sexta-feira, 31 de maio de 2013

Gabriela Canavilhas gravou no museu Grão Vasco, em Viseu, programa para a SIC



Gabriela Canavilhas, ex-ministra da cultuta, pianista, atualmente deputada do PS na Assembleia da República, está a gravar um programa para a SIC notícias, "obra prima", a ir para o ar brevemente.
Este programa, de divulgação cultural, divulgação do nosso património, fará uma incursão por vários museus do nosso país, detalhando em cada um deles uma peça, a "obra prima".
Em Viseu, no museu Grão Vasco, a gravação ocorreu no dia 27 de maio, e a obra prima escolhida foi o retábulo de são Pedro, de Vasco Fernandes.
Lá estive com a amiga Gabriela Canavilhas, a quem saúdo, saudação extensiva à SIC por esta opção.

[opinião] Aquilino Ribeiro: tão atual, 50 anos depois da sua morte!

Há homens que, por circunstâncias, as mais diversas, dedicam a vida, a sua vida, a uma causa maior, a luta por um ideal: o da justiça, da fraternidade e da liberdade universal.
São homens que trazem “o inconformismo no sangue”, que são “inteiriços de coluna” e “insubmissos a toda a espécie de jugos”.
Trago aqui hoje um desses homens, Aquilino Ribeiro; beirão das terras, que batizou, do demo; natural do distrito de Viseu; do interior de Portugal.
Conheci-o às escondidas, pelo seu legado, pelos seus livros, dez anos depois da sua morte, nos anos setenta, ainda quando os lobos uivavam e a censura reprimia a expressão.
Interpelado desde então, aqui o partilho volvidos que são cinquenta anos sobre a sua morte. Cinquenta anos que se cumpriram no dia 27 de maio.
Trago aqui o homem, mas também o escritor, o cultor da palavra, o intérprete dos sons e o político inquebrantável na defesa dos direitos do seu povo, das suas gentes, do seu território.
Ou não tivesse ele nascido no Carregal, aldeia do concelho de Sernancelhe, vivido em Soutosa, aldeia de Moimenta da Beira e calcorreado, Vila Nova de Paiva, Sátão, Viseu, Lamego e tantos e tantos outros locais, nomeadamente, dos distritos de Viseu e da Guarda.
De todos os locais nos deixou marcas, retalhos, diálogos, mais ou menos ficcionados, na sua vastíssima obra literária. Detalhes dos seus estudos; da evasão da cadeia; de exílios e de refúgios; de crítica política; de conspirações contra o regime; ou de participação em movimentos militares.
Foram inúmeras as geografias sentimentais de Aquilino, foram muitos os seus espaços de intervenção, foram intensos os seus trajetos em 78 anos de vida.
Se vos falo aqui de Aquilino não é para lhe render mais uma homenagem. É antes um tributo, creio que, de todos os viseenses que sentem o seu pulsar aqui e agora, porventura, ainda de forma mais acutilante, mais forte nestes tempos da ira, em que nos tolhem os ventos da esperança.
Evocar Aquilino está, pois, para além da sua própria dimensão e do seu tempo. Evocá-lo é também gritar a revolta contra os ataques do centralismo do terreiro do Paço; os ataques desferidos contra o interior, afinal, contra Portugal. Os ataques contra os municípios e as freguesias; os ataques aos tribunais; aos serviços de saúde e de educação… afinal lutar por aqueles serviços e instituições que, verdadeiramente, diferenciam e dão sentido à ocupação de todo o território nacional.
Evocar Aquilino é também hoje uma luta, permanente, pela defesa da nossa dignidade na certeza de que, como ele dizia:
Alcança quem não cansa!

(Nota: Breve extrato de uma intervenção na AR)
Acácio Pinto
Notícias de Viseu | Diário de Viseu

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Declaração política no plenário da AR sobre o 50º da morte de Aquilino Ribeiro (c/vídeo)


Intervenção no plenário, 30 de maio 2013
[abrigo artº 76, nº2, do RAR]
Senhora presidente,
Senhoras e senhores deputados
Há homens que, por circunstâncias, as mais diversas, dedicam a vida, a sua vida, a uma causa maior, a lutar por um ideal: o da justiça, da fraternidade e da liberdade universal.
São homens que trazem “o inconformismo no sangue”, que são “inteiriços de coluna” e “insubmissos a toda a espécie de jugos”.
Trago aqui hoje um desses homens, Aquilino Ribeiro; beirão das terras, que batizou, do demo; natural do distrito de Viseu.
Conheci-o às escondidas, pelo seu legado, pelos seus livros, dez anos depois da sua morte, nos anos setenta, ainda quando os lobos uivavam e a censura reprimia a expressão.
Interpelado desde então, aqui o partilho hoje nesta casa, na Assembleia da República, volvidos que são cinquenta anos sobre a sua morte. Cinquenta anos que se cumpriram no dia 27 de maio.
Trago aqui a esta tribuna o homem, mas também o escritor, o cultor da palavra, o intérprete dos sons e o político inquebrantável na defesa dos direitos do seu povo, das suas gentes, do seu território. Na defesa, também e sempre, do interior de Portugal.
Ou não tivesse ele nascido no Carregal, aldeia de Sernancelhe, vivido em Soutosa, aldeia de Moimenta da Beira, calcorreado Vila Nova de Paiva, Sátão, Viseu, Lamego e tantos e tantos outros locais, nomeadamente, dos distritos de Viseu e da Guarda.
Encontramo-lo igualmente aqui em Lisboa, em várias lutas, em vários movimentos; ou no Porto ou em Beja.
De todos os locais nos deixou marcas, retalhos, diálogos, mais ou menos ficcionados, na sua vastíssima obra literária, ante um regime que sempre lhe quis açaimar a sua prosa carregada de verdades duras.
Foram inúmeras as geografias sentimentais de Aquilino, foram muitos os seus espaços de intervenção, foram intensos os seus trajetos em 78 anos de vida.
Quem nunca saboreou nacos dessa prosa aquiliniana? Dessa prosa telúrica, prenhe de uma cultura genuinamente beirã? Dessa prosa densa de recortes de vida?
Quem nunca sorveu textos outrora censurados, porque em defesa dos seus oprimidos e calejados concidadãos residentes nas serranias da Nave, de Leomil, ou da Lapa?
Quem não conhece essas figuras míticas? O Malhadinhas, ou o juiz de Barrelas? Essas obras intemporais O romance da Raposa (a salta pocinhas), O livro da Marianinha, A casa grande de Romarigães, ou Quando os lobos uivam?
Estas e tantas outras obras fizeram e fazem de Aquilino Ribeiro, evidentemente, um dos nossos maiores escritores do século XX.
Evidência que nos é dada pela vastíssima obra publicada, mas também pela proposta do seu nome, por escritores de diversos países, para Nobel da literatura. Evidência que, em 2007, levou a Assembleia da República a conceder aos seus restos mortais honras de panteão nacional, local onde repousam aqueles que pela grandeza das suas vidas e obras se perpetuam para além da debilidade da nossa memória, da memória humana.
Senhora presidente,
Senhoras e senhores deputados,
Contudo a sua vida, a vida de Aquilino, foi também uma vida de exílios. Começaram bem cedo, em 1908, aos 23 anos, quando, como opositor da monarquia, se viu exilado em Paris, onde estudou, até que a implantação da república o trouxe, de novo, a Portugal, para ser professor, no liceu Camões, e bibliotecário, na biblioteca nacional.
E é Paris que, em 1927 e 1928, o recebe, de novo, como exilado. Nestes dois casos por participação em movimentos militares contra a ditadura, entretanto instaurada e que veio a abrir as portas a Salazar. No segundo caso depois de ser preso em Mangualde e se ter evadido do presídio do Fontelo, em Viseu.
E foi, precisamente, em Paris, durante este terceiro exílio, que nasceu o seu segundo filho, Aquilino Ribeiro Machado, falecido em outubro de 2012, ele que foi presidente da câmara de Lisboa, o primeiro eleito democraticamente, nas listas do partido socialista, depois da revolução de abril de 1974. Aqui o evoco: um lutador, um democrata, também um homem de causas.
E se Aquilino foi, de facto, um grande escritor ele foi, de igual modo, um enorme político, que pagou cara a sua dureza de cerviz.
Ou não tivesse estado, ele, ao lado de Norton de Matos e apoiado Humberto Delgado; ou não tivesse, ele, inspirado e se inspirado no MUD; ou não tivesse, ele, sempre lutado pelo seu povo contra as injustiças de um regime em que reinava o nepotismo.
Defensor incansável da sua terra, do interior, onde pontifica um povo de rija têmpera, Aquilino, veio a ser perseguido e enxovalhado, no final dos anos 50, na sequência do seu romance, entretanto apreendido, “Quando os lobos uivam”, que nos representa a saga dos beirões, ante o estado novo, na defesa dos terrenos baldios.
E se muitos o esqueceram e esquecem, Viseu e a região lembram-no.
O seu nome está ligado à Fundação Aquilino Ribeiro, sedeada em Soutosa, integrada pelos municípios de Moimenta da Beira, Sernancelhe e Vila Nova de Paiva; ao CEAR (centro de estudos Aquilino Ribeiro); à escola do 2º e 3º ciclos de Vila Nova de Paiva; à biblioteca municipal de Moimenta da Beira; ao auditório municipal de Sernancelhe; ao parque da cidade de Viseu; à revista Aquilino; a colóquios; a conferências; a exposições; a feiras; e à toponímia, nos mais diversos locais.
Ainda recentemente, em abril, foi a sociedade portuguesa de autores a visitá-lo e a percorrer, também, os seus itinerários nas terras do demo; e este último fim de semana fica marcado por diversas iniciativas em Sernancelhe e em Moimenta da Beira.
Senhora presidente
Senhoras e senhores deputados
Se vos trago aqui Aquilino não é para eu lhe render uma, mais uma, homenagem que, aliás, seria muito mais competente, profunda e empolgante, se efetuada – só para citar alguns viseenses que na atualidade a ele se dedicam – se efetuada, dizia, por Paulo Neto, Alberto Correia, Fernando Paulo Batista, António Augusto Fernandes, António Ribeiro de Carvalho, Henrique Almeida ou Henrique Monteiro.
Trago-o aqui como um tributo, um tributo de todos os viseenses, creio que de todos os portugueses, que sentem o seu pulsar aqui e agora, hoje, porventura, ainda de forma mais acutilante, mais forte nestes tempos da ira, em que nos tolhem, querem tolher, os ventos da esperança.
Evocar Aquilino está, pois, para além da sua própria dimensão e do seu tempo. Evocá-lo é também, hoje, gritar a revolta contra os ataques do centralismo do terreiro do Paço; gritar os ataques desferidos contra o interior; os ataques contra os municípios e as freguesias; os ataques aos tribunais; ao serviço nacional de saúde e à escola pública, afinal, àqueles serviços e instituições que verdadeiramente diferenciam e dão sentido à ocupação de todo o território nacional, com particular ênfase do interior de Portugal.
Evocar Aquilino é também hoje uma luta, uma luta permanente, pela defesa da nossa dignidade; das nossas espécies; dos nossos produtos mais genuínos; da nossa diversidade cultural.
E termino,
Senhora presidente
Senhoras e senhores deputados,
com uma das frases mais citadas de Aquilino, um ex-libris, um grito de esperança:
Alcança quem não cansa!
Disse.

Acácio Pinto

Visita à Assembleia da República

Recebi no dia 28 de maio, na Assembleia da República, a visita de duas viseenses, naturais da freguesia de Barreiros, uma a residir em Lisboa, Lídia Ferreira, onde se dedica à área da pastelaria, através da empresa "Real Pão de Ló", em Linda-a-Velha, e a outra residente em Sátão, Lurdes Carvalho.
Apesar do escasso tempo que estiveram no palácio de são Bento puderam visitar os principais espaços do edifício de que destaco a biblioteca, os passos perdidos, a sala do senado, a escadaria principal, os claustros, o salão nobre e o plenário.
Fica o registo da sua passagem.



quarta-feira, 29 de maio de 2013

Deputados visitaram a ATL (associação de turismo de Lisboa)

Integrado na comissão de economia e obras públicas da Assembleia da República, o grupo de trabalho do turismo, coordenado pela deputada do PS, Hortense Martins, promoveu na manhã do dia 28 de maio uma visita de trabalho à ATL (associação de turismo de Lisboa), entidade constituída por parceiros públicos e privados e que visa o desenvolvimento turístico sustentado da sua área de intervenção, a promoção de Lisboa como destino turístico nos diferentes produtos de lazer, a promoção de Lisboa como local de realização de Congressos, feiras e como destino de viagens de incentivos e a informação e o apoio aos turistas que nos visitam.
A delegação de deputados, que integrei, foi recebida na sede da ATL, na rua do Arsenal, junto ao edifício da câmara municipal de Lisboa, por Mário Machado e Vítor Costa, respetivamente, presidente adjunto e diretor-geral. De referir que a presidência da ATL é detida pela câmara municipal de Lisboa.
Depois de uma explanação inicial que visou enquadrar a ATL e objetivar a sua atividade e financiamento, procedeu-se a uma visita a vários espaços que a ATL explora nas imediações do terreiro do Paço, como sejam o pátio da Galé, ou o arco da rua Augusta (em requalificação) e os vários espaços envolventes da praça do comércio e que se encontram ocupados por restaurantes e espaços de lazer.
De destacar, pelo simbolismo e pela importância intrínseca do mesmo, a visita ao LISBOA STORY CENTRE, um equipamento interativo localizado no terreiro do paço, que nos conta, do passado ao presente, os principais eventos da cidade sem esquecer o terramoto de 1755.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Sessão nacional do parlamento dos jovens do ensino secundário: "Os jovens e o emprego - que futuro?"

Decorreu nos dias 27 e 28 de maio na Assembleia da República a sessão nacional do parlamento dos jovens do ensino secundário.
Nesta sessão nacional participaram 130 jovens deputados eleitos nas escolas do ensino secundário dos círculos do continente e das regiões autónomas e ainda dos círculos da Europa e de fora da Europa.
"Os jovens e o emprego: que futuro?" foi o tema para o debate realizado nas quatro comissões e na sessão plenária, para aprovação de uma recomendação à Assembleia da República.
Do distrito de Viseu estiveram presentes alunos e professores das escolas: Alves Martins (Viseu); Dionísio Cunha (Canas de Senhorim-Nelas); Joaquim Dias Rebelo (Moimenta da Beira); Latino Coelho (Lamego).
Lá estive com eles e a todos quantos estiveram nesta sessão nacional, nas sessões distritais e nas sessões de escola deixo uma saudação pela participação e pelo aprofundamento cívico que promoveram.
RECOMENDAÇÃO APROVADA:

«Recomendação à Assembleia da República
Aprovada na Sessão Plenária de 28 de maio de 2013 
Os Deputados à Sessão Nacional do Parlamento dos Jovens/Secundário recomendam à Assembleia da República a adoção das seguintes medidas: 
1. Implementação de escalonamentos, ao nível de impostos, para empresas que integrem nos seus quadros 15% de jovens recém-licenciados, devidamente qualificados, promovendo o emprego jovem. Este incentivo seria anulado, caso se verificassem despedimentos, exceto despedimentos com justa causa.
2. Reduzir a TSU para as empresas exportadoras em pelo menos 4% aliando a esta uma redução em 10% no IRC para as empresas que façam novos investimentos, atraindo o investimento direto estrangeiro imediato.
3. Fomentar a implantação do microcrédito em Portugal, lançando uma agência governamental para a avaliação de pequenos projetos empresariais destinada a fornecer indicações sobre viabilidade, grau de risco, prazos de retorno de investimento. Indicações a disponibilizar a potenciais investidores, conferindo benefícios fiscais aos investidores de microcrédito em sede de IRS (indivíduos) ou IRC (empresas), num esquema semelhante às deduções para a solidariedade social e à lei do mecenato; e criando uma plataforma digital que promova o encontro entre os candidatos a microcrédito e os potenciais investidores.
4. Atribuir benefícios fiscais a empresas (tais como a redução de IRC e de segurança social), bem como facilitar a burocracia inerente a empresas criadas por jovens e/ou que empreguem uma percentagem significativa de jovens.
5. Apostar no desenvolvimento das atividades primárias, implementando empresas nas zonas com potencial do País, aproveitando o uso das matérias-primas naturais, captando investimento nacional e estrangeiro, do ponto de vista do investidor, com a colaboração da associação empresarial de Portugal.
6. Deve-se incentivar à criação de associações de produtores locais, como cooperativas, as quais devem ter os seus produtos adquiridos por superfícies comerciais, que teriam assim alguns benefícios fiscais. Caso estas cooperativas possuam terrenos abandonados ou não ocupados devem, os mesmos, ser atribuídos e rentabilizados na aposta às energias renováveis, nomeadamente no desenvolvimento da energia solar, a partir da criação das hortas solares e de energia hídrica, apostando-se no desenvolvimento de barragens.
7. Reforçar o investimento e atualizar os recursos profissionais e superiores, adaptando-os à atual realidade mundial e às necessidades dos mercados, dando maior realce às áreas em que temos vantagens competitivas (energias renováveis, economia do mar, turismo, economia florestal, produção de vinho e calçado, entre outras), que promovam o desenvolvimento sustentável do país.
8. Sensibilizar os jovens para as potencialidades do setor primário, incentivando o rejuvenescimento das atividades ligadas ao mesmo e o regresso às áreas inerentes a este setor, desenvolvendo projetos de aproveitamento dos recursos endógenos e de mais potencialidades destes locais, utilizando para esse fim os programas já existentes a nível europeu.
9. Promover a divulgação e coligação de empresas recém-criadas por jovens no mercado nacional e internacional, com especial destaque para os CPLP, como forma de estágio, com vista a formação de linhas de produção entre estas empresas, para que possam ser mais competitivas com o estrangeiro.
10. Criação de parcerias entre o estado português e empresas internacionais reconhecidas para jovens trabalhadores que apresentem projetos de investimento futuro em Portugal, aos quais se atribuirá bolsas de estudo formação/estágio nessas mesmas empresas, aumentando assim a produtividade, criatividade e o empreendedorismo português.
Os Membros da Mesa:
Presidente - Luís Carlos Carvalho
Vice-Presidente - Mário Trindade
1.º Secretário - Eurico Alves
 2.ª Secretária - Cristiana Moreira»


segunda-feira, 27 de maio de 2013

27.05.1963 - 27.05.2013: 50º da morte de Aquilino Ribeiro


Aquilino Ribeiro: Um dos maiores escritores do séc.XX; beirão de gema; lutador inquebrantável... partiu faz hoje 50 anos!
Conheci-o nos anos 70, pela sua obra, pelo seu legado, ainda no tempo em que os lobos uivavam e a censura reprimia a expressão...
A minha homenagem, na certeza de que "alcança quem não cansa"!

Germil - Penalva do Castelo: II feira de desenvolvimento local

Decorreu no dia 26 de maio a II feira de desenvolvimento local de Germil, no concelho de Penalva do Castelo, onde estive a convite do presidente da junta de freguesia, José Manuel Lopes.
Para além do comércio de produtos locais e regionais atuaram diversos grupos musicais de que se destacam a escola de música dos Melros, os ranchos folclóricos de Penalva do Castelo e de Santo André, a tuna realense e o grupo musical AS Band.
Lá estive entre muitos outros com o presidente da junta, José Manuel Lopes, o Francisco Carvalho, e a Marlene Lopes.
Parabéns.