terça-feira, 31 de dezembro de 2013

[opinião] Precisamos de um novo rumo!

Pedro Passos Coelho surpreendeu tudo e todos com a sua mensagem de Natal ao avançar que foram criados, até setembro de 2013, cento e vinte mil novos empregos líquidos.
Dou de barato que essa fosse a sua vontade, agora o que ninguém pode tolerar é que um primeiro-ministro venha falsear aquela que é uma dura realidade para todos os portugueses, com destaque para os mais jovens, que têm sofrido na pele as medidas cegas de uma crise que este governo teimou, desde o início, em implementar para além do memorando.
Segundo os dados oficiais, aquilo a que assistimos, até setembro, foi à criação de vinte e um mil e oitocentos empregos líquidos, ficando este valor muito, mesmo muito, aquém daquele que foi avançado por Pedro Passos Coelho. É que, não nos podemos esquecer, só entre janeiro e março de 2013 foram destruídos cem mil postos de trabalho. Ou será que esses não contam nesta contabilidade, de uma só face, do primeiro-ministro?
E, já agora, seria bom que este mesmo governante, que mandou os portugueses emigrar, não escamoteasse também, agora, essa realidade que nos está a sangrar os recursos humanos mais ativos e mais empreendedores. Refira-se, aliás, que um país da nossa dimensão demográfica não tem qualquer futuro com o êxodo anual de mais de cem mil portugueses. Pessoas que nós qualificámos e que agora vão entregar, a outros países, o fruto dessa sua formação, efetuada com base no nosso investimento coletivo.
Só, realmente, um náufrago político se pode baralhar nestes termos e nestes montantes. Só alguém que perdeu o norte pode, num assomo de alucinação, atirar para o ar tamanha atoarda! Ou será que ainda são vestígios do chumbo unânime do tribunal constitucional ao regime de convergência de pensões da caixa geral de aposentações e da segurança social? Ou será que são consequências de mais uma das muitas medidas que recorrentemente o tribunal constitucional tem vindo a declarar de inconstitucionais por violação de vários princípios, de que se destaca o da confiança?
Seja o que for, mas aquilo que se espera de qualquer governo é que fale verdade aos seus concidadãos, que seja um fator agregador de sinergias, que seja uma voz de esperança para o seu povo e que não seja um permanente foco de instabilidade entre os parceiros da coligação e se envolva numa constante rotação de cadeiras, seja de ministros ou seja de secretários de estado.

É hoje uma evidência: precisamos urgentemente de um novo rumo!
Acácio Pinto
in. Rua Direita | Diário de Viseu

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Viseu: sessão do parlamento dos jovens na escola Alves Martins

No dia 16 de dezembro estive em representação da assembleia da república na sessão do parlamento dos jovens que se realizou na escola secundária Alves Martins, em Viseu.
A sessão foi conjunta, ensino básico e secundário, e decorreu no auditório da escola, uma escola que frequentei nos idos anos de 1974 a 1976, muito antes desta recente requalificação de que foi alvo.
Estiveram comigo na mesa o professor Paulo Albernaz, que introduziu o tema e justificou o convite que me foi efetuado, a professora Isabel Pipa, o professor Rogério Silva e o representante do IPDJ, João Magalhães.
Na sala estiveram mais de 150 alunos, acompanhados por professores, sendo que os temas em debate foram, para o ensino básico, "Drogas: evitar e enfrentar as dependências" e para o secundário, "Crise demográfica (emigração, natalidade e envelhecimento)".
Depois de uma apresentação inicial, que efetuei sobre o funcionamento institucional da assembleia da república, decorreu um longo período de perguntas e respostas sobre as temáticas em debate e que irão permitir às listas de cada escola apresentar as suas propostas a serem votadas, oportunamente, pelos seus colegas.
Agradeço a excelente receção que me foi proporcionada pelos professores responsáveis pelo projeto e pelo representante da direção da escola, Fernando Figueiredo.
Obrigado e votos de bom trabalho para todos!
(Fotos: ESAM)

domingo, 29 de dezembro de 2013

Inaugurado o centro comunitário das Pedrosas

Localizado mesmo em frente da capela de são Saturnino, foi inaugurado no dia 29 de dezembro o centro comunitário das Pedrosas.
Este centro, que resulta da recuperação de uma moradia, é composto, no rés do chão, por uma casa mortuária e no primeiro andar por salas destinadas à formação e à catequese.
Para que esta obra fosse uma realidade a comissão de obras, pela voz de Manuel Rodrigues, enalteceu o apoio de diversas instituições e pessoas, destacando-se, conforme também consta da placa alusiva à inauguração, os contributos de Hermínio Ferreira, do município de Sátão, da junta de freguesia de Sátão, da ACREDIPE, sem esquecer os donativos de toda a população.
Para além do representante da comissão de obras usaram ainda da palavra o presidente da junta, António José Carvalho, o presidente da câmara, Alexandre Vaz e, para encerrar, o padre José Cardoso.
No final foi descerrada a lápide por José Ribeiro, familiar de Hermínio Ferreira, que não pode estar presente, pelos presidentes da câmara e da junta e pelo deputado Acácio Pinto.

sábado, 28 de dezembro de 2013

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Exposição sobre Leite de Vasconcelos na Assembleia da República

No âmbito das comemorações do 120.º aniversário da Fundação do Museu Nacional de Arqueologia, a Assembleia da República inaugurou no dia 19 de dezembro a exposição "José Leite de Vasconcelos: Vida e Obra".
Esta exposição estará patente ao público até 18 de março de 2014 no átrio principal do Palácio de São Bento.
Importa acrescentar que José Leite de Vasconcelos (n. 1858, m. 1941) nasceu em Ucanha, no concelho de Tarouca, e é uma das referências maiores na filologia, arqueologia e etnografia, áreas em deixou uma vasta obra publicada.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Presidente de Penalva do Castelo reuniu-se com os grupos parlamentares

Francisco Carvalho e José Laires, respetivamente, presidente e vice-presidente da câmara municipal de Penalva do Castelo, deslocaram-se no dia 19 de dezembro à assembleia da república a fim de se reunirem com os grupos parlamentares do PCP, PS, PSD, CDS e BE.
Na agenda levavam duas questões que apresentaram aos partidos políticos, uma que se prende com o mapa judiciário e outra com a repartição de finanças.
Relativamente ao mapa judiciário apresentaram dois documentos dos órgãos autárquicos, câmara municipal e assembleia municipal, aprovados por unanimidade, expressando a vontade de todos os eleitos daqueles dois órgãos no sentido de que o concelho de Penalva do Castelo continue a pertencer à área de influência do tribunal judicial de Mangualde.
Quanto à repartição de finanças, manifestaram a sua oposição ao respetivo encerramento.
Por parte do PS os autarcas foram recebidos, na assembleia da república, pelos deputados Luís Pita Ameixa, coordenador do PS para as questões da justiça, e pelos deputados eleitos por Viseu, Acácio Pinto e Elza Pais.

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Visita à Assembleia da República

Maria Helena Almeida Carvalho, jurista, que durante muitos anos trabalhou na direção regional de educação do centro, neste momento a trabalhar na direção de serviços educação do Algarve, efetuou no dia 19 de dezembro uma visita à Assembleia da República.
Foi um grato prazer poder reencontrar a Helena Carvalho, agora na AR, uma amiga com quem trabalhei na década de 90, quando estive em funções no centro da área educativa (CAE) de Viseu, sob a coordenação do amigo Carlos Jorge Gomes e na direção regional estava outro amigo como diretor, o Rui Santos. Importa ainda referir que a Helena Carvalho tem ligações familiares ao concelho de Sátão (Rio de Moinhos) e a Penalva do Castelo (Campina).
Igualmente estivemos com a deputada Odete João, que nesses tempos era coordenadora do CAE de Leiria.
Quem também esteve connosco foi o deputado José Junqueiro durante a visita que lhe proporcionei ao palácio de são Bento de que aqui fica uma breve mostra.
A Helena Carvalho teve ainda a oportunidade de assistir à interpelação ao governo que ocorreu nesse dia sobre as funções sociais do estado.
O desafio está sempre lançado, a todos quantos queiram deslocar-se à Assembleia da República.

domingo, 22 de dezembro de 2013

DECO elegeu o TERRAS DO DEMO malvasia fina, como o espumante bruto mais apreciado

Um júri de provadores profissionais, que avaliou para a DECO, de forma anónima, numa prova de degustação, 30 espumantes nacionais, elegeu o “Terras do Demo”, malvasia fina, de 2011, da Cooperativa Agrícola do Távora, como o espumante bruto “mais apreciado” de todos. É uma distinção que honra uma das marcas fortes do município de Moimenta da Beira.
Na mesma prova, mas no grupo dos espumantes ‘meio seco’, foram três as preferências dos jurados da DECO: “Cabriz” Doc Dão (que se pode comprar de 4,99 a 6,99 euros); “Murganheira” Reserva (7,32 a 9,49 euros) ambos também da nossa região e, ainda, o espumante “Primavera” (4,29 euros), este da região da bairrada.
Por causa da diferença de preços, aconselha a DECO aos consumidores que, antes de comprarem, comparem preços. “Quando fomos às compras, descobrimos diferenças significativas. Por exemplo, tanto encontrámos o espumante São Domingos Meio Seco a 2,95 euros como a 8,50 euros, uma poupança de 5,50 euros. Nos hipermercados, os preços são mais baixos”, diz a DECO, acrescentando que o espumante de Moimenta da Beira pode ser comprado a preços que variam dos 6,90 aos 9,99 euros.
Parabéns ao Terras do Demo, que assim faz jus a todo um trabalho dedicado por parte de todos os dirigentes e colaboradores da cooperativa e também parabéns ao Cabriz e Murganheira, duas marcas prestigiadas no mercado e ambas sediadas no distrito de Viseu.
A seleção DECO: Terras do demo | Cabriz | Murganheira | Primavera

Revista Política publicou poema do livro ESSÊNCIAS

Foi apresentado no dia 18 de dezembro, na sede do PS, no largo do Rato, o número dois da revista política "Portugal Socialista", revista bilingue, cujo tema desta edição é "Da política e a comunicação social: Que relações? Que interdependências?"
Esta iniciativa, associada à inauguração de uma exposição de António Colaço (AQUI), cujas obras serviram de base à ilustração da revista, juntou na sede do PS inúmeras pessoas ligadas à cultura, às artes e à política e teve em António José Seguro, secretário geral do PS, o seu anfitrião que na sua intervenção disse que era para si um grato prazer abrir às artes as portas da sede nacional do PS.
Antes dele intervieram Luís Pita Ameixa, diretor da revista, José Magalhães, que falou sobre a exposição e o artista, António Colaço, o artista convidado e Inês de Medeiros que leu dois poemas, um do livro Essências, de Acácio Pinto, o poeta convidado deste nº 2, publicado na página 71 da revista e outro da revista nº 1, da autoria de Jorge de Sena, o poeta convidado daquele número.
Pág. 71 da revista
Capa da revista