemente os agricultores, os operários, os funcionários públicos.
Ou seja, para um primeiro-ministro que tudo prometeu e fez o seu contrário, que aumentou a dívida de 94 par 130% do PIB, seria bom que explicasse ao distrito de Viseu, que explicasse aos viseenses em nome de que interesses é que se move, em nome de qual consenso é que fala!
Acácio Pinto
Rua Direita | Diário de Viseu

terça-feira, 25 de março de 2014

Deputados do PS visitaram a CERUTIL, em Sátão

José Junqueiro, José Arimateia, Acácio Pinto e Paulo Carvalhas
Os deputados do PS, José Junqueiro e Acácio Pinto, visitaram a CERÚTIL, em Sátão, concelho do distrito de Viseu, uma região bem do interior. A indústria pertence ao grupo Visabeira, um grupo com uma faturação superior a 550 milhões de euros.
A CERUTIL emprega 164 trabalhadores, 74% dos quais são mulheres. É uma empresa âncora, sendo o maior empregador privado no concelho, tendo-se constituído como pilar fundamental da economia local e regional, bem como um fator determinante para atenuar a regressão demográfica.
Fabrica artigos de uso doméstico, em grés fino, bem como louça de forno. A incorporação de componentes na matéria-prima tem, maioritariamente, origem nacional.
Produz 20 mil peças por dia, 5 milhões por ano, das quais exportou, em 2013, 94% para 23 países, com destaque para França, Itália, Inglaterra, U.S.A. e Alemanha. O volume de faturação é, atualmente de 7,2 milhões de euros e a sede fiscal da empresa é no Sátão.
A indústria conheceu fortes constrangimentos pelas políticas fiscais do governo ao ter aumentado, por exemplo, de 6% para 23% o IVA do gás e eletricidade, recursos energéticos fundamentais à produção, que pesa na fatura final. A acessibilidade a Viseu e A25 é medíocre, fator que dificulta o acesso desejado, em melhores condições, ao porto de Leixões.
A equipa técnica conta com quadros qualificados, responsáveis pelo planeamento, designer e produção, bem como trabalhadores com formação técnica e profissional adequada às exigências do desempenho. Uma parte da atividade, a mais pesada, é robotizada e corresponde a conceitos de tecnologia e inovação desenvolvidos pela equipa técnica.
A deslocação dos deputados a Sátão inseriu-se no contexto das conferências “Novo Rumo para Portugal” e, neste caso concreto, no âmbito da semana dedicada às propostas do PS para “Um Novo Desenvolvimento” e uma economia de esperança, de crescimento e emprego em Portugal. Tiveram em conta que o distrito de Viseu é um dos que conheceu maior aumento de desemprego e maior desertificou.
Contrariamente às políticas de austeridade e empobrecimento, promovidas pelo governo, os deputados do PS chamam a atenção para o facto de que o crescimento e criação de emprego está assente em indústrias e empresas mais competitivas e capazes de ter sucesso nos mercados internacionais, capacitando os nossos produtos e tecnologia, com base em recursos humanos altamente qualificados.
Os deputados do PS sublinham que é com exemplos destes, contrários às políticas de austeridade cega, que poderemos devolver a esperança aos cidadãos, demonstrar que uma crise só se ultrapassa com o crescimento e não com o empobrecimento. Criar uma nova confiança para um novo futuro é o desafio do PS, em que os deputados se inserem.
2014.03.24

segunda-feira, 24 de março de 2014

Em comunicado, deputados do PS desafiam PSD a dar respostas aos viseenses

O "estado maior" do PSD vem a Viseu realizar as jornadas parlamentares com a notícia, dada ontem por Marques Mendes, de que a administração pública, reformados e pensionistas, vão ter ainda mais cortes nos seus rendimentos em 2014 e quase mais 2 mil milhões em 2015.
Vem a um distrito que marginalizou e continua a marginalizar. Onde vai encerrar o maior número de serviços, com especial destaque para os tribunais e repartições de finanças.
Vem a um distrito que, como já se percebeu, condenou a não ter a ligação Viseu-Coimbra, nem qualquer outra acessibilidade, nem centro oncológico, nem nenhum investimento. E quanto a comboio como prioridade apenas temos as habituais palavras.
As políticas sociais recuaram, porque as diferentes instituições foram, segundo a terminologia de Carlos Moedas "esmifradas". Podem "aumentar" os lugares, mas não há comparticipações, nem novos acordos. Uma vergonha que está a deixar muitas instituições à beira do colapso.
O desemprego aumentou em todo o distrito, que bate o triste recorde de ser aquele, segundo a Operação Sénior da GNR, onde mais idosos vivem em isolamento. As restrições na saúde, educação, cultura e ciência são inexplicáveis. A política de empobrecimento atinge-nos fortemente.
Para quem tudo prometeu e fez o seu contrário, para quem aumentou a dívida de 94 par 130% do PIB, seria bom que chegados a Viseu, os deputados do PSD e todo o seu “estado maior” explicassem aos viseenses este empobrecimento e abandono a que nos votaram!
Viseu, 23 de março de 2014
Os deputados do PS
José Junqueiro | Acácio Pinto | Elza Pais

domingo, 23 de março de 2014

JS Viseu promoveu debate sobre o futuro do ensino profissional

A concelhia de Viseu da JS, coordenada por Manuel Mirandez, está a encetar um conjunto de debates sobre temas da atualidade que designou "Campus de reflexão JS", tendo-se o primeiro debate centrado nas questões do ensino profissional e do seu futuro. De referir que estes debates têm como coordenador geral um independente, António Lúcio Soares.
O debate aconteceu no dia 22 de março no salão nobre do associação comercial de Viseu, ante a presença de inúmeras pessoas, de que destaco a presidente da concelhia do PS, Adelaide Modesto, o presidente da federação distrital da JS, Rafael Guimarães, e a presidente do departamento das mulheres socialistas, Helena Rebelo.
Os oradores convidados foram Acácio Pinto, deputado do PS, Gonçalo Ginestal, diretor pedagógico da escola profissional Mariana Seixas e Célia Franco, diretora da escola profissional de Torredeita. A moderação esteve por conta de Rui Santos, um profundo conhecedor da temática em debate, ele que foi diretor regional de educação do centro e também diretor de uma escola profissional, entre muitas outras funções educacionais que exerceu ao longo da vida.
Enquanto os diretores das escolas, Célia Franco e Gonçalo Ginestal, escalpelizaram as virtualidades do ensino profissional e os constrangimentos com que atualmente se confrontam na gestão diária, Acácio Pinto colocou a tónica na opção ideológica que este governo está a levar a cabo na educação com reflexos evidentes também no ensino profissional, com a introdução do ensino vocacional a partir dos 13 anos de idade. Esta situação configura uma seleção precoce dos alunos, não estando a reversibilidade de vias assegurada. Para além disso estamos perante um modelo que efetua um estreitamente curricular numa fase em que é fundamental dar perspetivas de cidadania, de artes e de humanidades aos nossos jovens.
Ficou também muito evidenciado que nada tem sido feito para reverter a desvalorização social do ensino profissional, sempre muito conotado como uma via para os alunos de "segunda", para os "repetentes" e para os mais pobres.
A opção do governo de extinção dos CNO e a sua substituição pelos CQEP (ainda não operacionalizados em pleno) também não deixou de estar em cima da mesa, pois neste momento as respostas para adultos são inexistentes.
Se é verdade que esta iniciativa foi importante, com muita participação do público, também não é menos verdade que muito mais se poderia ter dito sobre esta matéria, face à vastidão do tema.
Uma conclusão, porém, se pode tirar: o ensino profissional tem que merecer uma maior aposta, articulada, por parte das tutelas governativas para que ele possa cumprir a sua grande função de "alimentar" o mercado de trabalho com técnicos qualificados nas mais diversas áreas.
Parabéns à JS pela iniciativa.