quinta-feira, 31 de março de 2011

(Opinião) FMI não é solução para Portugal

Com a credibilidade que lhe advém de ter sido Presidente de uma das maiores economias mundiais e com a experiência de quem já teve o FMI no seu país, eis, sem papas na língua e sem quaisquer rodeios, a opinião de Lula da Silva: “O FMI não é solução (…) e todas as vezes que tentou cuidar da dívida dos países criou mais problemas do que soluções”. E acrescentou: “não resolveu os problemas do Brasil nem de outros países”.
Seria bom que a oposição portuguesa tivesse ouvido e, sobretudo, escutado, bem, as suas palavras.
Em primeiro lugar é um político conceituado em todo o mundo e contribuiu como ninguém para minimizar o grande fosso que existia no Brasil entre ricos e pobres.
É que a solução para os problemas económicos dos países não passa por criar crises irresponsáveis e irracionais mas sim pela assumpção da responsabilidade por todos.
O tempo não era de abrir uma crise política, como já se vê pelo aumento inequívoco dos juros da dívida e pelas decisões das ‘célebres’ agências de rating. Não havia, pois, uma única boa razão para chumbar o PEC ainda por cima sem quaisquer medidas alternativas. A única ,que se conhece do PSD, é o aumento do IVA para 24 ou 25%!
A oposição escancarou, pois, a porta ao FMI!
(Foto: DN)

Resposta à pergunta de José Rui Cruz sobre o helicóptero do INEM

Para ter conhecimento da resposta que o Secretário de Estado Adjunto e da Saúde deu à pergunta que o Deputado José Rui Cruz lhe colocou no dia 25 de Fevereiro, através da Assembleia da República, consulte AQUI.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Helena Rebelo presidiu à sessão distrital do Parlamento dos Jovens em C. Daire

A sessão distrital do programa Parlamento dos Jovens, do Ensino Básico, subordinada ao tema “Violência em meio escolar”, decorreu no dia 28 de Março, durante todo o dia, em Castro Daire. Foi uma das sessões mais participadas a nível nacional – 123 deputados de 41 escolas do Distrito de Viseu.
Foi presidida pela Deputada Helena Rebelo, que foi coadjuvada pela Coordenadora Nacional deste programa, dos serviços da Assembleia da República, Maria José Afonso e ainda Julieta Sampaio, a mentora deste programa, que se iniciou em 1995. Estiveram ainda presentes na sessão de abertura, o representante do Governo Civil de Viseu, Marco Rodrigues, o presidente da Câmara Municipal de Castro Daire, Fernando Carneiro, o representante do IPJ, Joaquim Messias e ainda os representantes das Direcções Regionais de Educação do Norte e Centro, César Carvalho e José Teles respectivamente. Presente ainda Conceição Santos da Direcção Regional de Educação do Centro e João Magalhães do IPJ Viseu. A organização da sessão ficou a cargo das Equipas de Apoio às Escolas, Beira e Douro (Manuel Adrega), Douro Sul (Arminda Rodrigues), Mangualde (Ilda Oliveira) e Viseu (Sandra Rebelo), cujo empenho contribuiu para o sucesso da iniciativa. O forte envolvimento dos Professores e espírito de missão ficou patente na adesão massiva dos alunos a este programa.
Um dos vários objectivos do Parlamento dos Jovens é “Estimular o gosto pela participação cívica e política”. A concretização deste objectivo não deixou dúvidas, foi notório o entusiasmo com que os alunos, ali no papel de deputados, debateram as diferentes propostas, respeitando as regras do debate democrático, revelando grande maturidade, quer na postura, quer nos conhecimentos demonstrados sobre o tema em causa e também através das questões colocadas à Deputada Helena Rebelo.
Nos últimos 5 anos, houve um aumento exponencial do número de escolas participantes, no programa Parlamento dos Jovens. No presente ano lectivo inscreveram-se mais de 800 escolas, entre ensino básico e secundário, o que é demonstrativo da importância que docentes e discentes atribuem a esta iniciativa.
Depois de realizadas as votações, foi eleito o Projecto de Recomendação do Agrupamento de Escolas de Campia, um projecto bastante completo, o que demonstrou a atenção e capacidade crítica dos deputados. Foram ainda eleitos os 10 deputados efectivos de 5 escolas e os 2 suplentes que representarão o círculo eleitoral de Viseu na sessão nacional. As Escolas mais votadas e cujos deputados foram eleitos, foram por ordem decrescente as seguintes:
1.ª Escola Secundária com 3.º ciclo do Ensino Básico Latino Coelho - Lamego
2.ª Escola Básica Integrada e Secundária “Jean Piaget” – Viseu
3.ª Escola Básica dos 2º e 3.º ciclo Grão Vasco – Viseu
4.ª Escola Secundária com 3.º ciclo do Ensino Básico de Nelas - Nelas
5.º Escola Secundária com 3.º ciclo do Agrupamento de Escolas de Sátão - Sátão
Este ano coube também ao círculo eleitoral de Viseu eleger o Presidente da mesa da sessão nacional a decorrer em Maio na Assembleia da República. Dos 10 deputados eleitos, foram vários os candidatos ao cargo, maioritariamente do género feminino, tendo sido eleita a deputada Lisandra Maravilha da Escola Latino Coelho. Para porta-voz do grupo, foi eleita a deputada Patrícia Santos, da Escola Grão Vasco.
As votações decorreram através de um inovador sistema electrónico, tendo sido a sessão pioneira na incorporação deste sistema.
O tema escolhido pelos presentes para o debate do próximo ano foi “A pobreza”, o que denota a consciência social dos jovens deputados.
Estão, pois, de parabéns todos os que directa ou indirectamente se envolveram nesta iniciativa, que contribui indubitavelmente para uma cidadania mais activa, mais interventiva.

Lula: «FMI não é solução para Portugal»

Ex-presidente brasileiro diz que «atitude mais correcta é todos assumirem responsabilidade pela crise» e admite compra de dívida portuguesa pelo Brasil
«O FMI [Fundo Monetário Internacional] não é solução» para resolver os problemas económicos de Portugal. A opinião é do ex-presidente brasileiro Lula da Silva.
Em visita a Lisboa, para jantar com o primeiro-ministro demissionário, José Sócrates, Lula da Silva disse aos jornalistas que «todas as vezes que o FMI tentou cuidar da dívida dos países criou mais problemas do que soluções».
«Não resolveu os problemas do Brasil nem de outros países», adiantou o ex-presidente brasileiro.
Para Lula da Silva «a atitude mais correcta é todos assumirem responsabilidade pela crise», aconselhando o actual Governo e o Presidente da República para aproveitem a visita «da presidente Dilma e dos seus ministros para conversarem e ver o que se pode fazer».
Isto porque, questionado sobre a intenção do Brasil de comprar dívida pública portuguesa, Lula da Silva mostrou um país disponível: «Tudo o que podermos fazer para ajudar Portugal vamos fazê-lo. Portugal merece a compreensão do Brasil».
O ex-presidente do Brasil falou aos jornalistas na companhia de José Sócrates que aproveitou a ocasião para sublinhar os estreitos laços que unem ambos os países: «O presidente Lula foi sempre um grande amigo do nosso país. Sempre se empenhou por se estreitar relações, não só politicas ou culturais, mas também económicas», disse Sócrates.
in: Agência Financeira

terça-feira, 29 de março de 2011

Rafael Guimarães e Luís Rodrigues na Assembleia da República

O Presidente da Federação Nacional de Associações de Estudantes do Ensino Superior Politécnico, Rafael Guimarães, acompanhado pelo Luís Rodrigues, Presidente da AE da Escola Superior de Tecnologia do IPViseu participaram no Seminário "Europa 2020" que decorreu hoje, dia 29 de Março, na Biblioteca da Assembleia da República. 
No final da reunião, durante o almoço, trocámos algumas impressões sobre as questões do movimento associativo juvenil.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Reunião da Comissão Política da Federação de Viseu do PS

Reuniu-se no dia 27 de Março a Comissão Política da Federação de Viseu do PS. Em cima da mesa estiveram a análise da situação política, o Congresso Nacional do PS e as eleições para Secretário Geral, para os delegados ao Congresso e para o Departamento das Mulheres Socialistas que decorreram nos dias 25 e 26 de Março.
Desta reunião ressaltou uma forte união do PS em torno do seu reeleito Secretário Geral, José Sócrates, que em Viseu obteve 98,4% dos votos e a maior votação desde que há eleições directas no PS o que revela um PS distrital coeso e participativo na sua vida interna. Igualmente se deu eco da vitória a nível nacional da candidata Catarina Marcelino para Presidente do Departamento Federativo das Mulheres Socialistas que tinha como opositora a actual Presidente, Manuela Augusto.
Quanto à análise da situação política, os socialistas que intervieram, a começar pelo Presidente da Federação, João Azevedo, deixaram bem clara a forte determinação e empenhamento do PS de Viseu na luta diária para defender Portugal ao lado do seu Secretário Geral e Primeiro Ministro José Sócrates, face a esta crise irracional e irresponsável em que a oposição, nomeadamente o PSD, nos lançou ao chumbar o PEC IV.
Quiseram também os intervenientes deixar bem claro que o PS nunca deu nem nunca dará, a ninguém, a prerrogativa de escolha dos seus líderes e dos interlocutores políticos socialistas seja para o que for, achando mesmo que quem isso diz se está a colocar fora do sistema democrático pelo desrespeito que revela pelos processos decisórios dos partidos políticos.
Nesta reunião quiseram ainda os socialistas deixar bem vincado que Passos Coelho e o PSD não fugirão à responsabilidade de apresentar as suas medidas aos Portugueses para fazer face à crise e para cumprirem os compromissos internacionais relativos ao défice.
Não é só o aumento do IVA para 24 ou 25%, ou a privatização da CGD, ou os despedimentos na função pública, que uns sociais democratas dizem e outros desdizem, os portugueses vão obrigar Passos Coelho a dizer qual é toda a sua agenda que, como se vê, começa a revelar-se liberal e perigosíssima para o Estado Social que tantos anos nos demorou a construir.
Foi pois um PS coeso, determinado, unido e preparado para todos os combates em torno dos objectivos socialistas, mas sobretudo, dos objectivos de defender Portugal dos ataques dos fundos internacionais que com o beneplácito de Passos Coelho e do PSD querem entrar no nosso país.
Intervieram nesta reunião: João Azevedo, José Junqueiro, Rogério Ribeiro, António Pereira, Miguel Ginestal, Fernando Carneiro, Afonso Abrantes, João Cruz, Acácio Pinto, João Tiago e Joaquim Santos.

domingo, 27 de março de 2011

Sócrates ganhou no distrito de Viseu com 98,4% dos votos

As eleições para Secretário Geral do PS que decorreram nos dias 25 e 26 de Março registaram no Distrito de Viseu uma forte mobilização dos militantes e a votação foi inequívoca em José Sócrates que venceu com 98,4% dos votos.
Dos 1545 militantes que votaram no Distrito, José Sócrates arrebatou 1510 (98,4%), Fonseca Ferreira, 15 (1,0%), Jacitno Serrão, 7 (0,5%) e António Brotas, 2 (0,1%), tendo-se registado 11 votos brancos e nulos.
Esta votação é bem significativa da vontade de participação dos socialistas de Viseu nos destinos do seu partido e do país e constituem um sinal evidente da opção de grande unidade dos militantes em torno de José Sócrates que vê, assim, bem reforçada a sua legitimidade para prosseguir a condução dos destinos do PS e, consequentemente, a interpretar de forma superior, como até agora tem feito, todas as missões que o povo português lhe confiar.
MULHERES SOCIALISTAS
A votação que decorreu em simultâneo para as mulheres socialistas teve, no Distrito, os seguintes resultados:
Votantes - 437
Brancos e Nulos - 14
Manuela Augusto - 254 (62,41%)
Catarina Marcelino - 159 (37,59%)
A nível nacional a vitória sorriu a Catarina Marcelino que passará (se estes resultados provisórios se confirmarem) a ser a Presidente do Departamento Nacional das Mulheres Socialistas.

quinta-feira, 24 de março de 2011

(Opinião) Caiu a máscara ao PSD

Um dia após ter votado contra o PEC, sem ter apresentado uma proposta que fosse, eis que Pedro Passos Coelho e o PSD deixaram cair a máscara e apresentaram uma medida alternativa ao Programa de Estabilidade e Crescimento: aumentar o IVA para 24 ou 25%.
Ora cá está a primeira proposta do PSD que, como se vê, é uma excelente (!?) medida para a economia e, sobretudo, para os consumidores!
Ou seja aquilo que o PSD tem para apresentar ao país é o aumento de impostos. E, neste caso do IVA, com a agravante de ser uma medida profundamente injusta pois afectará todos os consumidores por igual, quer os que auferem maiores rendimentos quer os que têm menores possibilidades económicas. É que o IVA, como se costuma dizer, é um imposto cego, atinge todos os portugueses.
Ora isto é bem revelador da imaturidade da liderança do PSD e de Passos Coelho. No dia 23 de Março o que fez foi votar contra o PEC, sem uma única proposta no Parlamento e no dia 24 de Março aparece desde logo com uma proposta deste jaez.
E começam a não restar dúvidas de que o chumbo do PEC foi a pior das decisões para Portugal como se pode ver pela subida imediata dos juros e pelas declarações de diversos dirigentes internacionais.
Revelou-se, pois, no dia 23 de Março, na AR, uma oposição, nomeadamente o PSD, no seu pior estilo. Revelou-se ao país aquilo que todos vínhamos suspeitando, uma coligação meramente negativa, que não apresentou nenhuma solução governativa, nem nenhuma proposta para Portugal.
Quer o PSD quer os demais partidos da oposição foram, assim, pelo pior caminho colocando os interesses meramente partidários à frente dos interesses do país.
As empresas e o financiamento da sua actividade diária vai sofrer e muito com esta crise política. Nós tínhamos, em Portugal, uma crise económica derivada da crise internacional e a partir do chumbo do PEC levámos em cima, também, com uma crise política.
É inevitável que, depois do pedido de demissão de José Sócrates, o Presidente, que perdeu muita do seu necessário distanciamento institucional a partir de 9 de Março, venha a ter que convocar eleições antecipadas. E isto significará que vamos ficar com um Governo em gestão e com necessidades de financiamento que se vão agravar a partir de agora com impactos negativos para todos os portugueses. E mais, com esta crise abrimos as portas a uma entrada do FMI e a medidas muito mais austeras de consolidação das contas públicas e o principal responsável tem um rosto: Pedro Passos Coelho.
Do PS Portugal poderá sempre esperar responsabilidade. E responsabilidade quer dizer assumir custos partidários em prol do país, assumir medidas difíceis se a conjuntura o exigir. O PS já o demonstrou no passado, com líderes como Mário Soares, e demonstrará sempre essa responsabilidade política, como ainda agora o fez com José Sócrates.
O único objectivo que deveria nortear os partidos deveria ser o da defesa de Portugal. É nessa linha que o PS se coloca, mas o mesmo não se pode dizer de outros partidos políticos como se viu esta semana na AR.
Uma certeza, porém, todos poderão ter, podem derrubar o Governo, mas nunca conseguirão derrubar o PS.

(Opinião) Pequenos exemplos, bons exemplos

1. Estive esta semana numa iniciativa da Câmara de Lisboa e da Visabeira, no Museu do Design e da Arte de Lisboa. No centro da agenda estava Rafael Bordallo Pinheiro.
Bom exemplo: a forma como o Governo do PS e o Ministro da Economia salvaram da falência a Fábrica de Cerâmica Bordalo Pinheiro. Mérito para o Governo, para a Visabeira, para a AICEP. Quem ganhou? O emprego, a economia, a cultura, a arte e o país.
Quem fez o elogio? Pessoas insuspeitas como o Presidente da Câmara das Caldas da Rainha e o Presidente da Câmara de Lisboa.
2. O JN promoveu, no dia 21, uma iniciativa em Viseu para debater os “os desafios da floresta portuguesa” e contribuiu com 0,10 Euros, por cada jornal vendido, para a plantação de árvores em áreas ardidas.
Um bom exemplo que juntou à mesma mesa o Governo, uma autarquia, uma associação de proprietrios florestais e um professor catedrático, Jorge Paiva.
Não descobriram a estratégia final para a floresta portuguesa. Mas ficou a boa ideia de que na base deve estar uma boa articulação entre a biodiversidade e a produção de riqueza efectiva para os proprietários florestais.
NOTA: A oposição, nomeadamente o PSD, acabou de abrir, na AR, uma crise de graves consequências para Portugal ao chumbar o PEC. [O rastilho vinha de 9 de Março].

Comunicado da Federação do PS: Oposição lançou Portugal numa grave crise política

«A Federação de Viseu do PS na sequência da votação que ontem ocorreu na Assembleia da República – o chumbo do PEC – não pode deixar de dizer aos viseenses e aos portugueses que a oposição, nomeadamente, o PSD, revelaram uma completa irresponsabilidade e insensibilidade pelos interesses de Portugal ao abrirem esta crise política.
E o mais grave de tudo isto é que o maior partido da oposição abriu esta crise votando contra o PEC sem apresentar qualquer medida alternativa, sem apresentar uma proposta que fosse no Parlamento.
Limitou-se a votar não, porque sim.
Mas a máscara já caiu. Menos de 24 horas após ter votado contra o PEC, sem ter apresentado uma proposta que fosse, eis que Pedro Passos Coelho e o PSD assumiram uma medida alternativa ao Programa de Estabilidade e Crescimento: aumentar o IVA para 24 ou 25%.
Veja-se bem o nível de frieza político da liderança do PSD. Optar pelo imposto mais cego que existe, pelo imposto que penaliza todos os consumidores, quer os que têm mais, como os que têm menos rendimentos.
Aguardamos para ver o que mais há escondido nas gavetas mais profundas da actual mentalidade neoliberal de Passos Coelho e deste PSD que, como já se percebeu, pela sua proposta de revisão constitucional, andarão em torno do desmantelamento do SNS, privatização da Escola Pública e despedimentos sem justa causa, também na função pública.
Quanto à crise política em que colocaram Portugal, ela é já bem visível: nos juros que aumentaram, de imediato, para níveis nunca antes atingidos; nas declarações de dirigentes internacionais a considerarem agora a inevitabilidade da entrada no nosso país de instituições internacionais, com as consequências negativas para Portugal; na desconfiança dos agentes económicos.
Em suma, o PSD e Passos Coelho não se assumiram como um partido responsável e com uma liderança madura, mas como um partido irresponsável e com uma liderança que cede à primeira tentação sem qualquer preocupação com a defesa de Portugal e dos portugueses.»

Ora ouçam... Isabel Silvestre e o Grupo de Manhouce


Isabel Silvestre, Grupo Juvenil de Manhouce e Alexandrino Matos: ontem, dia 23 de Março, na Assembleia da República.

Mostra de produtos de Lafões na Assembleia da República

Promovida pelo Comissão de Agricultura e pela ADRL tivemos, ontem, dia 23 de Março, na Assembleia da República, uma mostra gastronómica de produtos de Lafões a que foi associada a música, a voz e as vozes de Manhouce. A voz foi de Isabel Silvestre, as vozes foran do Grupo Juvenil Feminino de Manhouce e a música foi do Alexandrino Matos.
Presentes nesta iniciativa o Presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, o Presidente da Comissão de Agricultura Pedro Soares, os deputados, com enfoque para os do PS de Viseu, a Presidente da ADRL, Carmo Bica, vários Presidentes e representantes de Juntas de Vouzela e de S. Pedro do Sul, muitos colaboradores da ADRL, a Confraria da Vitela de Lafões e muitas pessoas da região.
Boa iniciativa. Parabéns.