segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

domingo, 30 de janeiro de 2011

Comunicado da Federação de Viseu do PS

A Federação de Viseu do PS congratula-se com o anúncio feito pelo Primeiro-Ministro, José Sócrates, ontem, dia 29 de Janeiro, em Braga, da requalificação de mais 90 escolas secundárias a nível nacional a levar a cabo pela Parque Escolar, três das quais no Distrito de Viseu: Escola Básica e Secundária de Moimenta da Beira, Escola Secundária Viriato em Viseu e Escola Secundária Felismina Alcântara em Mangualde.
Fica mais uma vez bem visível a sensibilidade e o sentido de coesão territorial do Governo ao dotar, gradualmente, as nossas escolas com excelentes condições de aprendizagem para os alunos e com óptimas condições de trabalho para todos os profissionais que ali desempenham funções, tornando a escola pública em melhor promotora quer da igualdade de oportunidades quer em dissuasora do abandono escolar.
Convém não esquecer que já antes destas, muitas outras obras aconteceram em todo o Distrito integradas em programas do Governo, seja no âmbito deste programa de requalificação das escolas secundárias seja no âmbito da construção de centros escolares que estão a acontecer em todos os concelhos do Distrito de Viseu e a requalificar, assim, a oferta a nível do 1º ciclo.
Para além disso merece relevo especial o facto das 90 escolas, que agora irão ser requalificadas, representar a criação/manutenção de 13.500 postos de trabalho e um investimento global previsto de 1.300 Milhões de Euros, representando uma excelente oportunidade também para as empresas da região encontrarem boas oportunidades de negócio.
A Federação de Viseu do PS congratula-se, pois, com mais estas boas notícias para a região e para Portugal e desafia os partidos da oposição, nomeadamente o PSD, a assumirem um papel responsável e a, pelo menos uma vez, darem boa nota destas obras e destas políticas e da sua importância e mais-valia para Portugal e para os portugueses, em vez de andarem permanentemente a serem os amplificadores de pessimismos.
(Foto: Correio do Minho)

sábado, 29 de janeiro de 2011

Fórum: DEFENDER PORTUGAL, 12 Fevereiro na FIL

No dia 12 de Fevereiro, no Centro de Congressos de Lisboa (antiga Fil à Junqueira) vamos todos participar no Fórum DEFENDER PORTUGAL e debater: Eficiência Energética, Educação para todos, Mais estado Social; Apoio às empresas; Defender o Euro; Formar e Qualificar; Investimento Público; Criação de emprego; Incentivar investimento; Modernização económica; Simplificação Administrativa; Serviço Nacional de Saúde.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Debate quinzenal com o Primeiro-Ministro

Lisboa, 28 jan (Lusa) – O primeiro-ministro afirmou hoje que o Governo definiu como objetivo em 2011 atingir 40 por cento de execução global dos fundos do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) e 42 por cento no PRODER (agricultura).
As duas metas foram avançadas por JoséSócrates no início do debate quinzenal, na Assembleia da República, dedicado ao tema da política económica.
Em relação a medidas de estímulo ao investimento a executar este ano, o primeiro-ministro disse que será reforçado em 50 por cento (em mais de 140 milhões de euros) a dotação atribuída aos concursos no âmbito do sistema de incentivos para as empresas exportadoras.
Na mesma linha, será reforçada a linha de crédito QREN Invest, atualmente fixada em 850 milhões de euros, para apoiar empresas no financiamento da contrapartida nacional necessária à execução dos projetos; e o Governo aumentará para 75 por cento o limite máximo da taxa de apoio ao investimento elegível das empresas para assim obviar à dificuldades de acesso ao financiamento bancário.
Ainda de acordo com o programa apresentado pelo primeiro-ministro, este ano, o Governo abrirá novos concursos no âmbito dos sistemas de incentivos com um orçamento previsto de 780 milhões de euros, dos quais se estima que 560 milhões sejam absorvidos por empresas exportadoras.
“Lançaremos, também em 2011, concursos especificamente dirigidos a setores inovadores (caso da mobilidade elétrica) e vamos assegurar já no primeiro trimestre do ano a disponibilização do empréstimo quadro do BEI, no valor de 1500 milhões de euros, destinado a apoiar a contrapartida pública nacional dos projetos do QREN”, frisou José Sócrates na sua intervenção.
Nas medidas anunciadas por José Sócrates, perante o Parlamento, constou igualmente a ideia de se renovar os estímulos ao investimento autárquico em três áreas: Centros escolares, águas e saneamento e regeneração urbana.
Na sua intervenção, o primeiro-ministro apresentou dados referentes ao investimento empresarial, sustentando que “fruto da recuperação das exportações há agora em concurso mais de 4700 projetos, num investimento elegível de 6,638 mil milhões de euros”.
“Esta semana terminou uma nova fase de concursos dirigidos exclusivamente para empresas exportadoras, tendo-se registado a maior procura de sempre: 1091 projetos para um investimento de 2078 milhões de euros, repartidos por projetos de inovação produtiva, de criação de empresas e de ações de promoção internacional”, disse.
PMF

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Visita à Assembleia da República

Recebi hoje, na Assembleia da República, a visita de três amigos de Viseu: Alberto Pina, Afonso Ferreira e Francisco Carvalho.

(Opinião) Boa execução do QREN no centro

Estive presente esta semana na audição do Presidente da CCDR Centro, Alfredo Marques, na AR.
Dessa audição não posso deixar de ressaltar dois aspectos que reputo de elevada importância na execução do QREN na Região.
No sistema de incentivos às empresas, a Região Centro apresenta o maior valor de incentivos já atribuídos a nível nacional, 942 M Euros, 37% do total nacional, quando o PIB do Centro pesa 19%.
Também a nível da contratualização com os Municípios a Região Centro tem 520 M Euros (31% do total) contratualizados, essencialmente para as áreas da rede escolar, da mobilidade, do ambiente e da coesão.
Mas o que pretendo assinalar é o bom desempenho da CIM Dão-Lafões pois está à frente de todas as demais comunidades da Região com uma execução de 27,6% quando a média da região é de 18,9%. Dos 72,9 M Euros já contratualizados, pela CIM Dão-Lafões, 45,6 M Euros já estão aprovados.
Mérito para as empresas da Região e para o seu dinamismo, mérito para as autarquias mas, também, muito mérito para a CCDR Centro e para o Governo, na execução do QREN no país que está ao nível da execução da UE, superando-a mesmo em vários programas.

(Opinião) Lusitânia

Há algum tempo que andam no ar algumas questões e muitas dúvidas sobre a gestão (ou falta dela) da Lusitânia – Agência de Desenvolvimento Regional, cujos associados são, na sua maioria, autarquias da região, mas também muitas associações de desenvolvimento local.
Do trabalho da Lusitânia pouco se conhece. Não há muitos dados, salvo alguns projectos que eram trazidos a público com bastante pompa e circunstância. Mas o que está aqui em causa, uma vez que se trata da gestão de dinheiros públicos, de muitos milhões de euros, é a transparência da sua gestão. Não podemos permitir que se continue a alimentar uma conversa de corredores e de esquinas. Temos que pugnar pela transparência na aplicação dos dinheiros das autarquias, dos fundos comunitários e outros.
É elementar que sejamos todos devidamente esclarecidos, sim mesmo os não associados, sobre o que se passa e passou. Estão em causa dinheiros dos contribuintes. E tendo por base as notícias do DN de 26 e 27 de Janeiro e a do Diário de Viseu de 27 Janeiro, há muitos dados que não estão devidamente esclarecidos e que, pelo contrário, indiciam vários problemas na governação que foi levada a cabo nesta Agência de Desenvolvimento Regional.
Pois o que eu acho é que o tempo dos silêncios nesta matéria acabou e uma vez que os dirigentes e gestores não esclarecem os viseenses está na altura de se efectuar uma investigação ao trabalho desenvolvido para que não continuemos embrulhados em nuvens de suspeição. Aliás, isto mesmo é defendido pelo Presidente da Câmara de Viseu, autarquia associada, quando diz ao DV: “Acho bem que se averigúe toda a situação até ao fim.”
Pois, pela nossa parte também estamos nessa linha. Se um associado exige investigação a fundo é porque não está esclarecido e, nós, igualmente, tudo faremos para que este assunto tenha o tratamento que merece. E os viseenses e todos os cidadãos merecem conhecer respostas para as dúvidas que as suspeições das notícias deixam no ar. Quais eram os gestores? Como eram efectuadas as adjudicações? Quais os fornecedores? Como eram definidas as estruturas remuneratórias (superiores às do Presidente da República)? Como era feito o controlo da legalidade das decisões, pelos associados? Então a solução agora é encerrar a Lusitânia sem apresentar contas?...
Apresentaremos na Assembleia da República requerimento a solicitar todos os elementos necessários a um cabal esclarecimento da situação, tão só porque o que está em causa é a gestão de dinheiros públicos, dinheiro de todos os portugueses.
Eu acho que não devemos fazer julgamentos sumários e na praça pública, mas também entendo que não pode haver culpas solteiras.
(Gravura: Print screen do site de hoje 2011.01.27)

Declaração de voto sobre a proposta de crime de violência escolar

Declaração de voto sobre a Proposta de Lei 46/XI/2ª do Governo relativa à violência em meio escolar que subscrevi conjuntamente com os deputados do PS: Filipe Neto Brandão, Manuel Seabra, Maria Antónia Almeida Santos, Jorge Fão, José Miguel Medeiros, Luís Gonelha, Odete João, Rui Pereira, Marques Junior e José Manuel Ribeiro.
«Ao ponderarmos a criação de um novo tipo legal de crime importa ter desde logo presente que, com a alteração do Código Penal operada pela Lei 59/2007 de 4 de Setembro, a alínea l) do art. 132º passou a incluir o inciso “… ou membro da comunidade escolar…
Com esse inciso, a agravante passou assim a incluir, além dos docentes, os demais funcionários, bem como os alunos e encarregados de educação. Ora, atenta as remissões dos art.s 145º, 155º e 184º, resultou que os casos mais graves de ofensa à integridade física e coacção agravada contra alunos e operadores escolares passaram, desde então, a beneficiar da almejada tutela penal.
A autonomização do crime de violência escolar só se justificará, pois, se se quiser tutelar algo que, justificando-se ser tutelado pelo direito penal, ainda não esteja tutelado por este.
Sucede que, não obstante a exposição de motivos da proposta de Lei referir – e bem - que o school bullying “na sua essência, se caracteriza pela reiteração de actos praticados por um ou mais agressores contra outro elemento da mesma comunidade escolar que, por razões diversas, se encontra numa situação de maior fragilidade”, a verdade é que o tipo incriminador prescinde inexplicavelmente dessa reiteração na redacção que propõe para o tipo legal incriminador do art.º 152-C.
Ora, importa recordar também que, face ao conceito de “funcionário” do art. 386º do Código Penal e bem assim do disposto nos art.s 242º e 243º do CPP, correr-se-á o sério risco de, atenta a abrangência do tipo legal ora proposto, passar a existir um dever de participação às autoridades judiciárias de praticamente todos os conflitos entre membros da comunidade escolar susceptíveis de gerar moléstias físicas e psíquicas.
O que esta proposta faz, assim, é, como refere o Parecer da Procuradoria Geral da República, “promover a intervenção das autoridades judiciárias como instância formal de controlo no âmbito da comunidade educativa, mesmo quando não exista qualquer vontade de membros dessa comunidade quanto à entrada judiciária na escola nem constrangimentos à comunicação das notícias dos crimes, sendo certo que, no caso dos titulares das responsabilidades de direcção, gestão e administração das escolas, a denúncia não constitui um acto de vontade mas um dever legal…”
A possibilidade de autonomizarmos um novo tipo legal de crime, descolando-o dos tipos já existentes que tutele um bem específico (“ambiente escolar seguro e salutar”!?) pode bem ser o ponto de chegada de uma reflexão mais profunda. A redacção do tipo que nos é proposta, porém, manifestamente não percorreu esse caminho. Esperamos, para podermos aderir à sua criação, que a discussão na especialidade possa ainda vir a fazê-lo.»

Comunicado da Federação de Viseu do PS sobre a Lusitânia

A Federação de Viseu do Partido Socialista face às notícias publicadas pelo Diário de Notícias de 26 e 27 de Janeiro e pelo Diário de Viseu de 27 de Janeiro – “Lusitânia: 25 milhões sem rasto”; “União Europeia vai voltar a financiar projectos digitais” e “Lusitânia deve ser extinta – Câmara defende investigação às contas de agência de desenvolvimento regional” – quer deixar bem vincados os seguintes aspectos:
1. Lamentar que uma agência de desenvolvimento regional, a Lusitânia, cujos associados são autarquias e associações de desenvolvimento local da região, esteja na praça pública, associada a fortes suspeições de gestão irregular e de vários incumprimentos contratuais;
2. Lamentar que, tratando-se de uma entidade que gere dinheiros públicos (municipais, comunitários e outros), a Lusitânia não apresente aos associados os relatórios de contas, normais, relativos à gestão desenvolvida a fim de serem aprovados e que permitissem um escrutínio por parte dos cidadãos;
3. Exigir uma investigação profunda ao trabalho e gestão efectuados ao longo dos anos na Lusitânia, uma vez que a Federação do PS não pode consentir no silêncio dos responsáveis que nada dizem aos viseenses sobre os projectos desenvolvidos, sobre as contratualizações efectuadas, sobre os procedimentos adoptados, sobre os fornecedores, sobre vencimentos dos gestores (alguns, segundo o DN, superiores ao vencimento do Presidente da República) e sobre incumprimentos diversos avançados pela Comunicação Social;
4. Exortar todos os associados da Lusitânia, afinal os primeiros interessados na transparência desta situação, a juntarem também a sua voz no sentido da exigência de um total e completo esclarecimento de todas as dúvidas e suspeições trazidas a público;
5. A Federação de Viseu do PS nunca fez nem faz julgamentos na Praça Pública, mas também não permitirá que haja pais incógnitos.
Viseu 2011.01.27

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Vídeo com a questão que coloquei ao Ministro Vieira da Silva na AR

Audição do Presidente da CCDR Centro

Participei hoje, dia 26 de Janeiro, na Assembleia da República à audição do Presidente da CCDR Centro, Alfredo Marques, no âmbito do Grupo de Trabalho "Desenvolvimento Regional", integrado na Comissão de Assuntos Económicos, Inovação e Energia. O Presidente da CCDRC  fez-se acompanhar por Ana Abrunhosa e Isabel Damasceno, da equipa do QREN do Centro.
Dados mais relevantes: i) No sistema de incentivos às empresas a Região Centro é aquela que, a nível nacional, aprovou mais investimento elegível (3.041 M Euros) e aquela que atribuiu mais incentivos (942 M Euros - 37% do total nacional); ii) Na contratualização com os municípios, dos 1702 M Euros tem contratualizados 520 M Euros com as autarquias, sobretudo, na rede escolar, na mobilidade, no ambiente e na coesão, sendo a CIM Dão Lafões aquela que tem maior valor já contratualizado, 72,9 M Euros e 45,6 M Euros já aprovados.
Na minha intervenção saudei os bons indicadores de execução e questionei sobre a abertura de candidaturas na área da Protecção Civil, tendo ficado a saber que as mesmas se iniciarão, para equipamentos, durante o mês de Fevereiro e a que poderão candidatar-se as Associações de Bombeiros.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Audição do Ministro da Economia da Inovação e do Desenvolvimento

Hoje, ao fim da tarde, participei na audição regimental do Ministro da Economia da Inovação e do Desenvolvimento, Vieira da Silva, que se fez acompanhar pelos Secretários de Estado, Fernando Medina, Fernando Serrasqueiro, Bernardo Trindade e Carlos Zorrinho, no âmbito da Comissão dos Assuntos Económicos Inovação e Energia.
Ficaram bem demonstrados, quer nas intervenções do Ministro quer nas questões colocadas pelos deputados do PS, os bons indicadores económicos que têm vindo a ser conhecidos, que não representando ainda a resolução dos problemas, representam boas notícias para Portugal e para os portugueses. Mais uma vez a oposição, nomeadamente o PSD, se colocou do lado do pessimismo e da provedoria do descontentamento.
Intervim para colocar, ao Ministro da Economia, uma questão no âmbito do Turismo que em 2010 apresentou bons resultados que muito contribuiram para a economia portuguesa: aumento de cerca de 10% nas receitas turísticas globais e aumento de cerca de 5% de hóspedes em estabelecimentos hoteleiros. Fiquei a saber que o sector teve um forte contributo para nas exportações globais e nas exportações de serviços.

Audição do Secretário de Estado da Administração Local

Hoje, dia 25 de Janeiro, o Secretário de Estado da Administração Local, José Junqueiro esteve na Comissão de Ambiente, Ordenamento do Território e Poder Local para uma audição nos termos do Regimento da Assembleia da República.
Na sua intervenção inicial José Junqueiro falou sobre quatro temas: i) Actuação do Governo na sequência das intempéries de 7 de Dezembro que afectaram Ferreira do Zêzere, Sertã e Tomar; ii) Lançamento do Programa dos Estágios na Administração Local; iii) Reorganização territorial das Freguesias; iv) Simplex autárquico. Ficou bem clara a proximidade, a transparência, a determinação e a simplificação que o Governo tem colocado na resolução e tratamento das temáticas abordadas.
De seguida os deputados dos grupos parlamentares colocaram questões que obtiveram as respectivas respostas do Secretário de Estado. Pelo PS intervieram Pedro Farmhouse e Acácio Pinto.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Parlamento dos Jovens na Escola Básica e Secundária de Moimenta da Beira

Desloquei-me, hoje de manhã, dia 24 de Janeiro, à Escola Básica e Secundária de Moimenta da Beira a fim de participar nas sessões do básico e secundário do Parlamento dos Jovens subordinadas, respectivamente, aos temas "violência em meio escolar" e "que futuro para a educação?".
Presentes no auditório da escola mais de uma centena de alunos, vários professores das respectivas turmas, a coordenadora do Programa, Maria do Carmo Aires, o Director do Agrupamento, Alcides Sarmento, o representante da equipa de apoio às escolas, Manuel Adregas, e o vereador da educação da Câmara de Moimenta da Beira, Francisco Cardia.
Na mesa a coordenar os trabalhos estiveram os deputados da escola eleitos para representarem a escola a nível distrital.
Depois de algumas palavras iniciais do Director do Agrupamento, do representante da equipa de apoio às escolas e do vereador da Câmara, apresentei um conjunto de slides sobre o funcionamento e composição da Assembleia da República e logo após coloquei-me à disposição dos alunos para as questões, e foram muitas e pertinentes, que entendessem colocar. Para o debate foram trazidas pelos alunos, entre outras, as temáticas da participação cívica, da agricultura, do contributos de todos para a resolução da crise, do mundo globalizado, da disciplina de voto, do modo de escolha dos deputados, das reformas, do ordenado mínimo, do futuro da educação, da violência na escola e do emprego.
Parabéns aos alunos, aos professores e à Escola pois ficou bem patente que os jovens querem debater e dar o seu contributo cívico sobre os problemas do país.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Assembleia Geral da Secção de Viseu do PS

Realizou-se no dia 21 de Janeiro, à noite, a Assembleia Geral da Secção de Viseu do Partido Socialista, cuja Comissão Política é presidida pela Lúcia Silva.
Para além da Presidente da Comissão Política, na mesa estiveram Carlos Martins, Olga Guimarães e Acácio Pinto, este em representação do Presidente da Federação de Viseu do PS, João Azevedo.
Depois de uma intervenção inícial da Lúcia Silva, em que efectuou uma síntese das actividades desenvolvidas pela concelhia nos últimos meses, bem como os aspectos políticos que é necessário acompanhar com grande proximidade e acuidade, interveio também Acácio Pinto que apresentou de uma forma sintética as actividades que a Federação tem vindo a desenvolver bem como aquelas que tem perspectivadas para o futuro; falou ainda do PS nacional e do próximo congresso que decorrerá em inícios de Março e deixou algumas notas da actividade positiva que o governo liderado pelo Primeiro-Ministro José Sócrates tem vindo a desenvolver, sem esquecer uma palavra para a mobilização dos socialistas em torno da candidatura de Manuel Alegre.
No espaço de debate que se seguiu intervieram,  José Silva, Alexandre Santos, Rafael Guimarães e Fernando Gonçalves.
A ausência do Presidente da Mesa da Assembleia Geral, José Junqueiro, deveu-se a doença.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

(Opinião) Boas Notícias

Sim, é uma boa notícia para a região de Viseu e uma boa notícia para o país. É que a unidade de Mangualde da Peugeot-Citroen teve um volume de vendas em 2010 superior aos 350 milhões de Euros.
Estamos a falar da segunda maior fábrica portuguesa de carros ligeiros, logo a seguir à Auto-europa, e que se situa no nosso distrito, em Mangualde. Quer uma quer a outra unidade fabril teve um ano bastante positivo e bom para a nossa economia.
Refira-se que a produção da unidade fabril de Mangualde teve um aumento em 2010 de 37%, passando de 34.541 veículos, em 2009, para os 47.369 no ano passado.
Sim, foi um aumento de 37% de aumento da produção e com a vantagem de estarmos perante produtos, essencialmente, ou quase exclusivamente, destinados à exportação.
E esta é, objectivamente, uma aposta ganha, é bom que se diga, pelo Governo do PS e pela Câmara Municipal de Mangualde e pelo seu presidente, João Azevedo, que não descansou enquanto não resolveu os vários problemas que herdou do seu antecessor relativamente a esta unidade fabril.
Foram resolvidos os problemas da ampliação da unidade, das novas acessibilidades para a área e foram aumentados, em várias centenas, o número de empregos e, consequentemente, de turnos para que a produção pudesse aumentar.
Acresce, ainda, referir que a fábrica de Mangualde está a produzir, na sequência dessas intervenções positivas da Câmara de Mangualde, do Governo e da AICEP, um novo modelo que substitui os actuais carros em fim de produção como são os caos do Berlingo e Partner e que assegura a permanência desta unidade fabril em Mangualde, depois de mais de cinco décadas de presença ininterrupta.
(Foto: "O mocho III)

(Opinião) Candidato silencioso

A revista Visão colocou as seguintes perguntas a um candidato presidencial:
«- Pode o senhor Presidente da República confirmar que adquiriu a propriedade do atual lote 18 da Urbanização da Coelha (Sesmarias, Albufeira) à empresa Constralmada?
- Essa transação foi feita através de uma permuta de terrenos?
- Por que valores foram avaliados os terrenos que adquiriu, e os que cedeu?
- Recorda-se do ano em que foi feita a escritura pública desta transação?
- Tinha conhecimento que a referida empresa, a Constralmada, era detida pela Opi-92, empresa de que era acionista o Dr. Fernando Fantasia?
- Quem lhe propôs a permuta?
- Recorda-se do cartório notarial onde foi firmada a escritura pública desta transação?»
Não respondeu.
Por que será que ficou em silêncio? Será que ele acha que o povo português não tem direito a ter respostas?
Será que ele acha que a democracia é um sistema político opaco? Ou ainda não acertou o seu relógio com a transparência democrática?
O tempo dos pais incógnitos já passou. E o silêncio nunca eliminou o ADN dos genes de negócios manhosos.
Eu, por mim, prefiro um Presidente que cultive a palavra em vez do silêncio!

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Reuniões da Federação e da Comissão Política Distrital do PS

Decorreram, no dia 17 de Janeiro, em Viseu, ao fim da tarde e à noite, as reuniões, respectivamente, do Secretariado da Federação de Viseu do PS e da Comissão Política Distrital; a primeira na sede do PS, foi presidida pelo Presidente da Federação, João Azevedo, e a segunda no Solar dos Peixotos, foi presidida pelo Presidente da Mesa Distrital, José Junqueiro.
Na reunião do Secretariado esteve em análise a situação política distrital e nacional, nomeadamente, o forte empenhamento do PS e das suas estruturas concelhias em torno da campanha presidencial do candidato Manuel Alegre. Foi ainda designada a Comissão Administrativa da concelhia do PS de Oliveira de Frades, que será presidida pelo camarada António Cabrita Grade.
Na reunião da Comissão Política Distrital, depois de uma intervenção enquadradora da situação política, efectuada por João Azevedo, intervieram Acácio Pinto, Fátima Ferreira, João Cruz, João Tiago, António Borges e José Junqueiro, tendo, novamente, no final, o Presidente da Federação, efectuado uma síntese da reunião e deixado claro que pelas intervenções e por tudo aquilo que tem sentido nos contactos que tem feito pelo distrito o PS está mobilizado em torno dos objectivos do Governo e em torno de Manuel Alegre por forma a impedir a reeleição do candidato de direita que se tem revelado um permanente agitador das populações, um provedor dos descontentamentos e um contra-poder efectivo da governação, sem apresentar uma única solução para os problemas e sem juntar, uma vez que seja, a sua voz ao esforço que o Primeiro-Ministro, de forma determinada e convicta tem vindo a fazer, com resultados, em prol de Portugal e dos portugueses.

Parlamento dos Jovens em Vila Nova de Paiva

Desloquei-me ontem à tarde, dia 17 de Janeiro, à Escola Secundária de Vila Nova de Paiva a fim de participar nas sessões do Parlamento dos Jovens do Básico e do Secundário cujos temas são respectivamente "violência em meio escolar" e "que fututo para a educação?".
Com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Paiva, José Morgado, do Presidente do Agrupamento de Escolas, Luís Taveira e dos professores responsáveis do Programa do Parlamento dos Jovens, respectivamente, Padre Paulo Esteves Cardoso e Alfredo Pereira, efectuei uma exposição em power point sobre a Assembleia da República, sua composição, orgãos, seu funcionamento e suas funções e depois foi efectuado um debate com os alunos.
Nas duas sessãoes que efectuei durante a tarde estiveram presentes mais de 100 alunos repartidos, em igual número, pela sessão do Básico e pela do Secundário.
Respondi às múltiplas questões colocadas pelos alunos e professores participantes, tendo, também, o Presidente da Câmara, contribuído com a sua análise para o debate de alguns dos temas colocados em cima da mesa.
Foram duas sessões muito vivas e muito participativas num sinal inequívoco de que os jovens querem dar o seu contributo cívico e político para os problemas do dia a dia do nosso país.

Parlamento dos Jovens em Mangualde

No dia 17 de Janeiro, de manhã, participei na sessão do Parlamento dos Jovens do Secundário, na Escola Secundária com 3º Ciclo Felismina Alcântara, em Mangualde, cujo tema foi "Que futuro para a Educação?".
Na escola fui recebido por um elemento da Direcção, Eng. Balula, e pelas professoras responsáveis por este programa na escola, Sara Vermelho e Conceição Armas e logo após, perante uma plateia com mais de cem alunos do secundário e de professores da escola, efectuei uma breve apresentação em power point sobre a Assembleia da República, sua constituição, seus órgãos, funcionamento e suas funções e depois disso estabeleceu-se um debate que proporcionou a abordagem de uma vastidão de situações sociais, políticas e parlamentares a que eu fui respondendo e comentando.
Foi uma excelente iniciativa, muito dinâmica e com uma forte interacção e participação dos jovens, bem reveladora da atenção com que acompanham os problemas do seu e nosso país.