domingo, 21 de maio de 2017

Notícia DÃO E DEMO
No âmbito do dia internacional dos museus, a diretora do Museu Nacional Grão Vasco de Viseu, Paula Cardoso, esteve na RTP, no telejornal da RTP3, no dia 19 de maio, e no programa Sociedade Civil, da RTP2, a comentar o facto de este museu ter sido aquele que em 2016 teve maior número de visitantes dentre os museus fora de Lisboa.
No telejornal da RTP 3 (entre 24’50” e 27’20”) foi devidamente enfatizado o facto de o Museu Grão Vasco ter tido em 2016, no ano das comemorações do centenário, 114 568 visitantes, apresentando um aumento de 40% no número de visitantes nos últimos cinco anos. Para além disso Paula Cardoso referiu-se ao espólio do museu, nomeadamente às pinturas de Vasco Fernandes.
no programa sociedade civil da RTP2 (entre 42’45” e 46’10”) a diretora do Museu esteve em direto via skype, numa comunicação que não tinha as melhoras condições técnicas, e aí Paula Cardoso foi dando falou dos tesouros nacionais que integram a exposição permanente do museu e, igualmente, da abertura do museu aos mais variados públicos e às mais variadas faixas etárias.

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Colóquio sobre a formação desportiva e competição |Dia 19 maio às 21 h | Casa Cultura de Sátão

Vai ter lugar na próxima sexta-feira, dia 19 de maio, às 21 horas, mais um colóquio coorganizado pelo Agrupamento de Escolas de Sátão e pelo jornal digital Dão e Demo.
Desta feita a temática centra-se no futebol, na formação desportiva e na competição, tendo como principal convidado o selecionador nacional de futebol feminino, Francisco Neto, o responsável pelo apuramento da seleção portuguesa de futebol feminino para o europeu da modalidade.
Mas para além de Francisco Neto irão também estar na Casa da Cultura de Sátão, o professor Carlos Paixão, que durante muitos anos esteve ligado às camadas jovens de futebol, em Sátão, e ainda um jovem jogador, hoje estudante universitário, que efetuou toda a sua formação futebolística na formação desportiva, Francisco Santos.
Quanto à moderação, essa estará por conta de Acácio Pinto.

O colóquio terá lugar a partir das 21 horas, tem entrada livre, e pretende-se que haja uma grande interação com a plateia que pode diretamente questionar os elementos da mesa.

segunda-feira, 1 de maio de 2017

CCAM do Vale do Dão e Alto Vouga apresentou um resultado positivo de 551 mil euros em 2016

Notícia DÃO E DEMO
O Crédito Agrícola do Vale do Dão e Alto Vouga apresentou em conferência de imprensa os resultados de 2016 e que se cifraram num resultado positivo de 551 mil euros dando assim continuidade aos resultados de anos anteriores, igualmente positivos.
Vítor Gomes, administrador executivo e presidente da instituição, acompanhado por João Coelho, o outro administrador executivo, a este propósito deixou bem claro que a Caixa ao longo do ano de 2016 teve “uma evolução bastante positiva, considerando a envolvente macroeconómica que se traduziu numa situação financeira sólida, liquidez alargada, bons indicadores de risco e capacidade de gerar resultados, alicerçada na sua implementação de banco local consolidado.”
O Crédito Agrícola tem um estatuto de banco cooperativo local, inserido num Grupo Nacional (Grupo Credito Agrícola), com uma composição de capital exclusivamente português, o que lhe confere “a autonomia suficiente e a particularidade para ser cada vez mais um banco de proximidade, vocacionado para o apoio e desenvolvimento da sua região e dos mercados locais”, explicou Vítor Gomes.
“Num contexto de quebra generalizada das margens na atividade do setor bancário em Portugal, que tem sido induzida pelo esmagamento substancial da margem financeira, foi e continuará a ser importante, termos um programa de ação assente na concentração de esforços de comercialização em segmentos promissores e em produtos e serviços geradores de margem complementar que contribuam para colmatar a fraca procura de crédito, (p. ex. seguros, fundos de investimento, fundos de pensões para empresas, meios eletrónicos de pagamento, serviços transacionais de cobranças e transferências), algo em que assentou uma parte significativa da nossa margem no ano findo e que foi geradora de contrapartidas financeiras bastante interessantes”, referiu o administrador executivo, para de seguida apresentar os principais indicadores da atividade em 2016 que se traduziram nos seguintes valores:
“Os ativos totais sob gestão em 31 dezembro 2016 eram de 161,6 milhões de euros representando o ativo líquido 156,8 M€, aumentou 8 M€ (5,61%) em relação ao homólogo.
Os capitais próprios de 18,6 milhões de euros tiveram um crescimento líquido de 1,0 M€ (1 milhão de euros) relativamente ao ano anterior.
Para este crescimento contribuiu a entrada de novos associados (197), a atualização de capital por parte de alguns sócios mais antigos, assim como parte dos resultados do exercício.
No que concerne à atividade comercial de captação total de recursos, no final do exercício económico de 2016 verificava-se um crescimento de 6,2 M€, o que também veio a ter reflexos na nossa rendibilidade, tendo como lado positivo o aumento da liquidez.
A carteira de crédito concedido em termos de saldo global teve um crescimento líquido de 1,5 M€ em relação ao homólogo, encerrando o ano com 54,2 M€. Este fraco crescimento espelha essencialmente a falta de procura de “bom crédito” por parte dos investidores na nossa região.”
E depois de uma informação exaustiva sobre os mais diversos indicadores de gestão de 2016, Vítor Gomes concluiu dizendo que “apesar do ano difícil foi possível através de uma gestão sã e prudente apresentar os resultados líquidos de impostos 551 m€.”
Para além dos indicadores, Vítor Gomes falou ainda da atividade seguradora, das parcerias com os alunos e com as escolas de região, dos apoios aos agricultores a nível de candidaturas e subsídios e das parcerias com diversos eventos de âmbito regional de natureza económica, cultural, desportiva e empreendedorismo e da promoção dos produtos endógenos da região, com destaque para o território de abrangência da Caixa Agrícola do Vale do Dão e do Alto Vouga, que engloba os concelhos de Mangualde, Penalva do Castelo, Sátão e Vila Nova de Paiva.

domingo, 23 de abril de 2017

Afinal, foram muitas as pessoas de Sátão que interagiram com Aquilino Ribeiro...

Notícia DÃO E DEMO
Autarcas de Vila Nova de Paiva, Sernancelhe e Moimenta da Beira marcaram presença na Casa da Cultura de Sátão, em mais um colóquio Dão e Demo: O SÁTÃO NA GEOGRAFIA SENTIMENTAL DE AQUILINO

Com depoimentos dos presidentes das câmaras de Vila Nova de Paiva, Sernancelhe e Moimenta da Beira, respetivamente, José Morgado Ribeiro, Carlos Silva e José Eduardo Ferreira, encerrou-se, com chave de ouro, esta sexta-feira, dia 21 de abril, mais um colóquio Dão e Demo, desta feita centrado no escritor Aquilino Ribeiro, ele que imortalizou as terras do demo. Os três presidentes, a uma só voz, enalteceram a iniciativa, partilharam da universalidade do mestre e disponibilizaram-se para acrescentar “valor” a iniciativas em torno de Aquilino Ribeiro, da sua vida e obra, eles que são os administradores da Fundação que tem o nome do escritor, com sede em Soutosa.
Antes, na Casa da Cultura de Sátão, a voz foi dos nossos convidados, que deliciaram os presentes com aspetos da vida e da obra de Aquilino, mas também com pormenores das incursões do mestre em terras de Sátão, nomeadamente em Ferreira de Aves, ou ainda com iniciativas que no Sátão já haviam sido efetuadas, centradas no mestre.
Se a vida e a obra de Aquilino Ribeiro, circunstanciada, pormenorizada e ilustrada com fotografias raras, nos foi trazida por Paulo Neto, um comunicador que se empolga sempre com a temática aquiliniana, já a revisitação de iniciativas promovidas em Sátão, na Escola Secundária, foram detalhadas com aspetos sentimentais por Ana Albuquerque. Por seu lado, Alberto Correia fez uma leitura recheada de aspetos das obras de Aquilino, com particularidades do livro “Geografia Sentimental”, e Isabel Segorbe, que encerrou as comunicações, partilhou com os presentes alguns aspetos inéditos de fugas à pide em casa de seus familiares em Ferreira de Aves, onde Aquilino tanto vezes teve guarida e proteção, ela que o conheceu revelando inúmeros factos em que pessoas de Ferreira interagiram com o mestre e que o mestre retratou nas suas obras.
Do público, no final dos oradores convidados, vieram, de Vítor Figueiredo e de Carlos Paixão, algumas considerações que acrescentaram pormenores relevantes ao colóquio.
Oportunamente iremos apresentar, no canal Dão e Demo do youtube, para memória futura, os vídeos com as intervenções, que aconteceram na Casa da Cultura de Sátão, neste colóquio designado de “O Sátão na Geografia Sentimental de Aquilino”.

sábado, 22 de abril de 2017

Afinal, foram muitas as pessoas de Sátão que interagiram com Aquilino Ribeiro...

NOTÍCIA DÃO E DEMO
Autarcas de Vila Nova de Paiva, Sernancelhe e Moimenta da Beira marcaram presença na Casa da Cultura de Sátão. em mais um colóquio Dão e Demo: O SÁTÃO NA GEOGRAFIA SENTIMENTAL DE AQUILINO

Com depoimentos dos presidentes das câmaras de Vila Nova de Paiva, Sernancelhe e Moimenta da Beira, respetivamente, José Morgado Ribeiro, Carlos Silva e José Eduardo Ferreira encerrou-se, com chave de ouro, esta sexta-feira, dia 21 de abril, mais um colóquio Dão e Demo, desta feita centrado no escritor Aquilino Ribeiro, que imortalizou as terras do demo. Todos os eles, a uma só voz, enalteceram a iniciativa, partilharam da universalidade do mestre e se disponibilizaram para acrescentar “valor” a iniciativas em torno de Aquilino Ribeiro, eles que são os administradores da Fundação que tem o nome do escritor, com sede em Soutosa.
Antes, na Casa da Cultura de Sátão, a voz foi dos nossos convidados, que deliciaram os presentes com aspetos da vida e da obra de Aquilino, mas também com pormenores das incursões do mestre em terras de Sátão, nomeadamente em Ferreira de Aves, ou ainda com iniciativas que no Sátão já haviam sido efetuadas, centradas no mestre.
Se a vida e a obra de Aquilino Ribeiro, circunstanciada, pormenorizada e ilustrada com fotografias raras, nos foi trazida por Paulo Neto, um comunicador que se empolga sempre com a temática aquiliniana, já a revisitação de iniciativas promovidas em Sátão, na Escola Secundária, foram detalhadas com aspetos sentimentais por Ana Albuquerque. Por seu lado, Alberto Correia fez uma leitura, recheada de aspetos das obras de Aquilino, com particularidades do livro “Geografia Sentimental” e Isabel Segorbe, que encerrou as comunicações, partilhou com os presentes alguns aspetos inéditos, de fugas à pide, relacionados com Aquilino, ela que o conheceu e que tinha inúmeros familiares, que circunstanciou, no círculo de amigos do escritor, alguns deles retratados nas suas obras.
Do público, no final dos oradores convidados, vieram, de Vítor Figueiredo e de Carlos Paixão, algumas considerações que acrescentaram pormenores relevantes ao colóquio.
Oportunamente iremos apresentar, no canal Dão e Demo do youtube, para memória futura, os vídeos com as intervenções, que aconteceram na Casa da Cultura de Sátão, neste colóquio designado de “O Sátão na Geografia Sentimental de Aquilino”.

sexta-feira, 21 de abril de 2017

O Sátão na Geografia Sentimental de Aquilino: em debate na Casa da Cultura | 21 de abril | 21 horas

Notícia Dão e Demo
Vai ter lugar esta sexta-feira, dia 21 de abril, na Casa da Cultura de Sátão mais um colóquio Dão e Demo desta feita em torno de Aquilino Ribeiro, escritor da nossa região nascido no Carregal, concelho de Sernancelhe, tendo vivido em Soutosa, concelho de Moimenta da Beira e que retratou, como ninguém, as gentes e as terras que designou do demo.
“O Sátão na Geografia Sentimental de Aquilino” visa assim trazer a debate aspetos da sua vida e da sua obra que tenham ligações ao Sátão.
Como oradores irão estar na Casa da Cultura de Sátão Alberto Correia, Ana Albuquerque, Isabel Segorbe e Paulo Neto, estando previsto no final das intervenções um espaço de debate em que será dada a oportunidade ao público para efetuar considerações ou colocar questões sobre o tema em debate.

domingo, 9 de abril de 2017

Foram reveladas esta sexta-feira as 49 aldeias finalistas das 7 Maravilhas de Portugal

Notícia DÃO E DEMO
Foram reveladas esta sexta-feira, dia 7 de abril, as aldeias candidatas às 7 maravilhas de Portugal – aldeias. Trata-se de 49 aldeias, dentre as 322 iniciais, ou seja, 7 aldeias que foram selecionadas por cada uma das 7 categorias a concurso e que irão ser tema de sete galas a serem transmitidas pela RTP a partir de 9 de julho.
Segundo o JN, todos os domingos serão apuradas duas aldeias finalistas em cada categoria e no dia 20 de agosto serão conhecidas as 14 finalistas que irão a votos. As maravilhas vencedoras serão anunciadas a 3 de setembro.
Da região Dão e Demo nenhuma das candidatas foi selecionada. Abel Estefânio, um dos principais dinamizadores deste evento na região, já assumiu na sua página do facebook que os objetivos foram cumpridos, pese embora a não seleção . Abel Estefânio relativamente à candidatura de Rãs, que dinamizou com Eduardo Lopes, disse que “cremos poder afirmar termos conseguido atingir os objetivos de divulgação do Santuário de Nosso Senhor dos Caminhos que nos propusemos realizar. Mas o trabalho não acaba aqui. O concurso nunca foi entendido como um fim em si mesmo, mas como um meio para transmitirmos um projeto de futuro para a nossa aldeia.”
De recordar que do concelho de Sátão tinham-se apresentado a concurso três aldeias: Forles, candidatada pela Câmara, Tojal, candidatada pela Junta e Rãs, candidatada por um conjunto de pessoas da aldeia. Igualmente se tinha candidatado a aldeia da Lapa, do concelho de Sernancelhe.
EIS A LISTA DAS 49 FINALISTAS
Aldeias rurais
Alegrete, Portalegre (Alentejo e Ribatejo)
Cachopo, Tavira (Algarve)
Casal de São Simão, Figueiró dos Vinhos (Centro)
Faial, Santana (Madeira)
Manhouce, São Pedro do Sul (Centro)
Paderne, Albufeira (Algarve)
Sistelo, Arcos de Valdevez (Norte)
Aldeias ribeirinhas
Aldeia da Luz, Mourão (Alentejo e Ribatejo)
Dornes, Ferreira do Zêzere (Centro)
Escaroupim, Salvaterra de Magos (Alentejo e Ribatejo)
Furnas, Povoação (Açores)
Santa Clara-a-Velha, Odemira (Alentejo e Ribatejo)
Sete Cidades, Ponta Delgada (Açores)
Vilarinho de Negrões, Montalegre (Norte)
Aldeias remotas
Aldeia da Pena, São Pedro do Sul (Centro)
Branda da Aveleira, Melgaço (Norte)
Castro Laboreiro, Melgaço (Norte)
Curral das Freiras, Câmara de Lobos (Madeira)
Fajã de São João, Calheta (Açores)
Gondramaz, Miranda do Corvo (Centro)
Piódão, Arganil (Centro)
Aldeias em áreas protegidas
Aldeia das Salinas da Fonte da Bica, Rio Maior (Alentejo e Ribatejo)
Bordeira, Aljezur (Algarve)
Chão da Ribeira, Porto Moniz (Madeira)
Lindoso, Ponte da Barca (Norte)
Penedo, Sintra (Lisboa e Vale do Tejo)
Rio de Onor, Bragança (Norte)
São Lourenço, Vila do Porto (Açores)
Aldeias monumento
Almeida (Centro)
Estoi, Faro (Algarve)
Evoramonte, Estremoz (Alentejo e Ribatejo)
Idanha-a-Velha, Idanha-a-Nova (Centro)
Monsanto, Idanha-a-Nova (Centro)
Monsaraz, Reguengos de Monsaraz (Alentejo e Ribatejo)
Sortelha (Centro)
Aldeias de mar
Azenhas do Mar, Sintra (Lisboa e Vale do Tejo)
Costa Nova, Ílhavo (Centro)
Fajã dos Cubres, Calheta (Açores)
Ferragudo, Lagoa (Algarve)
Porto Covo, Sines (Alentejo e Ribatejo)
Porto Moniz (Madeira)
Zambujeira do Mar, Odemira (Alentejo e Ribatejo)
Aldeias autênticas
Aldeia do Xisto de Cerdeira, Lousã (Centro)
Alte, Loulé (Algarve)
Biscoitos, Praia da Vitória (Açores)
Castelo Rodrigo, Figueira de Castelo Rodrigo (Centro)
Fontão de Loriga, Seia (Centro)
Montesinho, Bragança (Norte)
Podence, Macedo de Cavaleiros (Norte)